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Pouco mais de 2 meses no cargo, presidente do IMC é exonerada no AC; novo presidente tem nomeação revogada um dia depois

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Joicilene tinha assumido o cargo em novembro do ano passado logo depois da saída da Degmar Aparecida Ferreti

Pouco mais de dois meses à frente do Instituto de Mudanças Climáticas e Regulação dos Serviços Ambientais (IMC), Maria Joicilene Souza da Silva Nobre foi exonerada pelo governador Gladson Cameli.

Ela tinha assumido o cargo em novembro do ano passado logo depois da saída de Degmar Aparecida Ferreti. O decreto com a exoneração dela foi publicado na edição dessa terça-feira (25), do Diário Oficial do Estado (DOE).

Conforme o decreto, a exoneração foi a pedido. O jornal G1 não conseguiu contato com a ex-presidente do órgão. A porta-voz do governo, Mirla Miranda, disse que a saída de Joicilene faz parte de mudanças do governo.

Na mesma edição do DOE de terça, o governador havia nomeado Antônio Jefferson Magalhães para o cargo de presidente. Porém, na edição desta quarta-feira (26), um novo decreto tornava o anterior sem efeito. Ou seja, a pasta segue sem presidente.

O jornal G1entrou em contato com Magalhães e ele apenas informou que não chegou a assumir o cargo de fato e que falaria posteriormente.

Mirla Miranda disse ainda que o governo não vai se manifestar sobre a breve nomeação de Magalhães e acrescentou que um técnico deve ser nomeado para assumir o cargo, mas o nome não foi informado. “Quem assumirá o IMC será um técnico com bastante experiência na área.”

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Estudo da Seagri e do programa REM é aprovado para congresso nacional de apicultura e meliponicultura

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Trabalho sobre diagnóstico e fortalecimento da cadeia produtiva do mel no Acre será apresentado no CONBRAPI 2026, em Florianópolis, entre os dias 13 e 16 de maio

Pesquisa acreana sobre cadeia produtiva do mel é selecionada para evento nacional

Um estudo desenvolvido por técnicos da Secretaria de Estado de Agricultura do Acre (Seagri) e do programa REM foi aprovado para apresentação no 25° Congresso Brasileiro de Apicultura e 11° Congresso Brasileiro de Meliponicultura (CONBRAPI 2026), um dos principais eventos técnico-científicos do país na área, que será realizado entre os dias 13 e 16 de maio, em Florianópolis (SC).

O trabalho científico, intitulado “Diagnóstico e Fortalecimento da Cadeia Produtiva do Mel no Estado do Acre”, foi selecionado pelo comitê técnico-científico do evento para apresentação na modalidade pôster, reunindo pesquisadores, técnicos, produtores e instituições de diversas regiões do Brasil.

O CONBRAPI é reconhecido nacionalmente por promover a troca de conhecimentos, a difusão de tecnologias e o fortalecimento da cadeia produtiva do mel, abrangendo tanto a apicultura quanto a meliponicultura.

O trabalho reúne experiências e estratégias voltadas à melhoria da produção. Foto: captada 

Integração entre conhecimento técnico e prática no campo

De acordo com os organizadores do estudo, a pesquisa evidencia a integração entre o conhecimento técnico e a atuação prática no campo, com foco no desenvolvimento sustentável da atividade no Acre. O trabalho reúne experiências e estratégias voltadas à melhoria da produção, organização dos produtores e agregação de valor ao mel acreano.

A aprovação do estudo também reforça o compromisso dos servidores envolvidos com a qualificação técnica, a pesquisa e a inovação no setor agropecuário. Além disso, a participação no congresso é vista como uma oportunidade estratégica para ampliar parcerias, trocar experiências com outras regiões do país e dar visibilidade às ações desenvolvidas no estado.

Autores e importância institucional

Entre os autores do trabalho estão Zandra Pilar Vela Navarro, Erica Lima de Oliveira, Luana Maria Castro Macedo, Rúbia Mara Pessoa da Costa Lima, Josicley de Souza Azevedo e Marta Nogueira de Azevedo.

A iniciativa contribui para consolidar o papel das instituições públicas no fortalecimento da cadeia produtiva do mel no Acre, setor que vem ganhando destaque pela geração de renda e pelo potencial sustentável.

O CONBRAPI é reconhecido nacionalmente por promover a troca de conhecimentos. Foto: captada 

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Detran convoca novos aprovados em concurso público para cerimônia de posse

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Administração do Acre (Sead) e do Departamento Estadual de Trânsito do Acre (Detran/AC), publicou o Edital nº 053/2026, convocando, para a cerimônia de posse, os candidatos aprovados em concurso público para provimento de cargos de nível superior.

Em Rio Branco, a posse será realizada no dia 9 de abril, às 10 horas, no auditório do Detran/AC, localizado na Estrada Dias Martins, nº 894, bairro Jardim Primavera. Devem comparecer os candidatos que serão lotados nos municípios de Acrelândia, Brasileia e Rio Branco.

Já os convocados para lotação em Cruzeiro do Sul deverão comparecer no mesmo dia e horário, às 10h do dia 9 de abril, na sede da 1ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran), localizada na Avenida Copacabana, nº 658, bairro Floresta. Todos devem se apresentar à organização do evento com antecedência mínima de 30 minutos em relação ao horário previsto para a posse, para realizar os procedimentos necessários.

Outras informações sobre o concurso público podem ser obtidas junto ao Detran/AC pelo telefone (68) 3215-4160, das 7 às 14 horas, ou com a Sead pelo e-mail [email protected].

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Estudo reforça papel do Acre na integração econômica com países andinos

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O Acre vem consolidando sua posição estratégica no cenário internacional ao fortalecer sua integração com os países andinos e ampliar sua presença no comércio exterior. Essa é uma das principais conclusões do estudo “Da fronteira ao Pacífico: o Acre no corredor comercial andino”, elaborado pelo Fórum Empresarial do Acre, com apoio do Sebrae.

A publicação analisa a dinâmica comercial do estado com países como Peru, Bolívia, Chile, Equador, Colômbia e Venezuela, destacando o papel crescente do corredor bioceânico como eixo de desenvolvimento regional.

Proximidade geográfica como vantagem estratégica

O estudo aponta que a localização do Acre é um diferencial competitivo importante, especialmente por sua proximidade com o Oceano Pacífico e por fazer fronteira direta com Peru e Bolívia — responsáveis por quase toda a relação comercial andina do estado.

Nos últimos anos, o mercado andino chegou a absorver cerca de metade das exportações acreanas, evidenciando que essa relação deixou de ser periférica para se tornar estrutural na economia local.

Crescimento recente impulsionado pelas exportações

Entre 2019 e 2025, o fluxo comercial entre o Acre e os países andinos apresentou crescimento significativo, com destaque para os anos mais recentes. O avanço foi puxado principalmente pelas exportações, que dobraram entre 2023 e 2024, saltando de cerca de US$ 15 milhões para mais de US$ 30 milhões.

O Peru se destaca como principal parceiro comercial, concentrando cerca de 80% das relações com a região, seguido pela Bolívia.

Cadeias produtivas lideram exportações

A pauta exportadora do Acre para os países andinos é concentrada, com destaque para dois produtos principais: carnes suínas e castanha-do-brasil. Juntos, esses itens representam mais de 80% das exportações para esse mercado.

Outros produtos, como milho em grão e preparações para alimentação animal, também aparecem, mas em menor escala. Essa concentração evidencia oportunidades, mas também desafios, como a necessidade de diversificação e maior estabilidade logística.

Logística é chave para expansão

O estudo destaca que o potencial do Acre depende diretamente da eficiência do corredor logístico que liga o estado ao Pacífico. Rodovias como a BR-317 e a BR-364 são fundamentais para essa conexão, permitindo o escoamento da produção até os portos peruanos.

No entanto, gargalos como infraestrutura limitada, desafios aduaneiros e falta de apoio logístico ainda dificultam o pleno aproveitamento dessa rota. A melhoria dessas condições é vista como essencial para ampliar a competitividade do estado.

Bioeconomia e valor agregado

Além do agronegócio, a castanha-do-brasil se consolida como um produto estratégico dentro da bioeconomia acreana. O estudo destaca seu papel na geração de renda, valorização da floresta em pé e inserção internacional com identidade regional.

A análise também aponta que o crescimento das exportações não depende apenas do aumento da produção, mas de fatores como organização da cadeia produtiva, padronização, rastreabilidade e acesso a mercados.

Oportunidades para o futuro

De forma geral, o estudo reforça que o Acre já está inserido no comércio andino, mas ainda possui amplo espaço para crescer. O fortalecimento das cadeias produtivas, aliado à melhoria da logística e à ampliação da infraestrutura, pode transformar o estado em um elo estratégico entre o Brasil e o Pacífico.

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