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Prefeitura de Rio Branco apresenta programação do Março Mulher 2023
Iniciando as ações voltadas para o Março Mulher, como ficou conhecido o mês de março após a sanção da Lei Municipal Nº 2.424, que estende o Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8, para todo o mês, a Prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), convida a toda a população, em especial as mulheres, para participar dos eventos previstos até dia 31.
Para iniciar a programação, do dia 1º até 7 de março, serão realizada atividades no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) dos bairros: Cidade Nova, Cidade do Povo, Tancredo Neves, Rui Lino, São Francisco, Santa Helena, Sobral e Calafate, casas de acolhimento, Centro Pop, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Unidades de Saúde.
Nesses encontros, a população poderá participar de rodas de conversa para trabalhar a conscientização referente aos cinco tipos de violências contra a mulher e seus direitos, além de conhecer mais sobre a criação da Lei Keyla Viviane dos Santos, por meio dos grupos de convivência de mulheres.
Ao longo do mês, também haverá a distribuição de panfletos informativos, divulgação dos serviços e atendimentos do Centro de Referência de Atendimento à Mulher Vítima de Violência, a Casa Rosa Mulher, entre outras várias ações.
Este ano o slogan para o Março Mulher é: Pelos Direitos e Dignidade das Mulheres.
“A programação está recehada de ações para que as mulheres conheçam seus direitos e estaremos em todos os lugares para que elas possam participar e se conscientizar sobre seus benefícios. Precisamos levar infrmação às mulheres”, disse Rila Freze, diretora do departamento de Direitos Humanos da SASDH.
Março Mulher
Sancionada pelo prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, em 5 de maio de 2022, a Lei Municipal Nº 2.424 instituiu o março como o Mês da Mulher na capital. A ideia do “Março Mulher” foi de não só homenagear o público feminino, como também de intensificar e promover políticas públicas voltadas para à mulher.
Entre as ações que serão realizadas pela gestão, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, no Março Mulher, estão às discussões sobre o enfrentamento à violência contra a mulher, o incentivo à participação das mulheres nos espaços de poder, campanhas de saúde, atividades de lazer, atividades culturais, atividades físicas, empoderamento econômico, entre outros.
Vale ressaltar que as ações estarão sob responsabilidade do Departamento de Políticas para Mulheres, que está vinculado à Diretoria de Direitos Humanos da SASDH, que estarão realizando ações em toda a capital.
O “Março Mulher” faz parte do calendário anual de eventos do município de Rio Branco, conforme a Lei 2.424, de 5 de maio de 2022, onde prevê as garantias orçamentárias para a realização das ações.
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Acre terá mais de 612 mil eleitores nas eleições gerais de 2026
Estado escolherá presidente, governador, dois senadores e parlamentares; mais de 46 mil ainda não fizeram biometria
O Acre chega às eleições gerais de 2026 com 612.448 eleitores aptos a votar, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-AC). O número integra o universo de mais de 155 milhões de brasileiros que irão às urnas em todo o país para escolher os novos representantes políticos para o período de 2027 a 2030.
No pleito, os acreanos irão eleger o presidente da República, o governador do Estado, dois senadores, dez deputados federais e 30 deputados estaduais que irão compor a Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). O primeiro turno da votação está marcado para o dia 4 de outubro de 2026. Caso nenhuma candidatura alcance a maioria absoluta, o segundo turno será realizado em 25 de outubro. A propaganda eleitoral estará liberada a partir de 16 de agosto.
Apesar do crescimento do eleitorado e dos avanços tecnológicos no processo eleitoral, o estado ainda registra pendências na coleta biométrica. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) apontam que cerca de 7,59% dos eleitores acreanos — o equivalente a 46.496 pessoas — ainda não realizaram o cadastro biométrico.
A biometria é considerada fundamental para garantir mais segurança, agilidade e transparência ao processo de votação, reduzindo riscos de fraude e impedindo que uma pessoa vote no lugar de outra.
Rio Branco concentra o maior colégio eleitoral do estado, com 271.518 eleitores. Em seguida aparecem Cruzeiro do Sul (62.645), Sena Madureira (30.666), Tarauacá (28.427) e Feijó (23.221). Já os menores números estão em Santa Rosa do Purus, com 3.918 eleitores, e Manoel Urbano, com 5.892.
O voto é obrigatório para brasileiros alfabetizados entre 18 e 70 anos. Jovens de 16 e 17 anos, pessoas acima de 70 anos e eleitores analfabetos têm participação facultativa.
Quem ainda não possui biometria cadastrada deve procurar um cartório eleitoral ou posto do TRE-AC, munido de documento oficial com foto e comprovante de residência. O agendamento pode ser feito previamente pelo site do tribunal. A Justiça Eleitoral também disponibiliza diversos serviços online por meio do sistema Título Net, como emissão de título, transferência de domicílio eleitoral e regularização de pendências.
A recomendação é que os eleitores regularizem sua situação com antecedência, evitando transtornos e garantindo tranquilidade no dia da votação.
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“Fuck you, Lula”, diz conselheiro de Trump após crítica à ação dos EUA
Jason Miller atacou o presidente Lula em publicação no X depois que o brasileiros condenou os ataques dos EUA na Venezuela
Jason Miller, um dos conselheiros do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mandou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “se foder” depois que o brasileiro criticou a ação militar dos norte-americanos contra a Venezuela, realizada no sábado (3/1).
Em publicação no X, Miller compartilhou uma reportagem noticiando a declaração crítica de Lula sobre os ataques dos EUA, que resultaram na captura do ditador Nicolás Maduro e da esposa, Cilia Flores.
“Vai se foder, Lula. Agora todos nós sabemos qual é a sua posição”, afirmou o conselheiro de Trump, em tradução livre.
Horas depois do ataques dos EUA à Venezuela, Lula se pronunciou dizendo que a ação ultrapassava uma “linha inaceitável”.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou Lula.
Ele acrescentou ainda que, “atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”.
“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”, destacou Lula.
Recentemente, Lula tem tentado se aproximar dos EUA depois das sanções impostas pelo país norte-americano ao Brasil. A missão, até certo ponto, tem dado certo, tendo em vista o recuo de Trump quanto às sobretaxas e também em relação a sanção contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
A Venezuela, no entanto, segue sendo um flanco para o Brasil, visto que o tema é usado para atacar Lula por sua proximidade com Maduro – algo que vem sendo explorado também pela direita brasileira desde sábado.
Ataque na Venezuela
Os Estados Unidos atacaram, neste sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela e o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que capturou Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores.
Segundo Trump, ambos foram dirigidos de navio para Nova York, onde Maduro será julgado por narcoterrorismo.
Horas depois da captura, Trump chegou a publicar uma foto do líder chavista com os olhos vendados, algemado, e usando abafadores nos ouvidos. Na publicação, também é possível ver que ele está segurando uma garrafa d´água. De acordo com o presidente norte-americano, a fotografia foi registrada a bordo do USS Iwo Jima, navio que transporta Maduro para os EUA.
Depois, em declaração pública na Flórida, Trump disse que sua ofensiva contra a Venezuela foi por causa do petróleo na região e que, depois da captura de Maduro, os Estados Unidos irão administrar o país até haver uma transição de poder.
Com a saída de Maduro, quem assumiu o comendo da Venezuela foi a vice-presidente, Delcy Rodriguez. Durante uma reunião do Conselho de Defesa do País nesta sábado (3), ela afirmou que a Venezuela não irá se render aos EUA.
F you, Lula. Now we all know where you stand!
“Brazil says US crossed ‘unacceptable line’ on Venezuela as officials track border” https://t.co/Xe26A7to6q
— Jason Miller (@JasonMiller) January 4, 2026
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Prefeito Tião Bocalom classifica prisão de Nicolás Maduro como “vitória do povo venezuelano” em postagem nas redes sociais
Autoridades municipais e declaração polêmica repercutem após anúncio de captura do presidente da Venezuela em cenário relatado pelos Estados Unidos
Após o anúncio, feito pelo governo dos Estados Unidos, da prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, comentou o episódio em suas redes sociais, classificando a captura do líder venezuelano como uma “vitória do povo venezuelano”.
Em publicação oficial, o prefeito afirmou que Maduro seria um dos principais símbolos da chamada “esquerda autoritária” no mundo e atribuiu a queda do regime à ofensiva liderada pelo presidente norte-americano Donald Trump. Na postagem, Bocalom escreveu que um “regime que esmagou seu próprio povo chega ao fim” e agradeceu a Trump “por liderar a ofensiva que acelerou a queda de um ditador e devolveu esperança à Venezuela”.
Trecho da mensagem publicada por Bocalom nas redes sociais:
“VITÓRIA DO POVO VENEZUELANO!
O maior símbolo da esquerda autoritária no mundo, sustentado pelo narcotráfico e pela opressão, CAI.
Um regime que esmagou seu próprio povo chega ao fim.
Obrigado, Trump, por liderar a ofensiva que acelerou a queda de um ditador e devolveu esperança à Venezuela.”
Segundo a versão divulgada pelas autoridades norte-americanas, a prisão de Maduro teria ocorrido após uma ofensiva militar de grande escala lançada na madrugada deste sábado (3). De acordo com Washington, ataques teriam atingido Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Fontes oficiais dos Estados Unidos teriam informado que o casal foi retirado da Venezuela por via aérea e está sob custódia em território norte-americano, em local mantido em sigilo por razões de segurança. As mesmas autoridades confirmaram que Maduro será apresentado à Justiça no Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova York, onde ele e Cilia Flores teriam sido formalmente denunciados pela Procuradoria-Geral dos Estados Unidos.
No lado venezuelano, conforme divulgado nesse cenário, o governo declarou estado de emergência e afirmou desconhecer o paradeiro do presidente e da primeira-dama. A vice-presidente venezuelana também teria afirmado não ter informações sobre o casal e pedido uma prova de vida.





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