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Prefeitura de Rio Branco ganha café da manhã em agradecimento às melhorias nos ramais da Transacreana

Café da manhã é servido por produtores rurais que agradecem prefeitura por melhorias nos ramais. (Foto: Val Fernandes/Assecom)
Em agradecimento pelo trabalho realizado nos ramais moradores da Transacreana ofereceram, neste sábado (27), um café da manhã ao prefeito de Rio Branco Tião Bocalom e secretários da gestão. O prefeito reforçou o empenho da prefeitura em estar melhorando a vida dos que moram na zona rural da capital.

Raimunda: “É a primeira vez que nós, da nossa comunidade, estamos tendo apoio de prefeitura” (Foto: Val Fernandes/Assecom)
Segundo a presidente da Associação Bom Sucesso, Raimunda Silva, ela nunca havia visto uma gestão atuar tanto nos ramais e disse com alegria que agora, através dos investimentos feitos, os produtores podem plantar com segurança e assim, continuar tirando seu sustento da terra.
“A Prefeitura de Rio Branco está nos ajudando imensamente aqui na zona rural porque é a primeira vez que nós, da nossa comunidade, estamos tendo apoio de prefeitura. Anteriormente, não tínhamos apoio nem de prefeitura e muito menos do governo, e agora nós estamos tendo essa ajuda e a compreensão de um prefeito que está fazendo por nós”, enfatizou.
Assim como, dona Raimunda, seu Afonso Costa que é presidente da Associação de Moradores do ramal Cachoeira, fala sobre a atual realidade dos ramais da Transacreana que após anos, essa foi a primeira gestão que olhou para as necessidades deles e tem prontamente atendido as demandas.
“Graças a Deus que essa gestão que está aí agora veio para ajudar o pequeno produtor com a mecanização, adubação e outros. Hoje o que estamos fazendo aqui é isso, agradecendo pelos trabalhos feitos, pela comunidade que estava esquecida”, disse Afonso Costa.
Dona Maria de Nazaré, vive há 46 anos como produtora rural, ela disse que nunca tinha recebido nada do município e que quando viu o calcário e o adubo chegando em sua casa, quase não acreditou.
“Nunca aconteceu nada disso comigo. Eu sempre disse que era uma mentira, uma vergonha do nosso estado a gente trabalhar e nunca ganhar nada. Graças a Deus que ele está ajudando a gente. Muito obrigada.”
O compromisso da prefeitura em mudar a realidade dos ramais e assim resgatar a dignidade dos moradores já saiu do papel e hoje é uma realidade para muitos. Mas além de atuar diretamente nesses locais, a municipalidade tem feito mais, como é o caso das feirinhas de bairro, aonde a gestão tem dado todas as condições necessárias para os produtores.
Para Eliana Lima que é filha de produtores rurais e atuante na feirinha de bairro há 9 anos, a nova gestão fez com que o produtor voltasse a ter esperança e se sentisse valorizado. Ela contou como a atual ajuda da Prefeitura de Rio Branco tem sido essencial para que os feirantes continuem desempenhando bem o seu trabalho e claro, gerando sua renda.

Eracides: “O nosso trabalho é segurar o homem do campo na zona rural” (Foto: Val Fernandes/Assecom)
“Na última gestão, nós tínhamos que pagar o óleo dos caminhões e como não tínhamos suporte para produzir, nós não tínhamos renda. Agora, a gestão atual tem dado o suporte na produção com calcário e adubo. O óleo do carro não pagamos mais e nem a montagem das barracas. Ganhamos novas bancas que melhorou o nosso serviço e até temos o nosso uniforme. Só tenho a agradecer por essa nova gestão. Sinto-me muito valorizada e reconhecida.”
Segundo o secretário da Seagro, Eracides Caetano, a determinação do prefeito é que por meio de sua secretaria, o pequeno produtor seja valorizado e é isso que tem acontecido.
“O nosso trabalho é segurar o homem do campo na zona rural, primeiro com ramais e produção. Graças a Deus está dando tudo certo, ano que vem vamos concluir o que ainda temos de ramais e maquinário. Claro que ramais devemos fazer todo ano, mas ainda este ano faremos grande parte para que as pessoas andem no inverno e verão”, explicou Eracides.

Bocalom: “Estamos ajudando a ganharem dinheiro. Essa é a nossa função, a prefeitura é para isso” (Foto: Val Fernandes/Assecom)
O prefeito da capital agradeceu pelo café da manhã feito pelos moradores e destacou que vai continuar apoiando o homem do campo com o que for necessário.
“A coisa mais gostosa do mundo é vir aqui pra tomar um café e receber os agradecimentos da comunidade aqui da região do 62 da Transacreana. Olha quanta gente! Em gestões passadas a prefeitura cobrava o transporte deles, cobrava a montagem das tendas e, segundo eles, algumas tendas nem eram cobertas. Graças a Deus a gente não está cobrando absolutamente nada e, além disso, viabilizamos o trabalho deles. Nós os ajudamos a ganharem dinheiro. Essa é a nossa função, a prefeitura é para isso”, concluiu.
Texto de Bruna Giovanna/Assecom
Fotos: Val Fernandes/Assecom
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Trabalho investigativo da Polícia Civil resulta em pena de mais de 11 anos por tráfico e associação
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira, 17, oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher com as iniciais, J.R.S., de 31 anos à época dos fatos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.

As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.
No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico da PCAC, por meio da Delegacia-Geral, que atuou de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.
Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral, no enfrentamento ao tráfico.
Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.
Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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PM evita “tribunal do crime” em Marechal Thaumaturgo e resgata três vítimas mantidas em cárcere
Quatro suspeitos foram detidos; grupo pretendia julgar e punir vítimas por furto de celular; anotações apontam cobrança de dívidas do tráfico

Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos. Foto: captada
Uma ação rápida da Polícia Militar evitou o que poderia terminar em violência grave na tarde desta terça-feira (17), no município de Marechal Thaumaturgo, no Vale do Juruá. Quatro pessoas foram detidas suspeitas de participação em um chamado “tribunal do crime”, prática ilegal associada a facções criminosas.
Segundo informações repassadas pela PM, os agentes chegaram até o local após denúncia. Ao se aproximarem do imóvel, no bairro Poeirinha, houve uma tentativa de fuga em massa. Um dos envolvidos percebeu a presença policial e alertou os demais, provocando correria dentro da residência. Ainda assim, os militares conseguiram conter os suspeitos.
No interior da casa, três pessoas eram mantidas contra a própria vontade. Elas estavam sendo acusadas de envolvimento no furto de um telefone celular e aguardavam a decisão do grupo, que, conforme apurado, previa punições físicas como forma de “disciplina” .
Entre as vítimas, estava uma mulher que havia ido ao local na tentativa de proteger o irmão. Mesmo afirmando acreditar na inocência dele, ela chegou a se comprometer a arcar com o prejuízo do aparelho desaparecido para evitar agressões .
Suspeita confessa participação em facção
Durante a abordagem, uma das suspeitas assumiu participação na organização criminosa e relatou que teria recebido ordens para conduzir o “julgamento”. Ela também revelou atuar na cobrança de dívidas relacionadas ao tráfico de drogas na região. Com ela, os policiais encontraram anotações que somavam mais de R$ 7 mil em débitos atribuídos a terceiros .
Dois adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Todos, juntamente com as vítimas, foram encaminhados à delegacia da cidade para os procedimentos legais .
Alerta da PM
O caso segue sob investigação, e a Polícia Militar reforçou a importância da participação da população no combate ao crime, destacando que denúncias anônimas podem ser feitas pelo número 190 .
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Polícia Civil prende mulher condenada a mais de 11 anos por tráfico de drogas e associação criminosa em Manoel Urbano
Investigação teve início em 2023 com denúncias anônimas; durante busca, foram apreendidas cocaína, crack, munições e carabina adulterada

A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição. Foto: captada
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, reafirma seu compromisso no combate ao tráfico de drogas e à criminalidade organizada e destaca que, na última terça-feira (17), oficiais investigadores de polícia civil efetuaram a prisão de uma mulher identificada pelas iniciais J.R.S., de 31 anos, condenada pela Justiça a mais de 11 anos de reclusão e detenção pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse irregular de munição. A ação evidencia a eficácia do trabalho investigativo e o cumprimento das decisões judiciais pela instituição.
As investigações conduzidas pela PCAC, por meio da Delegacia-Geral de Manoel Urbano, tiveram início após denúncias anônimas que indicavam que uma residência localizada no bairro São Francisco estaria sendo utilizada como ponto de comercialização de entorpecentes. A partir disso, equipes policiais passaram a monitorar o local, constatando intensa movimentação de usuários, característica típica de pontos de venda de drogas, o que reforçou os indícios de atividade ilícita.
Apreensões
No dia 30 de junho de 2023, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, os policiais civis lograram êxito em localizar e apreender porções de cocaína e crack, munições de calibre .22 e uma carabina de pressão adulterada. A ação é resultado direto do trabalho técnico e estratégico dos oficiais de polícia civil, que atuaram de forma precisa para reunir provas materiais contundentes.
Além dos materiais apreendidos, a investigação também contou com a análise de aparelhos celulares encontrados na residência. Os dispositivos continham mensagens e imagens que comprovavam a negociação, preparo e comercialização das drogas, fortalecendo o conjunto probatório apresentado à Justiça. Esse trabalho minucioso reforça a capacidade investigativa da Polícia Civil do Acre no enfrentamento ao tráfico.
Durante o processo, a acusada alegou desconhecimento das atividades criminosas, versão que foi confrontada pelas provas reunidas. Conforme apontado nos autos, ela admitiu ter ciência da existência da arma e da prática de tráfico realizada por seu companheiro no imóvel. O magistrado destacou, inclusive, o elevado grau de culpabilidade, ressaltando como agravante o fato de os crimes ocorrerem no ambiente familiar, onde a ré vivia com o próprio filho.
Pena
Na sentença, a Justiça estabeleceu a pena de 10 anos e 2 meses de reclusão pelos crimes de tráfico e associação, além de 1 ano e 2 meses de detenção pela posse irregular de munição, somando ainda o pagamento de 1.445 dias-multa. O regime inicial fixado foi o fechado.

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