Cotidiano
Prefeito celebra formatura de alunos em projeto que une educação e artes marciais em Epitaciolândia
Iniciativa “Jiu-jítsu nas Escolas” forma nova turma com apoio da prefeitura; projeto promove disciplina e inclusão social em Epitaciolândia

O instrutor Amarildo Ferreira, responsável pelas aulas, emocionou-se ao ver a evolução dos alunos. Foto: cedida
Em uma cerimônia marcada por entusiasmo e superação, o prefeito Sérgio Lopes de Epitaciolândia, participou neste sábado (5) da graduação dos alunos do projeto “Jiu-jítsu nas Escolas” da Escola Leão Dourado.
O evento contou com as presenças da secretária de Educação, Eunice Gondim, e do instrutor Amarildo Ferreira, celebrando a conclusão de mais uma etapa do programa que transforma vidas através do esporte.

O prefeito Sérgio Lopes de Epitaciolândia, participou neste sábado (5) da graduação dos alunos do projeto “Jiu-jítsu nas Escolas”
Desenvolvido desde o início da atual gestão municipal, o projeto leva muito mais que técnicas marciais às crianças e adolescentes da rede pública.
“Aqui ensinamos valores como disciplina, respeito e perseverança, que serão fundamentais para o futuro desses jovens”, destacou o prefeito durante a cerimônia de troca de faixas.
A secretária Eunice Gondim reforçou o compromisso da administração municipal: “O Jiu-jítsu nas Escolas é um exemplo de como o esporte pode ser uma ferramenta poderosa de inclusão social e desenvolvimento educacional”.
Com resultados visíveis na melhora do rendimento escolar e no comportamento dos participantes, o projeto já se tornou referência na cidade. O instrutor Amarildo Ferreira, responsável pelas aulas, emocionou-se ao ver a evolução dos alunos:
“Muitos chegaram tímidos e hoje demonstram confiança não só no tatame, mas na vida”.
A prefeitura tem como meta a expansão do programa para mais escolas no município, garantindo que mais crianças tenham acesso a essa oportunidade de crescimento pessoal e social através do esporte.


A prefeitura anunciou a expansão do programa para mais escolas em 2024, garantindo que mais crianças tenham acesso a essa oportunidade de crescimento. Foto: cedida
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Moradores de Feijó fecham BR-364 em protesto contra atraso na conclusão do Hospital Geral
Manifestação pacífica cobra do governo estadual a entrega da unidade, que está há mais de quatro anos em obras; Polícia Militar acompanha o ato

Os participantes pediram providências urgentes das autoridades e afirmaram que a população não pode mais esperar pela entrega da unidade de saúde. Foto: captada
Moradores de Feijó interditaram a BR-364, em frente à rodoviária do município, em um protesto pacífico na manhã desta sexta-feira (20) para cobrar do Governo do Estado do Acre a conclusão das obras do Hospital Geral de Feijó, que, segundo manifestantes, estão há anos sem finalização .
Durante a mobilização, os participantes pediram providências urgentes das autoridades e afirmaram que a população não pode mais esperar pela entrega da unidade de saúde. A revolta da comunidade se intensificou nos últimos dias com a convocação para o ato, marcado por apelos nas redes sociais .
Histórico da obra e mobilização
A obra de reforma do Hospital Geral de Feijó se arrasta há mais de quatro anos, deixando pacientes e profissionais de saúde em condições improvisadas . Em consequência da demora, pacientes que dão entrada no município estão sendo transferidos para Cruzeiro do Sul, aumentando o sofrimento das famílias e sobrecarregando a rede de saúde de outros municípios .
Moradores afirmam que, enquanto faltam investimentos efetivos para concluir o hospital, o governo prefere gastar recursos públicos com outras despesas, como aluguel de aeronaves, ao invés de priorizar a saúde básica da população . O protesto, que pediu que participantes usassem camisa preta em sinal de luto, busca pressionar o governo de Gladson Cameli a dar uma resposta concreta e acelerar a conclusão da unidade .
Situação atual
A Polícia Militar do Acre acompanha a manifestação no local para garantir a segurança e a organização do ato . Até o momento, a rodovia segue bloqueada, com longas filas de veículos nos dois sentidos.
O caso segue em andamento e novas informações podem ser divulgadas a qualquer momento. A reportagem continua acompanhando a situação.
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Eleitor do Acre tem até 6 de maio para regularizar título e atualizar cadastro na Justiça Eleitoral
Após essa data, o cadastro será fechado em todo o país para organização das Eleições Gerais de 2026; serviços podem ser feitos online ou presencialmente

O fechamento do cadastro está previsto para o dia 7 de maio, conforme calendário nacional. A medida antecede a organização das Eleições Gerais de 2026. Foto: captada
A eleitora e o eleitor do Acre que precisam alterar dados pessoais, atualizar informações ou mudar o local de votação dentro do mesmo município têm até o dia 6 de maio para realizar o procedimento junto à Justiça Eleitoral. Após essa data, o cadastro será fechado em todo o país para a organização das Eleições Gerais de 2026, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais .
Como solicitar
Os serviços podem ser feitos de forma prática pela internet, por meio do Autoatendimento Eleitoral, disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) . Também é possível procurar atendimento presencial em um cartório eleitoral da Justiça Eleitoral, seguindo as orientações do Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) .
O que pode ser feito até 6 de maio
Dentro do prazo, a eleitora e o eleitor acreano podem solicitar :
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Emissão do primeiro título de eleitor;
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Cadastro da biometria;
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Transferência de domicílio eleitoral;
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Atualização de dados cadastrais;
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Regularização da situação eleitoral, em caso de pendências.
Recomendação da Justiça Eleitoral
A orientação da Justiça Eleitoral é que os interessados não deixem para a última hora, evitando filas e possíveis instabilidades no sistema . Manter o título regular é essencial para garantir o direito ao voto e evitar restrições, como impedimentos para emissão de passaporte, matrícula em instituições públicas e posse em cargos públicos .
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Câmara de Rio Branco promulga lei que proíbe shows com apologia ao crime em eventos voltados ao público infantojuvenil
Lei foi publicada na edição desta sexta-feira, 20, do Diário Oficial do Estado (DOE), foi promulgada pelo presidente da Casa, Joabe Lira, com base no §7º do artigo 40 da Lei Orgânica do Município

A Câmara de Rio Branco promulgou a Lei Municipal nº 2.662, de 12 de fevereiro de 2026, que proíbe a contratação, o apoio ou o patrocínio de shows, artistas e eventos destinados ao público infantojuvenil que contenham apologia ao crime organizado, ao uso ou tráfico de drogas e a outras condutas criminosas.
A norma, publicada na edição desta sexta-feira, 20, do Diário Oficial do Estado (DOE), foi promulgada pelo presidente da Casa, Joabe Lira, com base no §7º do artigo 40 da Lei Orgânica do Município.
O que diz a nova lei
De acordo com o texto, fica vedada, no âmbito do Município de Rio Branco, a contratação ou realização — direta ou indireta — por parte da administração pública municipal, de eventos abertos ao público infantojuvenil que, durante sua execução, apresentem músicas ou manifestações que incentivem, normalizem ou glorifiquem práticas como:
Crime organizado
Uso ou tráfico de drogas
Porte ilegal de armas
Violência física ou psicológica
Qualquer outra conduta tipificada como crime pela legislação penal brasileira
A lei define como apologia ao crime qualquer manifestação artística que promova, mesmo de forma indireta, esse tipo de conteúdo.
A partir da nova legislação, todos os contratos firmados para eventos com acesso ao público infantojuvenil deverão conter cláusula específica proibindo a veiculação desses conteúdos.
Em caso de descumprimento, o contratado poderá sofrer:
Rescisão imediata do contrato;
Multa de 100% do valor contratual;
Suspensão do direito de contratar com o Município por até dois anos.
A denúncia de eventual infração poderá ser feita por qualquer cidadão, entidade civil ou órgão público por meio da Ouvidoria Municipal.
A lei também proíbe que o próprio Município promova, divulgue ou apoie eventos e artistas que se enquadrem nas restrições previstas. O Poder Executivo deverá regulamentar a norma, estabelecendo critérios complementares para fiscalização e aplicação das penalidades.




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