Brasil
Preço da gasolina cai pela 4ª semana nos postos do país e fecha o ano a R$ 5,58 o litro
Na última semana do ano, etanol caiu 1,15% (de R$ 3,46 para R$ 3,42) e o diesel recuou 0,66% (de R$ 5,98 para R$ 5,94)
O preço médio cobrado pelo litro de gasolina nos postos brasileiros manteve a recente tendência de queda e recuou 0,17% na última semana do ano, de R$ 5,59 para R$ 5,58, mostram dados divulgados nesta terça-feira (2) pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis).
Com a quarta queda semanal consecutiva do valor nos postos, encher um tanque de 50 litros com o combustível, o equivalente ao de um Hyundai HB20, está em R$ 279, valor R$ 0,50 inferior ao da semana anterior.
Na semana entre os dias 24 e 30 de dezembro, houve queda no valor do litro de todos os combustíveis pesquisados pela ANP. O etanol caiu 1,15% (de R$ 3,46 para R$ 3,42), o diesel recuou 0,66% (de R$ 5,98 para R$ 5,94). Já o GLP, gás de cozinha, ficou 0,18% mais caro (de R$ 100,79 para R$ 100,98).
Desde a segunda-feira (1º), o diesel teve a volta dos tributos federais. Com isso, a estimativa é que fique mais em R$ 0,35. Desde 2022, o combustível estava isento de PIS/Cofins. Gasolina e etanol já tiveram a retomada dos tributos em março de 2023.
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Vacinação nacional contra gripe começa no sábado
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa neste sábado (28) nas regiões Centro-Oeste, Nordeste, Sudeste e Sul. A mobilização segue até 30 de maio e prioriza os grupos mais suscetíveis a formas graves da doença: crianças de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), idosos com 60 anos ou mais e gestantes.
O Ministério da Saúde distribuiu 15,7 milhões de doses da vacina contra a gripe, e a orientação da pasta é que estados e municípios intensifiquem as estratégias já no primeiro mês da campanha, com ações de busca ativa para o alcance imediato dos públicos prioritários.
O Dia D nacional será realizado também neste sábado, com vacinação gratuita nas unidades básicas de Saúde (UBS). Algumas unidades da federação já anteciparam o início da campanha, como o Distrito Federal, que começou a vacinar a população nesta quarta-feira (25). Na cidade do Rio de Janeiro, a imunização teve início nessa terça-feira (24).
“Para ampliar o alcance da ação, o Governo do Brasil enviará, até quinta-feira (26), 10 milhões de mensagens institucionais por aplicativos de comunicação. A iniciativa busca reforçar a divulgação de informações oficiais, ampliar a confiança nos canais institucionais e incentivar a vacinação”, explicou o Ministério da Saúde.
Dados preliminares de 2026 apontam aumento na circulação de vírus respiratórios, incluindo os da influenza. Até 14 de março, foram notificados 14,3 mil casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, com cerca de 840 óbitos. Entre os casos graves, a influenza responde por 28,1% das infecções identificadas.
A vacinação é a principal forma de prevenção contra a influenza e contribui para reduzir casos graves, internações e mortes. Na Região Norte do país, a campanha será realizada no segundo semestre, em função da sazonalidade da doença.
Vacina atualizada
A vacina influenza trivalente integra o Calendário Nacional de Vacinação e, neste ano, protege contra as variantes Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1) pdm09, Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e Influenza B/Austria/1359417/2021 (B/linhagem Victoria).
A proteção é realizada anualmente para acompanhar as novas cepas do vírus em circulação. Por isso, o Ministério da saúde reforça a importância da imunização periódica para assegurar uma proteção eficaz.
A imunização ainda é ofertada como estratégia especial para outros grupos prioritários, como profissionais de saúde, indígenas, população em privação de liberdade e pessoas com doenças crônicas.
Para crianças de 6 meses a 8 anos, o esquema vacinal varia conforme o histórico: aquelas já vacinadas anteriormente recebem uma dose; as não vacinadas devem receber duas doses, com intervalo mínimo de quatro semanas.
A aplicação pode ser realizada de forma simultânea a outras vacinas do calendário nacional, como a da covid-19.

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