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Prefeitura de Rio Branco alerta para aumento de casos de covid, reforça rede e orienta população

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Até a 35ª semana epidemiológica em 2025, foram registrados 1.855 casos confirmados de covid em Rio Branco, com 255 casos suspeitos na última semana

Até a última atualização, a maioria dos casos confirmados tinham entre 40 a 49 anos, com 375 casos confirmados, seguido de 349 casos de pacientes com idade entre 30 e 39 anos. Foto: cedida 

A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, emitiu a Nota de Alerta Nº 04/2025 sobre o aumento de casos confirmados de covid-19 no município. Durante a semana epidemiológica 35, entre os dias 24 e 30 de agosto, registrou-se 19 casos confirmados. Isso corresponde a um crescimento de 90% em comparação à semana epidemiológica anterior, com 10 casos confirmados. Os idosos foram o grupo mais atingido durante esse período.

Até a 35ª semana epidemiológica em 2025, foram registrados 1.855 casos confirmados de covid em Rio Branco, com 255 casos suspeitos na última semana. Até a última atualização, a maioria dos casos confirmados tinham entre 40 a 49 anos, com 375 casos confirmados, seguido de 349 casos de pacientes com idade entre 30 e 39 anos.

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, afirma que a rede de atenção básica está preparada para receber a população e reforça cuidados simples, mas que podem fazer diferença. “A atenção deve ser redobrada sobre esse vírus que, atualmente, vem sendo controlado. A vacinação em dia e cuidados diários na rotina, como a utilização de máscara e álcool nas mãos é de suma importância para manter a segurança, principalmente da população mais sensível, como idosos e pessoas com comorbidades. Temos reforçado continuamente nossa rede, com medidas estruturantes e reforço de pessoal”.

O secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, afirma que a rede de atenção básica está preparada para receber a população e reforça cuidados simples, mas que podem fazer diferença. Foto: captado 

Quando procurar a UBS e quando procurar a UPA

A Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de procurar o serviço adequado de saúde:

  • Unidade Básica de Saúde (UBS): indicada para casos leves, como sintomas iniciais de síndrome gripal (febre baixa, tosse, dor de garganta, coriza, dor de cabeça leve), para testagem de covid-19, acompanhamento médico e orientações. Nas UBSs também é possível atualizar a vacinação contra a covid-19.
  • Unidade de Pronto Atendimento (UPA): indicada para casos moderados a graves, quando houver sinais de alerta como febre persistente por mais de três dias, falta de ar ou dificuldade para respirar, dor no peito, confusão mental, fraqueza intensa ou sinais de desidratação. Nestes casos, é essencial buscar atendimento imediato.
Medidas de prevenção recomendadas
  • Utilizar máscaras em locais fechados ou com aglomeração;
  • Frequente higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel a 70%;
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal;
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Manter os ambientes bem ventilados;
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de Síndrome Gripal;
  • Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos;
  • Buscar atendimento médico em caso de sinais e sintomas compatíveis com a doença.

O prefeito Tião Bocalom destacou o compromisso da gestão com a saúde da população: “Estamos atentos ao crescimento dos casos de covid-19 em Rio Branco e atuando de forma responsável para garantir atendimento de qualidade à nossa população. Reforçamos as equipes de saúde, fortalecemos nossas unidades e seguimos orientando a população sobre prevenção. A pandemia nos ensinou muito e, com união, vamos continuar protegendo a vida dos rio-branquenses.”

O prefeito Tião Bocalom destacou o compromisso da gestão com a saúde da população. Foto: captada 

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Análise: EUA perdem aviões e domínio militar sobre o Irã é questionado

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Dois caças abatidos evidenciam limites do poder americano na região e riscos da guerra assimétrica

A guerra no Irã, que já enfrentava resistência entre os americanos, entrou em uma fase mais delicada após a notícia de que um caça dos EUA foi derrubado em território iraniano.

Ainda há muitas incógnitas, especialmente sobre a situação dos dois tripulantes. A CNN apurou que um deles foi resgatado e recebe atendimento médico, mas o destino do outro permanece desconhecido.

Pouco depois, o Irã atingiu uma segunda aeronave de combate americana na sexta-feira (3). O piloto conseguiu levar o avião para fora do território iraniano antes de ejetar e foi posteriormente resgatado, segundo um oficial dos EUA.

Apesar disso, esses episódios não colocam o Irã em pé de igualdade militar com os Estados Unidos. As baixas americanas seguem limitadas, sem mortes conhecidas nas últimas três semanas. Ainda assim, o caso evidencia os riscos da guerra assimétrica, cujos custos o público americano já questiona.

Os incidentes também colocam em xeque as declarações da administração Trump sobre o “controle absoluto” do espaço aéreo iraniano, questionando a imagem de invulnerabilidade que vinha sendo divulgada.

O presidente Donald Trump e o secretário de Defesa Pete Hegseth haviam afirmado que EUA e Israel tinham liberdade total para voar pelo Irã, retratando Teerã como incapaz de reagir.

Em coletiva de 4 de março, Hegseth disse que o domínio do espaço aéreo estava “a poucos dias de se concretizar”:

“Em poucos dias, as duas forças aéreas mais poderosas do mundo terão controle total do espaço aéreo iraniano”, disse, classificando-o como “incontestável”. “O Irã não poderá fazer nada”, completou.

Nas semanas seguintes, Trump reforçou essa ideia: “Temos aviões voando sobre Teerã e outras partes do país; eles não podem fazer nada”, disse em 24 de março. Ele afirmou que os EUA poderiam atacar usinas e que o Irã não teria capacidade de reagir.

O presidente chegou a afirmar que o Irã não possuía “marinha”, “forças armadas”, “força aérea” ou “sistemas antiaéreos” — chegando a declarar: “Seus radares foram 100% destruídos. Somos imparáveis como força militar.”

No entanto, estamos falando de apenas dois aviões abatidos em meio a milhares de aeronaves. A administração admitiu que poderiam ocorrer incidentes, incluindo perdas humanas. Hegseth já havia reconhecido que “alguns drones podem passar ou tragédias acontecerem”.

Mesmo assim, o discurso oficial sobre o domínio militar era absoluto, com termos como “controle total” e “espaço aéreo incontestável”, sugerindo que o Irã sequer teria armamento para reagir.

Este episódio é mais um exemplo de exagero por parte de Trump e de seus aliados sobre supostos sucessos militares.

Após os ataques a instalações nucleares iranianas em junho passado, Trump chegou a afirmar que o programa nuclear havia sido “obliterado” — o que não correspondia às avaliações de inteligência americana. Meses depois, o país voltou a ser retratado como ameaça nuclear iminente.

Logo após o início da guerra, Trump chegou a culpar o Irã por um ataque a uma escola primária, que investigações preliminares indicam ter sido causado por ação americana.

Recentemente, a CNN apurou que a destruição de lançadores de mísseis iranianos, apontada por Trump, foi fortemente exagerada. O Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica ainda mantém cerca de metade de sua capacidade.

O problema político é que o sucesso militar americano deveria ser o principal trunfo da administração. Mas os americanos demonstram pouca confiança na missão: os objetivos mudam constantemente e os custos econômicos — como o fechamento do Estreito de Ormuz e a alta nos preços de combustíveis — geram insatisfação.

Hegseth chegou a criticar a mídia por “não reconhecer os sucessos militares da campanha”: “Isso é o que a ‘fake news’ não mostra. Tomamos controle do espaço aéreo e das vias navegáveis do Irã sem tropas no solo.”

Um mês depois, o Estreito de Ormuz continua como exceção crucial, e o controle do espaço aéreo iraniano e o suposto fim do programa de mísseis não parecem tão absolutos quanto anunciado.

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Tribos iranianas disparam contra helicópteros dos EUA

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Ataques ocorrem durante busca por membro da tripulação de caça abatido sobre o Irã

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Irã permite passagem de navios com bens essenciais pelo Estreito de Ormuz

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Autorização abrange embarcações com produtos essenciais, em meio a controle reforçado da rota estratégica; Iraque terá trânsito liberado sem restrições

O Irã anunciou que permitirá a passagem de navios com “bens essenciais” pelo Estreito de Ormuz, atualmente bloqueado, informou a agência estatal Tasnim. Ainda não está claro quais produtos serão considerados essenciais nem se embarcações de países considerados hostis continuarão impedidas de transitar pela rota.

Em documento enviado ao chefe da Organização de Portos e Assuntos Marítimos, Houman Fathi, o vice de desenvolvimento comercial do órgão afirmou que a permissão vale para “navios que transportam bens essenciais – principalmente alimentos básicos e insumos para criação de animais – pelo Estreito de Ormuz”.

O funcionário destacou que a medida vale para navios que se dirigem a portos iranianos ou que já operam na região.“As autoridades competentes devem tomar as providências necessárias, seguindo os protocolos estabelecidos, para garantir a travessia dessas embarcações”, acrescentou.

Além disso, uma lista das embarcações autorizadas a atravessar a rota será “enviada para coordenação”, informou Ghazali.

O comando militar conjunto Khatam al-Anbiya do Irã afirmou que o Iraque estará livre de quaisquer restrições de trânsito pelo Estreito de Ormuz, sinalizando tratamento preferencial para Bagdá, segundo a mídia iraniana neste sábado (4).

Ainda neste sábado, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar intensificar ações contra Teerã caso o país não consiga fechar um acordo ou liberar o Estreito de Ormuz.

“Lembram quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMUZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes de todo o inferno se abater sobre eles. Glória a Deus!”, publicou Trump na rede social Truth Social.

*Com informações da Reuters e da CNN

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