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Presidente da CPMI do INSS insistirá em depoimento de Lulinha
Lulinha, conforme revelou o Metrópoles, na coluna do Tácio Lorran, era frequentemente citado em conversas pelo lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS

O presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana (Podemos-MG), vai insistir na convocação do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pela comissão.
Segundo ele, esse depoimento tem tudo para ser um dos “mais importantes” do colegiado e poderá “esclarecer” as ramificações de Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, no governo federal.
A afirmação foi feita em entrevista ao programa Acorda, Metrópoles, na manhã desta terça-feira (3/1). Segundo Viana, a comissão apresentará nesta quinta-feira (5/4) um requerimento para convocar Lulinha.
“Não estou dizendo que o Flávio Luiz tenha culpa ou qualquer tipo de envolvimento claro, mas que ele precisaria sentar conosco e esclarecer quais são as relações, não tenho dúvida nenhuma. Porque as citações são muito fortes”, afirmou Viana.
Viana ainda citoui uma fala do presidente Lula – “todas as pessoas que precisam dar declarações têm que dar” – para justificar a ida de Lulinha à CPMI.
“Seria interessante que ele [Lulinha] viesse e nos dissesse claramente onde começou e quando terminou a participação dele em toda essa questão do INSS. Se nós não conseguirmos aprovar a convocação de Fábio Luiz, vão ficar perguntar: ele tinha participação ou não tinha participação? Eu não posso afirmar que ele é culpado, mas também não posso provar que ele é inocente”.
Lulinha e o Careca
Lulinha, conforme revelou o Metrópoles, na coluna do Tácio Lorran, era frequentemente citado em conversas pelo lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Um ex-funcionário do Careca do INSS detalhou, com exclusividade à coluna, a relação do lobista com Lulinha.
Um ex-funcionário do Careca do INSS afirmou à coluna que o empresário costumava esbanjar suposta relação com Lulinha ao tratar com fornecedores e parceiros comerciais.
“Antonio falava abertamente sobre o filho do rapaz!!! Fábio Lula da Silva. Falava ‘filho’ e sinalizava mostrando a mão com 4 dedos… Falou o nome de Fábio Lula diversas vezes, a mim, a alguns parceiros comerciais, em reunião de diretoria”, detalhou o ex-funcionário, hoje considerado testemunha-chave da Polícia Federal no âmbito das investigações da Operação Sem Desconto, que apura a chamada Farra do INSS, cujo esquema foi revelado pelo Metrópoles.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Jorge Viana articula adesão do Podemos ao campo progressista e redesenha cenário político no Acre
Partido deixa órbita de Madson Cameli e se alinha a PT, PCdoB e PV para eleições de 2026; empresário Murilo Leite deve assumir presidência da legenda

A partir de agora, o partido integra o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026
O Podemos deixa a base de influência ligada ao ex-secretário Ney Amorim, sob o comando de Madson Cameli e passa a integrar o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026
Uma reviravolta no cenário político acreano redefine os rumos do Podemos no estado. O ex-governador Jorge Viana (PT) confirmou à imprensa que articulou, junto à direção nacional do partido, a adesão da sigla ao campo progressista no Acre.
Com a mudança, o Podemos rompe com a base de influência ligada ao ex-secretário Ney Amorim, que vinha conduzindo a legenda para a órbita do grupo político da governadora Mailza Assis, sob o comando de Madson Cameli. A partir de agora, o partido integra o bloco alinhado ao PT, PCdoB e PV para as eleições de 2026.
Nos bastidores, a movimentação representa uma perda direta de espaço político para Madson Cameli, que era apontado como peça central na reorganização da legenda no estado.

Madson Cameli perde o Podemos no Acre após articulação de Jorge Viana. Foto: captada
A articulação de Jorge Viana inclui ainda o convite ao empresário Murilo Leite para assumir a presidência do Podemos no Acre, com oficialização prevista para os próximos dias. A expectativa é de que a nova configuração fortaleça a oposição ao atual governo estadual e reacenda alianças históricas no estado.

A articulação de Jorge Viana inclui ainda o convite ao empresário Murilo Leite para assumir a presidência do Podemos no Acre. Foto: captada
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Governo do Acre estuda nomear José Bestene para secretaria de Saúde, diz líder na Aleac
Deputado Manoel Moraes afirma que Executivo ouve base aliada; reunião presencial está marcada para amanhã, segunda-feira (6)

Deputado Manoel Moraes, afirmou que o Executivo estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde
Moraes e outros deputados da base de apoio a Mailza Assis na Assembleia se reuniram de forma virtual com Abserson Carvalho no sábado
O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) , deputado Manoel Moraes, revelou que o Executivo estadual estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde. A informação foi dada neste sábado (3), após reunião virtual entre parlamentares da base aliada e o secretário adjunto Abserson Carvalho.
Segundo Moraes, os deputados governistas estão sendo consultados sobre a indicação. “O nome dele é cotado. O governo optou por ouvir os deputados da base”, declarou. Ele adiantou que haverá uma reunião presencial na segunda-feira (6) para avançar na discussão.

Deputado Manoel Moraes, revelou que o Executivo estadual estuda nomear José Bestene como novo secretário de Saúde. Foto: captada
A possível troca no comando da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) ocorre em meio a desafios na gestão da pasta, que enfrenta pressões por melhorias na rede hospitalar e no atendimento à população. José Bestene é um nome conhecido no cenário político e administrativo do Acre, tendo ocupado cargos anteriores no governo.
A confirmação ou não do novo secretário deve sair após o encontro de segunda-feira, quando a base aliada deverá dar sinal verde ou apresentar ressalvas à indicação.

A possível troca no comando na Sesacre ocorre em meio a desafios na gestão da pasta, que enfrenta pressões por melhorias na rede hospitalar e no atendimento à população. Foto: captada
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Ex-secretário de Saúde Pedro Pascoal deixa base governista e se filia ao PSDB, fortalecendo projeto de Tião Bocalom para 2026
Movimento evidencia fissuras no grupo que comanda o Estado e consolida articulação do prefeito da capital rumo à disputa pelo governo do Acre

Ex-secretário de Saúde do Acre deixa base governista e se filia ao PSDB. Foto: captada
Prefeito da capital se consolida como peça central do PSDB no Acre, estruturando candidatura competitiva ao governo do estado
A saída do ex-secretário de Saúde do Acre, Pedro Pascoal, da base governista e sua filiação ao PSDB não representam apenas uma mudança partidária. O movimento sinaliza, na prática, uma inflexão estratégica no tabuleiro político rumo às eleições de 2026.
A decisão evidencia fissuras internas no grupo que hoje comanda o Estado e, ao mesmo tempo, reforça a articulação do prefeito Tião Bocalom na disputa pelo governo. Pascoal migra após um período de desgaste nos bastidores.
Ao se alinhar a Bocalom no PSDB, Pascoal passa a integrar um projeto que vem sendo estruturado com foco claro na ampliação de bancadas e na consolidação de uma candidatura competitiva ao governo. O movimento fortalece diretamente o projeto político do prefeito da capital, que agora se torna peça central do PSDB no Acre.

Prefeito da capital se consolida como peça central do PSDB no Acre, estruturando candidatura competitiva ao governo do estado. Foto: captada

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