Acre
Preço da gasolina cai 1,35% nesta quarta-feira; diesel se mantém
O preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias é de R$ 1,9706, com queda de 1,35% em relação à média anterior de R$ 1,9976.
Combustível ainda teve uma redução adicional em decorrência da isenção da Cide e da redução de PIS/Cofins.

Petrobras: estatal anuncia que, com o reajuste em vigor nesta quarta-feira, dia 6,, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias é de R$ 1,9706 (Mario Tama/Getty Images)
Com Estadão
São Paulo – A Petrobras anuncia que, com o reajuste em vigor nesta quarta-feira, dia 6, o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias é de R$ 1,9706, com queda de 1,35% em relação à média anterior de R$ 1,9976.
O diesel, por sua vez, está sendo vendido desde a sexta-feira, dia 1º, a R$ 2,0316 por litro nas refinarias, já incorporando o desconto de R$ 0,30 permitido pelo programa de subvenção criado pelo governo para encerrar a greve dos caminhoneiros.
O combustível ainda teve uma redução adicional de R$ 0,16 em decorrência da isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e da redução de PIS/Cofins do combustível.
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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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