Acre
Prefeitura de Brasiléia retoma atividades para idosos do Município
O Centro de Convivência dos Idosos de Brasiléia atende mais de 100 pessoas da melhor idade do município com diversas atividades que proporcionam um espaço de inclusão social, estimulando a participação no contexto familiar e comunitário, refletindo sobre o processo de envelhecimento como qualidade e valorização da vida, e com isso a Prefeitura de Brasiléia através da Secretaria de Assistência Social, optou por não ter recesso no início de 2018 nas atividades realizadas com os idosos no centro, sendo uma reivindicação dos mesmos.
As atividades são realizadas três dias da semana, segundas, quartas e sextas, às 05h30min da manhã com o Educador Físico e após as atividades é servido um lanche aos idosos. O centro continuará funcionando normalmente durante o mês de janeiro, a espera dos meninos e meninas da melhor idade.
O Centro também realizará no dia 26 de janeiro uma festa temática vermelha e preta, para a melhor idade.
A Secretária de Assistência Social Joseane Pimentel falou sobre o assunto.
“Diferente dos anos anteriores, esse ano optamos por não fazer recesso, porque a Prefeita Fernanda Hassem junto com a equipe da Assistência, entende a importância de não parar as atividades do centro, que nos anos anteriores entrava em recesso em dezembro e só retornavam após o carnaval e a Prefeitura percebe que é um tempo longo para interromper as atividades que fazem tão bem aos idosos que participam do centro”, finalizou a Secretária.
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Acre
Medicamentos podem ter reajuste de até 3,81% a partir desta terça
Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos
Medicamentos vendidos no Brasil podem ter o preço reajustado em até 3,81% a partir desta terça-feira (31), conforme estabelecido em resolução publicada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).

O texto prevê três níveis máximos de reajuste aplicáveis a diferentes grupos de medicamentos, conforme a competitividade de cada categoria:
- 3,81% para medicamentos com concorrência;
- 2,47% para medicamentos de média concorrência;
- 1,13% para medicamentos de pouca ou nenhuma concorrência.
Algumas categorias não se encaixam nesses critérios, como fitoterápicos, homeopáticos e determinados medicamentos isentos de prescrição com alta concorrência no mercado, que possuem regras específicas dentro do sistema de regulação de preços.
Em nota, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que o reajuste médio permitido por lei ficará em até 2,47%, o menor dos últimos 20 anos e abaixo da inflação acumulada dos últimos 12 meses, de 3,81%.
“A redução consecutiva do índice desde 2023 é fruto da política de combate à inflação e reforça a importância da regulação para proteger o consumidor de preços abusivos. Nos anos anteriores, houve um aumento expressivo do percentual, ultrapassando 10%.”
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A Anvisa destaca que os aumentos não são automáticos. “Na prática, fabricantes e farmácias podem aplicar reajustes inferiores ou até manter os preços atuais, dependendo das condições do setor e do nível de concorrência entre as empresas”.
“A regulação econômica dos medicamentos no Brasil garante a proteção do consumidor e, ao mesmo tempo, busca a sustentabilidade do setor para a continuidade do fornecimento de medicamentos no país.”
Entenda
O reajuste dos preços de medicamentos é feito uma vez ao ano e segue uma fórmula regulatória que parte da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e desconta o ganho de produtividade da indústria.
A Cmed é o órgão federal responsável pela regulação econômica do mercado farmacêutico no Brasil e estabelece critérios para a fixação e o reajuste dos preços de medicamentos, com o objetivo de estimular a concorrência e garantir o acesso da população aos produtos.
A câmara de regulação é composta pelo Ministério da Saúde, pela Casa Civil e pelos Ministérios da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Anvisa, por sua vez, exerce a função de secretaria executiva, fornecendo suporte



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