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Presidente faz balanço do governo e afirma não apoiar confrontos

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Ele criticou empresário que pretendia cometer atentado em aeroporto

Jair Bolsonaro, Prestação De Contas E Atual Momento Político Brasileiro

Às vésperas de deixar a Presidência, Jair Bolsonaro fez um balanço de seus quatro anos de governo, em uma transmissão pela internet, e afirmou que não estimula confrontos de seus apoiadores diante da posse de Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 1°.

Para Bolsonaro, o resultado de sua gestão nos quatro anos de governo foi “bastante positivo”, mesmo com desafios como a pandemia de covid-19 e a guerra na Ucrânia. Ele citou diversas medidas adotadas pelo governo, como a renegociação de dívidas do Financiamento Estudantil (Fies), o auxílio emergencial, o marco ferroviário, internet nas escolas, redução de impostos, reajuste do piso da educação e porte de armas para moradores de áreas rurais. Na avaliação do presidente, o porte de armas reduz a violência.

Em mensagem direcionada a manifestantes em quartéis, que questionam resultado das eleições, Bolsonaro disse que não se pode achar que o “mundo vai se acabar no dia 1º”. “Creio no patriotismo de vocês, na inteligência. Sei o que vocês passaram ao longo desses dois meses, no sol, na chuva. Isso não vai ficar perdido. Imagens foram para fora do Brasil”, disse, acrescentando que, no país, houve um despertamento da população para entender mais de política e a preocupação com o voto responsável.

Ele criticou a ação de um empresário, que, no último dia 24, colocou uma bomba em um caminhão-tanque no aeroporto de Brasília. O empresário confessou que pretendia cometer um atentado na capital federal para chamar atenção do movimento de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro e queria, assim, impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.

“Não é porque um elemento que passou por lá [acampamento de manifestantes nos quartéis] fez besteira que todo mundo tem que ser acusado disso”, disse. Bolsonaro afirmou que não “coaduna” com a conduta do empresário.

Bolsonaro afirmou ainda que sempre lutou por “democracia, liberdade, respeito às leis e à Constituição”. “O oxigênio da democracia é a liberdade.” Para o presidente, não houve liberdade para debater assuntos relacionados ao combate à pandemia e às urnas.

Eleições

Bolsonaro também argumentou que a campanha eleitoral foi “imparcial”, com “acusações absurdas” na propaganda eleitoral contra ele, menor espaço de divulgação em rádios e com decisões da Justiça favoráveis a Lula. Ele citou ainda a condenação do Partido Liberal (PL) ao pagamento de multa de quase R$ 23 milhões por litigância de má-fé. A legenda de Bolsonaro pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a anulação de parte dos votos, no segundo turno.

Para o presidente, as decisões tomadas pela Justiça estimularam reações de seus apoiadores. “Para qualquer medida de força, sempre há uma reação. Tem que sempre buscar o diálogo para resolver as coisas, não pode dar um soco na mesa e não se discute mais esse assunto. Tudo isso trouxe uma massa de pessoas para as ruas, protestando”, disse.

Segundo Bolsonaro, os manifestantes foram para os quartéis em busca de “segurança”. “Eu não participei desse movimento, eu me recolhi”, disse. Para o presidente, se ele participasse desse movimento poderia “tumultuar ainda mais” a situação. “O que houve foi uma manifestação do povo, não tinha liderança, não tinha ninguém coordenado. O protesto foi pacífico, ordeiro, seguindo a lei”, acrescentou.

“Está prevista a posse em 1º de janeiro. Eu busquei dentro das quatro linhas, dentro das leis, respeitando a Constituição, saída para isso daí. Se tinha alternativa, se a gente podia questionar alguma coisa ou não, tudo dentro das quatro linhas”, disse, acrescentando que “ninguém quer uma aventura”. “Muitas vezes, dentro das quatro linhas, você tem que ter apoio. Certamente, a gente tem que ter apoio do Parlamento, de alguns ministros do Supremo [Tribunal Federal], de outros órgãos, de outras instituições”, afirmou.

Edição: Maria Claudia

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Segurança Pública prende passageiro de veículo com mandado de prisão em Senador Guiomard

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A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) por meio do Grupo Especial em Fronteira (Gefron) em parceria com Polícia Civil prendeu neste domingo, 25, passageiro de veículo com mandado de prisão em uma abordagem de rotina no Posto de Fiscalização do Gefron, em Senador Guiomard.

A ação que faz parte da Operação Hórus do Programa Guardiões das Fronteiras do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), tem como objetivo medidas preventivas e ostensivas contra crimes em regiões fronteiriças.

A prisão aconteceu quando a guarnição verificava as identidades dos passageiros de um transporte coletivo intermunicipal, descobrindo-se que havia um passageiro com um mandado de prisão expedido pela Vara Única Criminal de Bujari.

A ação integrada com a Polícia Civil do Acre resultou em uma prisão com mandado de prisão cumprido.

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PM prende dupla por corrupção de menores e apreende arma em Porto Acre

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A Polícia Militar do Acre (PMAC), por meio do 3º Batalhão, apreendeu uma arma de fogo e um simulacro de pistola na noite deste sábado, 24, na Vila do Incra, município de Porto Acre. Dois homens foram presos.

A guarnição realizava o patrulhamento quando avistou quatro pessoas fazendo o uso de entorpecentes no interior de um comércio abandonado. Feita abordagem, constataram que se tratava de dois homens, ambos de 18 anos, e de dois adolescentes, de 15 e 16.

Após buscas no local, foi encontrada uma escopeta de fabricação artesanal, calibre .28, e um simulacro tipo pistola, cor preta, além de duas munições.

Os dois indivíduos foram presos e, juntamente com os dois menores e os itens apreendidos, bem como os resquícios da droga (aparentando ser maconha) que estava sendo usada, conduzidos à Delegacia de Flagrantes (Defla), para os procedimentos legais.

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Após assalto homem pula no Rio Acre acaba preso pela Polícia Boliviana e entregue ao Brasil

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Uma ação integrada neste sábado, 21, resultou na prisão de um homem suspeito de participar de vários roubos na região inclusive um roubou a uma loja que vende celulares na cidade de Epitaciolândia. A prisão ocorreu no bairro Mapajo, na cidade de Cobija-BO.

O homem de 29 anos, identificado pelas iniciais A.J.R.J., de nacionalidade brasileira, cometeu um roubo – crime conhecido popularmente como assalto, momentos em que passava uma viatura policial que, após avistar os policiais, o individuo empreendeu fuga pulando dentro do rio Acre e fugiu para o território Boliviano e em seguida a Polícia Boliviana foi acionada.

Os policiais brasileiros informaram as características do infrator e os militares intensificaram o patrulhamento e localizaram o acusado. O armamento usado no delito não foi localizado, segundo o delinquente, após pular no rio a arma teria caído.

Diante dos fatos, as autoridades do país vizinho protocolaram a extradição do país e os entregaram na ponte que liga Epitaciolândia à Cobija.

O mesmo aguarda sua transferência para o presídio na capital acreana já que existia um mandado de prisão em seu desfavor.

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