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Prefeito de Rio Branco é vacinado contra a Covid-19 e defende tratamento precoce contra a doença
Atualmente, Prefeitura de Rio Branco está vacinando idosos com 66 anos ou mais. Tião Bocalom está no grupo prioritário e, recentemente, se envolveu em polêmica ao defender tratamento precoce para a Covid-19.

Tião Bocalom foi vacinado na manhã deste domingo (28), em Rio Branco — Foto: Evandro Derze/Dircom
Noticias da Hora
Aos 67 anos, Bocalom é vacinado contra a covid-19 e diz: “Uma coisa é a vacina, outra coisa é o tratamento precoce”
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressista), de 67 anos, foi vacinado contra a Covid-19 na manhã deste domingo (28). Ele foi imunizado na Unidade de Referência de Atenção Primária (Urap) Roney Meireles, no conjunto Adalberto Sena, na capital acreana.
Atualmente, a Prefeitura de Rio Branco está vacinando idosos com 66 anos ou mais.
Bocalom está no grupo prioritário e, recentemente, se envolveu em polêmica ao defender tratamento precoce para Covid-19. Ele recebeu a primeira dose da vacina.
A vacinação para esta faixa etária ocorre a partir neste domingo em quatro Uraps da capital acreana e mais um ponto de drive-thru.
Veja os locais:
- Urap Roney Meireles;
- Urap Hidalgo de Lima;
- Urap Ary Rodrigues;
- Urap Eduardo Asmar
- Antigo pátio do Detran em frente ao 7º BEC (drive-thru);
A reportagem separou todos os locais de vacinação e todas as faixa etárias que estão sendo vacinadas na capital acreana.
O prefeito chegou às 10h10 à unidade e recebeu a ficha 245. Na fila aguardando, ele conversou com as pessoas que estavam na unidade à espera da vacina.
Na fila, antes de ser imunizado, o prefeito conversou com o Notícias da Hora e voltou a defender o tratamento precoce, embora seja a favor da vacina.
“Uma coisa é vacina, outra coisa é o tratamento precoce. E eu digo sobre o tratamento precoce, porque não sou eu quem diz, quem diz são muitos médicos. Inclusive o Ministério Público Federal entrou na Justiça pedindo o tratamento precoce lá em Goiás. Isso significa que eu não estou errado como muita gente diz que eu estou errado. O tempo vai dizer isso. Eu quero saber das pessoas que não defendem o salvar a vida se lá na frente ficar provado como é que vai fazer”, disse.
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Deracre trabalha no asfaltamento da Rua Pedro Alexandrino, em Feijó
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), trabalha neste sábado, 24, no asfaltamento da Rua Pedro Alexandrino, uma das principais vias urbanas de Feijó. A obra recebe investimento de R$ 2,4 milhões, com recursos próprios do Estado e recursos federais, por meio de emenda parlamentar.

No local, as equipes executam serviços de drenagem, pavimentação asfáltica, recuperação de trechos danificados, construção de passeios públicos acessíveis e implantação de sinalização viária, garantindo melhores condições de tráfego e mais segurança para pedestres e motoristas.
A presidente do Deracre, Sula Ximenes, destacou que o asfaltamento atende a uma demanda antiga da população e melhora diretamente a rotina da cidade. “Essa é uma rua muito utilizada pelos moradores e por quem trabalha na região. O asfalto traz mais segurança, conforto e muda o dia a dia de quem passa por aqui todos os dias”, afirmou.

Segundo a presidente, o serviço está sendo executado com asfalto usinado a quente, o que garante maior durabilidade à via. “A gente cuida da drenagem, da base e do asfalto para entregar uma rua em boas condições e evitar problemas no futuro. É um trabalho feito para durar”, explicou Sula Ximenes.
A intervenção integra o conjunto de obras de infraestrutura urbana realizadas pelo governo do Acre em Feijó, com foco na melhoria da mobilidade e na qualidade de vida da população.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Rio Juruá se aproxima da cota de alerta em Cruzeiro do Sul
Nível do rio registra 11,82 metros neste sábado, dois centímetros acima da cota de atenção; Defesa Civil mantém monitoramento constante.

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Justiça do Trabalho determina medidas para coibir assédio eleitoral na Prefeitura

Foto: Luan Diaz
O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve decisão liminar que obriga o Município de Rio Branco a adotar uma série de medidas para prevenir e combater a prática de assédio eleitoral contra trabalhadoras e trabalhadores que prestam serviços direta ou indiretamente à administração municipal. A decisão foi proferida pela Vara do Trabalho de Cruzeiro do Sul, vinculada ao Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), que acolheu os argumentos apresentados pelo MPT.
Na ação, o órgão ministerial destacou a necessidade de assegurar a liberdade de orientação política dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de coação, perseguição ou retaliação em razão de posicionamentos político-partidários. Segundo o MPT, a repetição de condutas observadas durante as eleições de 2024 pode gerar danos irreparáveis aos direitos fundamentais dos servidores e empregados terceirizados.
Na decisão, o juiz do Trabalho Felipe Taborda determinou que o Município de Rio Branco se abstenha de praticar quaisquer atos que caracterizem assédio eleitoral, além de adotar medidas preventivas e de orientação para impedir esse tipo de conduta no ambiente de trabalho.
Para o procurador do Trabalho Roberto D’Alessandro Vignoli, autor da ação, a decisão representa uma vitória com caráter pedagógico e protetivo. “Ao estabelecer limites claros para que o ambiente de trabalho público não seja instrumentalizado como espaço de coerção política e ao determinar a criação de canais de denúncia sigilosos, bem como a capacitação de gestores, a Justiça do Trabalho garante que a liberdade de consciência e o direito ao voto livre não sejam comprometidos pela hierarquia funcional”, afirmou.
Entre as obrigações impostas, a Justiça do Trabalho determinou que o município assegure aos trabalhadores o direito à livre orientação política e à liberdade de filiação partidária, incluindo o direito de votar e ser votado. A administração municipal também deve se abster de qualquer conduta que configure discriminação, perseguição, promessa de benefícios, assédio moral, violação da intimidade, abuso de poder diretivo ou político, bem como de atos que tenham a intenção de obrigar, pressionar, influenciar, manipular ou induzir trabalhadores em suas escolhas políticas.
A decisão ainda proíbe a gravação e o uso de imagens de trabalhadores, para fins eleitorais ou de intimidação, observando os limites do direito de imagem. Também fica vedado o uso de canais institucionais, como e-mails, grupos de WhatsApp, intranet e sistemas corporativos, para propaganda, mobilização ou logística eleitoral.
A sentença determina que, no prazo de 30 dias, a administração municipal faça ampla divulgação, em linguagem clara, de comunicado institucional informando sobre a proibição do assédio eleitoral, o direito à liberdade política e a existência de mecanismos de proteção. Além disso, deverão ser criados, em até 60 dias, canais de denúncia independentes, com garantia de sigilo e de não retaliação, cujas informações deverão ser encaminhadas ao MPT trimestralmente.
O município também terá o prazo de 90 dias para capacitar toda a cadeia de gestão — incluindo secretários, chefias e coordenadores — por meio de treinamento obrigatório, com carga mínima de quatro horas, sobre assédio eleitoral e direitos fundamentais no trabalho. No mesmo prazo, deverá ser aprovada uma Política Interna de Prevenção e Combate ao Assédio Eleitoral, com normas objetivas, fluxos de apuração, sanções administrativas, proteção às vítimas, vedação do uso de canais institucionais e mecanismos mínimos de compliance.
O descumprimento da decisão ou dos prazos estabelecidos poderá resultar em multa de R$ 10 mil por infração, acrescida de R$ 1 mil por trabalhador prejudicado.




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