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Prefeito decretará situação de emergência na Estação de Tratamento (ETA) I, para evitar o colapso no abastecimento de água na cidade

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O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom participou de uma reunião de alinhamento com a direção do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), Defesa Civil e representantes do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Habitação e Urbanismo. Em pauta, a recuperação de imediato da Estação de Tratamento de Água ETA l.

A grande preocupação dos gestores e da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (Comdec), é com a elevação e retração do rio Acre, que movimenta o solo da região, comprometendo a estrutura da ETA, podendo levar ao colapso do sistema de abastecimento pela estação de tratamento.

“Uma vez que o rio Acre está enchendo e essa retração que ele pode ter, aí complica ainda muito mais e agrava a situação da ETA 1. Então, para que nós não tenhamos prejuízo e a população em abastecimento de água, nós estamos buscando todos os meios de recursos para poder minimizar todos os impactos que são as erosões e movimentação de massa”, explicou o coordenador da Comdec, tenente coronel Claúdio Falcão.

Na reunião foi pactuado o uso de um recurso no valor de quase 9 milhões de reais, previsto para o estado por meio de um termo de compromisso com o governo federal para a modernização da ETA I.

“Estamos terminando o projeto, vamos orçar e submeter a caixa, como é um recurso Federal precisa do anúncio da caixa, e a tratativa que nós temos, a determinação do governador Gladson Cameli, é que até o final de janeiro, nós já estejamos com a empresa contratada”, disse o secretário de Habitação e Urbanismo, Egleuson Santiago.

Para dar mais agilidade na liberação dos recursos, o prefeito de Rio Branco Tião Bocalom pretende decretar situação de emergência na ETA, para tentar evitar o colapso no abastecimento.

“Nós tivemos um problema sério na ETA II,  já empenhou o recurso, se Deus quiser a gente vai resolver o problema da ETA II, aí veio o problema da ETA I, e aí como o governo do Estado tem um recurso já garantido do governo federal, então nós vamos aqui fazer essa conversa, porque nós vamos decretar a situação de emergência, e aí é a hora em que o governo do Estado entra com o recurso que tem para poder fazer a recuperação, ou seja, a implantação de uma nova estação de tratamento, porque realmente 40% da cidade depende dessa estação de captação e tratamento. É muito importante. Eu estou feliz com essa conversa com o coronel Ricardo, com o secretário Egleuson, mais o coronel Ricardo, sua equipe toda, onde ficou definido que esse recurso que o governo do estado já tem vai colocar à disposição para a gente recuperar a nossa ETA 1 para que a nossa população não sofra de repente um caos muito grande pela falta de água” concluiu o prefeito.

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Homem fica gravemente ferido após cair de carroceria de caminhonete em ramal de Xapuri

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Vítima relatou perda de sensibilidade do pescoço para baixo e foi transferida em UTI para Rio Branco

Um homem identificado como Jeferson Bezerra de Oliveira, de 33 anos, ficou gravemente ferido após cair da carroceria de uma caminhonete no ramal do km 59, nas proximidades do Rio Xapuri, a cerca de 35 quilômetros da zona urbana do município, no interior do Acre.

De acordo com informações do atendimento de emergência, a ocorrência foi registrada em um ramal de difícil acesso. O Corpo de Bombeiros foi acionado e prestou os primeiros socorros à vítima ainda no local, enquanto uma viatura permaneceu na entrada do ramal dando apoio à operação de resgate.

Ao ser atendido, Jeferson relatou que não sentia o corpo do pescoço para baixo, reclamando apenas de fortes dores na região cervical. Ele também informou aos socorristas que havia ingerido bebida alcoólica antes do acidente.

A vítima foi encaminhada inicialmente ao Hospital Regional de Xapuri, onde passou por exames, incluindo tomografia. Os resultados apontaram um desvio na região da coluna cervical, indicando a gravidade da lesão.

Diante do quadro clínico, foi necessária a transferência imediata para Rio Branco em uma Unidade de Terapia Avançada (UTA), a fim de garantir atendimento especializado. O estado de saúde do paciente é considerado grave e o caso segue sob acompanhamento médico.

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Prefeitura de Rio Branco acompanha avanço das obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB

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Com investimentos de cerca de R$ 60 milhões, prefeitura avança em duas das maiores obras urbanas da capital, fortalecendo a mobilidade, a economia e a requalificação do centro histórico

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, realizou nesta sexta-feira (9), uma visita técnica às obras do Mercado Municipal Elias Mansour, no bairro Cadeia Velha, e ao Viaduto Mamedio Bittar, conhecido como Viaduto da AABB. As intervenções integram um amplo pacote de investimentos da Prefeitura de Rio Branco voltado à infraestrutura, mobilidade urbana e à requalificação do centro da capital.

Com investimento estimado em cerca de 30 milhões, obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Com investimento estimado em cerca de R$ 30 milhões, a obra do Mercado Elias Mansour é uma das maiores intervenções urbanas atualmente em execução no município. Desse total, aproximadamente R$ 22 milhões são provenientes de emendas parlamentares do senador Márcio Bittar (PL). A agenda contou ainda com a presença do vice-prefeito Alysson Bestene, do secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, além de outros gestores municipais.

Prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Durante a visita, o prefeito destacou que a obra já ultrapassou 50% de execução e ressaltou a importância do novo mercado para o desenvolvimento urbano e econômico da cidade. Segundo Bocalom, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão quanto pela transformação que trará ao centro da capital.

De acordo com o gestor, o empreendimento representa um marco histórico para Rio Branco, tanto pela sua dimensão, quanto pela transformação que trará ao centro da capital. (Foto: Val Fernandes/Secom)

“É uma obra grande, complexa, com três pavimentos e muitos detalhes, mas que vai ficar para o resto da vida como uma grande intervenção que deu mais qualidade ao centro de Rio Branco. Esse mercado será um grande cartão de visitas para a nossa cidade”, afirmou o prefeito.

O gestor também ressaltou a parceria com o senador Márcio Bittar, destacando que os recursos viabilizaram tanto o mercado, quanto o Viaduto da AABB.

“Estamos falando de uma obra de R$ 30 milhões, algo que não se faz todos os dias. Quando se cuida bem do dinheiro público, ele rende muito mais”, completou.

O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. (Foto: Val Fernandes/Secom)

O senador Márcio Bittar reforçou a parceria com a Prefeitura de Rio Branco e destacou o papel das emendas parlamentares na execução de obras estruturantes no Acre. Ele lembrou que os recursos destinados ao Mercado Elias Mansour e ao viaduto foram articulados no período em que atuou como relator do Orçamento Geral da União.

“O prefeito Bocalom tem uma grande vantagem: mesmo quando há atraso no repasse federal, a prefeitura não para as obras, porque tem recursos em caixa. Isso é mérito da gestão e da organização financeira do município”, afirmou o senador da República.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, a previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país. (Foto: Val Fernandes/Secom)

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Cid Ferreira, cerca de R$ 15 milhões já foram investidos na obra do mercado. A previsão de entrega está estimada entre os meses de maio e junho, considerando o período invernoso e a logística de entrega dos insumos, que vêm do Sul do país.

“As obras já ultrapassaram 50% de execução. O acabamento é bastante detalhado e o resultado será um equipamento moderno, bonito e à altura dos grandes centros do país”, destacou o secretário.

Durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar. (Foto: Val Fernandes/Secom)

Já durante a visita ao Viaduto Mamedio Bittar, o prefeito Tião Bocalom destacou que a obra é fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Rio Branco e o senador Márcio Bittar, que viabilizou parte dos recursos em Brasília, complementados pelo município. Com investimento total de R$ 30 milhões, o viaduto representa um marco de modernidade para a cidade, reforçando sua identidade como capital e oferecendo impacto visual e funcionalidade à população.

Obras reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco. (Foto: Val Fernandes/Secom)

“Apesar do atraso no cronograma, causado pela demora na entrega de uma viga de aço adquirida diretamente da siderúrgica, a obra é motivo de orgulho para nossa gestão municipal e simboliza uma das grandes realizações urbanas da cidade”, afirmou o prefeito.

As obras do Mercado Elias Mansour e do Viaduto da AABB reforçam o compromisso da gestão municipal com a modernização da infraestrutura urbana, a valorização do centro histórico e a melhoria da qualidade de vida da população de Rio Branco.

Veja vídeo assessoria:

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Estudo da Fecomércio Acre aponta que custos dos pedágios em Rondônia podem impactar a economia acreana

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Free Flow na BR-364 — Foto: Reprodução/Nova 364

Efraim Macambira

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio/AC) vem realizando estudos para dimensionar o real aumento de preços nos custos de mercadorias no Acre, após o início da cobrança da tarifa de pedágios na Nova 364, no trecho entre Porto Velho e Vilhena, previsto para se iniciar em 12 de janeiro. Serão sete pontos de pedágio ao longo da BR-364, com o primeiro em Candeias do Jamari e o último no trecho de Pimenta Bueno, cruzando o estado de Rondônia desde sua divisa com Mato Grosso até Porto Velho, todos no sistema Free Flow, de forma automatizada, seja pela placa do veículo ou pela leitura das Tags de pedágio, ou seja, sem cabines de cobrança.

Os custos com o transporte naquele trecho variam de acordo com o veículo e seu porte. Automóveis, caminhonetes e furgões com dois eixos terão um custo de R$ 144,80 entre Porto Velho e Vilhena. Um veículo com três eixos terá um custo de R$ 435,40 e um caminhão com oito eixos, um custo de R$ 1.158,40. Há uma estimativa de que, para o transporte de cargas de outros estados que precisem cruzar Rondônia para acessar o Acre, em um caminhão com cinco eixos, o valor gire, em média, em R$ 724,00.

Tais valores aplicam-se somente ao trecho da BR-364 em Rondônia. Em um transporte de cargas de São Paulo até o Acre, haverá outros pontos de pedágio, tanto em São Paulo quanto em Goiás (se for a rota) e Mato Grosso. No total, serão mais 22 postos de pedágio entre o Acre e São Paulo, o que faz com que os custos apresentados no trecho de Rondônia não sejam os custos totais da origem da viagem até o seu destino.

Segundo o assessor da Presidência da Fecomércio Acre, Egídio Garó, a implantação da cobrança de pedágio na Nova 364 tende a gerar impactos diretos na economia do Estado, especialmente na formação de preços do comércio e no custo de vida da população acreana. “Certamente, o custo do pedágio comporá a formação de preços no comércio varejista e atacadista do Acre. Todos os produtos que aqui chegarem após o dia 11, quando do início das operações, sofrerão aumento em seus preços ao consumidor final e interferirão, ainda, no custo da cesta básica para famílias de baixa renda. A Portaria ANTT nº 517, de 2025, publicada no Diário Oficial da União, define as tarifas e os pontos onde serão aplicadas. Com isso, a redução de custos obtida quando da inauguração da ponte sobre o Rio Madeira retornará aos custos operacionais do comércio, afetando diretamente a economia do Estado”, avaliou.

Free flow na rodovia — Foto: Divulgação/Tamoios

Em contrapartida, Egídio Garó pondera que a concessão também traz benefícios operacionais e estruturais para a logística.

“Contudo, cabe informar que a cobrança dos pedágios melhorará as condições de rodagem da rodovia, trará mais segurança durante as viagens e outros serviços, tais como: operações de atendimento do SAMU; monitoramento eletrônico; estruturação para cobertura 4G; e áreas de apoio e pontos de descanso. Mesmo percebendo um real aumento nos preços finais, o impacto pode ser menor por conta da infraestrutura oferecida pela rodovia, da minimização de acidentes, da integridade dos produtos transportados e da manutenção veicular”, pontuou Garó.

Uma vez iniciadas as operações, a Federação do Comércio do Acre acompanhará a evolução dos preços e o seu impacto na economia do Estado.

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