Lixão existente no município de Brasiléia - Foto: Alexandre Lima/Arquivo
Lixão existente no município de Brasiléia – Foto: Alexandre Lima/Arquivo

Da redação, com Mariano Maciel

Prefeitos discutem consórcio e a destinação de recursos para a construção das estações de tratamento dos resíduos sólidos. Até agora, só a prefeitura de Rio Branco atendeu à determinação da Organização Mundial de Saúde, que deu prazo até 2014 para acabar com os lixões nos municípios brasileiros. Este e outros assuntos serão discutidos pelos prefeitos, senadores e deputados federais no próximo mês.

Até a segunda quinzena de novembro, a bancada federal vai se reunir, em Rio Branco, com os prefeitos, representantes de instituições federais e estaduais e o Executivo. Na pauta: a discussão das prioridades do Governo e das prefeituras e a dotação orçamentária para 2014.

O encontro na Capital deve ocorrer logo após a aprovação do relatório final do projeto de Lei Orçamentária/2014, que estabelece o valor das emendas parlamentares ao orçamento da União e depende ainda da aprovação ou não, pelo Senado, do orçamento impositivo que deve reduzir de 15 milhões para 10 milhões de reais o teto das emendas individuais.

A construção dos aterros sanitários nos municípios deve tomar conta das discussões por conta da determinação da Organização Mundial de Saúde que deu prazo até 2014 para que os prefeitos acabem com os lixões. Agora eles terão que correr contra o tempo.

Para ajudar na construção das estações de tratamento dos resíduos sólidos, que serão feitos através de consócios ente administrações municipais, a Associação dos Municípios do Acre (AMAC) sugere que cada parlamentar destine o valor de um milhão e meio de suas emendas individuais. A sugestão foi bem recebida pelos senadores e deputados federais.

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