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Prefeitura de Cacoal abre concurso com mais de 600 vagas e salários com gratificação que superam R$ 10 mil
As inscrições poderão ser realizadas entre 15 horas do dia 14 de agosto e 15 horas do dia 9 de outubro de 2024 (horário de Rondônia), exclusivamente pela internet

As remunerações variam entre R$ 1.412,00 e R$ 6.050,00, além de um auxílio-alimentação de R$ 750,00 e diversas gratificações
A Prefeitura de Cacoal anunciou a abertura de concurso público com mais de 600 vagas. As inscrições serão abertas na próxima semana e seguem até outubro.
O certame oferece 602 vagas em diversas funções municipais, contemplando oportunidades para candidatos de todos os níveis de escolaridade. A organização do concurso ficará a cargo do Instituto Consulplan, que aplicará as provas no dia 17 de novembro.
As remunerações variam entre R$ 1.412,00 e R$ 6.050,00, além de um auxílio-alimentação de R$ 750,00 e diversas gratificações, conforme o cargo ocupado. Para auditor por exemplo, os salários podem superar R$ 10 mil.
As inscrições poderão ser realizadas entre 15 horas do dia 14 de agosto e 15 horas do dia 9 de outubro de 2024 (horário de Rondônia), exclusivamente pela internet, no site www.institutoconsulplan.org.br. A taxa de inscrição varia de R$ 65,00 a R$ 79,00, conforme o cargo pretendido.
O processo seletivo será composto por várias etapas:
- Prova objetiva para todos os cargos;
- Prova discursiva para os cargos de Auditor Administrativo, Auditor Clínico e Procurador Municipal;
- Prova prática para cargos como Auxiliar de Topografia, Mecânico, Motorista, Operador de Máquinas, entre outros;
- Avaliação de títulos para todos os cargos de nível superior.
As provas objetivas ocorrerão em Cacoal em 17 de novembro. Os locais de prova serão divulgados a partir de 11 de novembro no site da banca organizadora.
Os gabaritos preliminares serão publicados a partir das 15 horas da segunda-feira seguinte à aplicação das provas, e os candidatos terão dois dias para interpor recursos, também pelo site da organizadora.
O concurso terá validade de dois anos a partir da data de homologação, podendo ser prorrogado por mais dois anos. CONFIRA O EDITAL:
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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