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Vídeo: Prefeitura está prestes a concluir nova célula na Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos

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Será a quarta célula da unidade e encontra-se em fase de impermeabilização (Foto: Val Fernandes/Assecom)

A Prefeitura de Rio Branco está prestes a concluir a obra de implantação da uma nova célula do aterro sanitário da Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos (UTRE). Na tarde desta sexta-feira (10) a equipe da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia) esteve no local para fazer uma visita técnica com o objetivo de verificar o andamento das operações.

Esta será a quarta célula da unidade e encontra-se em fase de impermeabilização. Ao todo, são 03 células sendo que a terceira já encontra-se em fase final de operação, tendo atingido a capacidade máxima de aterramento, conforme explicou o secretário Carlos Nasserala.

Nasserala: “É um compromisso da nossa gestão” (Foto: Assecom)

“O resíduo sólido da nossa cidade, de todas as casas do nosso município, é destinado a essa localidade aqui. Nós estamos concluindo a terceira célula, ela está ficando cheia, vai ser terminada agora e nós vamos iniciar o trabalho de recebimento do resíduo sólido da cidade de Rio Branco nessa quarta célula, que deve ficar pronta por volta do dia 15 de dezembro”.

O secretário disse ainda que o investimento é um compromisso da gestão municipal com o meio ambiente.
“É um compromisso da nossa gestão, do nosso prefeito, é um valor vindo de recurso próprio e fica em torno de R$ 5,8 milhões, que está sendo destinado à população de Rio Branco”.

O coordenador da Utre, Kemil Lima acrescentou que a estimativa é de que cerca de 210 toneladas de resíduos sólidos sejam depositadas diariamente na unidade e que cada célula tem o tamanho médio de 2 a 3 hectares e o período de operação estimado em dois anos e meio.

Ou seja, trata-se do local destinado aos resíduos considerados rejeitos e antes de entrar em operação a célula passa por toda uma estruturação para que o material orgânico seja depositado adequadamente e ao se decompor não contamine as fontes de água natural e nem polua o ar que respiramos.

“Os resíduos sólidos domiciliares são destinados para cá para UTRE então, quando eles chegam aqui na UTR, eles passam pelo setor de pesagem, esse setor de pesagem faz uma triagem desses materiais, o que é passível de ser reciclado, o que é passível de ser tratado como resíduo orgânico vai pros seus setores e o rejeito, a parte que não tem mais aproveitamento, ela vem aqui pra nossas células de disposição final de resíduo. Chegando aqui, é feito todo um processo de espalhamento, compactação e recobrimento desses materiais”, detalhou.

Como parte do conjunto de ações da correta gestão dos resíduos sólidos adotada pela Prefeitura de Rio Branco, a Utre é a única unidade em todo o estado a transformar em adubo o material orgânico que é coletado por meio da compostagem.

O secretário adjunto da Semeia, Emerson Leão, destacou que com isso a Utre é referência e lidera o consórcio intermunicipal de resíduos sólidos do Acre, do qual o prefeito Tião Bocalom é presidente.

“Isso foi uma preocupação da gestão do prefeito Tião Bocalom. Essa célula vai ser utilizada e a outra também a partir do ano que vem ela vai servir para receber de mais seis municípios do Alto Acre. Rio Branco faz parte do consórcio e o prefeito Bocalom é presidente do consórcio intermunicipal. Os 22 municípios fazem parte desse consórcio e o Baixo Acre com certeza eles vão vir pra cá também trazer todo o seu resíduo”.

Com mais essa ação, a Prefeitura de Rio Branco reafirma seu compromisso a sustentabilidade ambiental para esta e para as futuras gerações.

“É satisfatório saber que nós temos aqui 80 hectares. Essa área que dá 80 hectares, apesar que 19 hectares quase 20 é de APP [Area de Proteção Ambiental], mas a gente tem mais ou menos 15 anos estar utilizando essa área de terra aqui”, frisou.

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Operação policial apreende armas, drogas e detém suspeitos de ligação com organização criminosa em Assis Brasil

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Ação ocorreu após denúncia de disparos contra residência e contou com apoio do Canil; menores também foram conduzidos

Uma operação da Rádio Patrulha da 3ª Companhia do 5º CPM, com apoio do Grupamento de Operações com Cães, resultou na apreensão de armas de fogo, munições, entorpecentes e na condução de adultos e menores suspeitos de envolvimento com organização criminosa, no município de Assis Brasil, interior do Acre.

A ocorrência foi registrada na Rua Raimundo Chaar, no bairro Cidade Nova, nas proximidades da Assembleia de Deus, após denúncia de disparos de arma de fogo contra uma residência. A suspeita inicial é de que o ataque esteja relacionado à disputa entre grupos criminosos rivais.

Durante as diligências, os policiais identificaram um menor em atitude suspeita, transportando um objeto usado para ocultar uma carabina calibre .22. Em seguida, ao abordarem um imóvel na região, encontraram outros envolvidos. Uma adolescente informou que mantinha em casa uma espingarda de cano duplo, sem munição, alegando que o armamento seria para defesa pessoal. A arma foi localizada com auxílio do cão policial.

A carabina calibre .22 foi posteriormente encontrada em um terreno baldio, após indicação do menor, que afirmou ter recebido o armamento de outro suspeito. Na ação, também foram apreendidos cerca de 113 gramas de substância semelhante à maconha, munições calibre .38, materiais utilizados para embalar e consumir drogas, além de cinco aparelhos celulares.

Diante da gravidade da situação e da suspeita de vínculo com organização criminosa, os adultos foram algemados conforme prevê a Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal, enquanto os menores foram conduzidos de acordo com as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Todos os envolvidos, assim como o material apreendido, foram apresentados à autoridade policial para os procedimentos legais cabíveis. O caso segue sob investigação.

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Prefeitura de Assis Brasil realiza entrega de beneficiadora de arroz e leva ações integradas à comunidade da Divisão

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Neste sábado(21), o prefeito Jerry Correia esteve no Ramal do Icuriã, na comunidade da Divisão, acompanhado pelas equipes das Secretarias Municipais de Agricultura, Assistência Social, Educação e Saúde, para cumprir uma importante agenda de trabalho voltada ao fortalecimento da zona rural.

A principal ação do dia foi a entrega de uma beneficiadora de arroz para a comunidade, um investimento que irá fortalecer a produção local, gerar mais renda para as famílias agricultoras e agregar valor ao produto cultivado na região. A iniciativa representa mais um compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento rural e o apoio direto ao homem e à mulher do campo.

Além da entrega do equipamento, a Prefeitura levou uma série de serviços essenciais à população. As ações de saúde aconteceram na Escola Sandoval Batista, localizada no Icuriã, onde foram ofertados:

•Vacinação

•Atendimento médico e odontológico

•Testes rápidos

•Entrega de medicamentos para pacientes atendidos

•Distribuição de panfletos informativos voltados à saúde da mulher

A Secretaria de Assistência Social também marcou presença com atendimento do Bolsa Família e emissão de declarações, garantindo que as famílias tivessem acesso aos seus direitos e benefícios sociais.

Para as crianças, foi preparado um momento especial de lazer e brincadeiras, promovendo integração e alegria para os pequenos da comunidade.

A presença do prefeito Jerry Correia e de sua equipe reforça o compromisso da administração municipal em estar próxima das comunidades, levando serviços, ouvindo demandas e promovendo melhorias concretas na vida da população.

A Prefeitura de Assis Brasil segue trabalhando para garantir desenvolvimento, dignidade e qualidade de vida para todos, tanto na cidade quanto na zona rural.

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Em favor do Acre, STF decide sobre legalidade de cobrança de ICMS em transferência de gado entre fazendas de mesmo proprietário

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Uma decisão inédita do Supremo Tribunal Federal (STF) trouxe um entendimento favorável ao Estado do Acre e manteve uma decisão do Tribunal de Justiça (TJAC) sobre a incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em transferências de gado entre fazendas do mesmo proprietário.

A ação judicial se iniciou nas varas cíveis do Estado e acabou chegando ao STF, por meio de recursos da parte vencida. Através da defesa técnica das causas da cobrança do ICMS promovida pelo governo do Acre, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE), o Estado acabou conseguindo provar a legalidade da cobrança.

Nesse sentido, a corte suprema decidiu, por meio da ministra Cármen Lúcia, não analisar um recurso que questionava a cobrança de ICMS em transferências interestaduais de gado entre propriedades rurais do mesmo dono, reforçando que, mesmo quando não há venda, a cobrança pode ocorrer se a respectiva legislação estadual tratar a saída do estado como encerramento do diferimento de operações anteriores não havendo, assim, violação à Constituição.

Cobrança pode ocorrer se a respectiva legislação estadual tratar a saída do estado como encerramento do diferimento de operações, não violando, assim, a Constituição. Foto: internet

“A transferência de gado ou qualquer outra mercadoria, em geral, não é fato gerador de ICMS. Veja bem, o produtor, por exemplo, que tem propriedade aqui no estado, compra o gado de vários outros produtores sem tributação e coloca na fazenda e CPF dele e, depois, transfere. Quando ele faz a transferência, é nesse momento que a nossa legislação estadual permite a cobrança do ICMS da compra que ele fez anteriormente”, explica o secretário adjunto da Receita, Clóvis Gomes.

Segundo ele, a medida é conhecida no âmbito fiscal como ICMS diferido, onde a cobrança não ocorre no momento em que se compra a mercadoria de vários produtores, mas quando tem como destino o frigorífico, outro estado ou outro país.

Entenda

A medida trata sobre movimentações de “gado em pé” entre fazendas do mesmo produtor localizadas em estados diferentes, onde o proprietário defendia a não cobrança de ICMS, alegando haver apenas deslocamento de mercadoria e não procedimentos de venda ou mudança de titularidade do bem.

Embora haja jurisprudência do STF sobre a não incidência do imposto nessa questão, a ministra entendeu que, no caso do Acre, há uma particularidade, o regime de diferimento previsto na legislação estadual.

“A decisão do STF ratifica a legalidade da sistemática tributária do Acre ao distinguir o simples deslocamento de bens do encerramento do diferimento. Não se trata de tributar a saída interestadual em si, mas de viabilizar a cobrança do imposto postergado em etapas anteriores da cadeia produtiva. Ao confirmar que a saída do Estado torna o tributo ‘adiado’ imediatamente exigível, a Suprema Corte garante a segurança jurídica e preserva a arrecadação devida ao ente federativo que contribuiu para a produção”, disse o procurador-chefe da Procuradoria Fiscal da PGE/AC, Thiago Torres.

Com a decisão do STF, o entendimento do TJAC permanece válido, reforçando que, mesmo quando não há venda, pode haver cobrança do imposto se a legislação estadual tratar a saída do estado como encerramento do diferimento de operações anteriores.

“A decisão do STF foi favorável ao Estado, reforçando nosso entendimento da legalidade da cobrança do ICMS no momento da saída do Acre. Isso reforça a luta do Estado contra a saída de gado sem que haja o pagamento do imposto devido, abrindo precedentes para que eventuais entendimentos de algumas liminares possam ser reavaliados a partir desse entendimento do STF”, disse o secretário adjunto da Receita, Clóvis Gomes.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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