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Prefeitura de Rio Branco entrega uma caminhonete à Economia Solidária, fruto de emenda parlamentar

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(Foto: Evandro Derze/Assecom)

Visando o fortalecimento da Economia Solidária na capital, a Prefeitura de Rio Branco, por meio de suas secretarias, não tem medido esforços para proporcionar todos os meios necessários de apoio. Prova disso, foi a entrega no ano passado de um caminhão baú aos feirantes para que pudessem transitar com seus produtos de forma segura.

Quem também entendeu a relevância do serviço prestado pelos empreendedores foi a então vice-governadora do Acre, Mailza Assis, que na época em que foi senadora destinou emenda parlamentar de R$ 280 mil para a aquisição de uma caminhonete L200 Triton. A entrega do veículo aconteceu na tarde dessa quinta-feira (31), no Novo Mercado Velho. A solenidade contou com a presença de vereadores e representantes do Sebrae e da AgroNorte.

Tião Bocalom: “Vamos gerar emprego e renda” (Foto: Evandro Derze/Assecom)

Segundo o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, a Economia Solidária é uma importante alternativa para que as pessoas possam ter independência financeira. Ele destacou que, após assumir a gestão, recebeu o coordenador da Economia Solidária, acompanhado do vereador Antônio Morais, quando pediram que o prefeito mantivesse a feirinha.

“Eu disse para ficarem tranquilos e de que teriam a minha palavra porque eu sei da importância de um trabalho desse. Como se tira uma coisa que está dando certo há tanto tempo? Parabéns à Economia Solidária, ao Carlos que comanda um grupo grande, principalmente de mulheres que se dedicam todos os dias para levar o pão de maneira honesta para a sua casa. Continuem assim contando com a prefeitura.Vamos gerar emprego e renda. Esse é o objetivo do nosso trabalho”, disse.

De acordo com Francinete Barros, assessora especial da vice-governadora e sua representante no evento, é uma honra para a gestora poder estar proporcionando essa emenda que resultou na aquisição do automóvel e vai auxiliar ainda mais o belo trabalho desenvolvido pelos empreendedores.

“Sabemos que a economia informal em nosso espaço ainda é muito latente e as oportunidades precisam aparecer e a Economia Solidária é isso, dignidade, força, sonho que as pessoas desenvolvem nesse espaço. Fico feliz que o prefeito disse que vão dar uma revigorada no espaço, até porque aqui é um ponto turístico e precisa ser olhado com muito carinho”, declarou.

O coordenador do Fórum Acreano da Economia Solidária, Carlos Taborga, falou sobre ser esse um momento de grande gratidão ao ver que a Prefeitura de Rio Branco e a vice-governadora Mailza Assis estão investindo no sonho de 450 famílias e assim, impulsionando cada vez mais a economia informal.

“Para nós é um momento de fortalecimento, a economia solidária vai poder se expandir, visitar outros municípios e também fortalecer outros fóruns municipais além do de Rio Branco. Isso é a Economia Solidária, o fortalecimento das famílias, que as pessoas que estejam aqui tenham dignidade porque o nosso maior objetivo hoje é fazer a inclusão social devolvendo o bem viver para as famílias e para as pessoas que estão conosco”, explicou.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo, Tecnologia e Inovação (SDTI) coronel Ezequiel Bino, reforçou que a gestão está empenhada em continuar apoiando esses empreendimentos, por isso, garantiu que muita coisa boa ainda vem por aí, inclusive uma manutenção no espaço em que estão os feirantes.

“Qualquer investimento na Economia Solidária é investimento em emprego, renda e riqueza para a nossa cidade. Muita gente depende disso aqui. A Prefeitura vai fazer muitas melhorias aqui, os investimentos estão chegando. Vamos tornar esse lugar muito melhor para que além da comida gostosa, ele fique com uma aparência ainda melhor para receber bem o nosso rio-branquense e turista”, destacou.

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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