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Ponte José Augusto continua fazendo vítimas na fronteira do Acre

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Paulo Júnior Oliveira Damasceno (21) foi mais uma vítima, caiu com sua moto na ponte - Foto: Alexandre Lima

Paulo Júnior Oliveira Damasceno (21) foi mais uma vítima, caiu com sua moto na ponte – Foto: Alexandre Lima

Obra era pra ter sido concluída no mês de outubro de 2012

Alexandre Lima

A ponte metálica José Augusto, construída da década de 1980 e que liga os municípios de Brasiléia e Epitaciolândia na fronteira do Acre, parece um filho rebelde que não quer se consertar, causando transtornos e problemas para muita gente.

Os moradores das duas cidades, sonham com a conclusão da reforma que deveria ter terminado no mês de outubro do ano passado. Não se sabe o porquê de tanta demora e, para piorar, a empresa resolveu que deveria prender as pranchas com uma espécie de pinça, que está se transformando numa arma para quem passa por cima.

Tábuas da passarela estão faltando e colocam vídas em risco - Foto: Alexandre Lima

Tábuas da passarela estão faltando e colocam vídas em risco – Foto: Alexandre Lima

Não precisa ser um gênio para saber que, com o passar dos pneus irão se tornar uma “arma” que estão sendo afiadas todos os dias. Com as pranchas se estragando com o tempo, todo dia uma dessas se soltam deixando buracos perigosos para os motoqueiros.

Somente nessa semana, cerca de seis motoqueiros foram vítimas. O último a ser registrado no hospital de Brasiléia, foi Paulo Júnior Oliveira Damasceno (21), que caiu com sua moto por volta das 13:30 desta sexta-feira, dia 01, que teve seu braço esquerdo fraturado, além de escoriações.

Segundo foi anunciado pelo diretor do Deracre que estava na comitiva do governador em Brasiléia, Ocírodo Júnior, já existe mais uma verba para que a mesma seja concluída o mais rápido possível e os problemas sanados.

Pranchas foram podres  "presas" por pinças e estão se tornando uma lâmina - Foto: Alexandre Lima

Pranchas podres foram “presas” por pinças e estão se tornando uma lâmina – Foto: Alexandre Lima

 

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Médico retira prego do intestino de criança de 3 anos por colonoscopia no Hospital do Juruá

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Procedimento evitou cirurgia invasiva; menino havia ingerido o objeto há oito dias e passa bem

Um menino de 3 anos teve um prego retirado do intestino por meio de uma colonoscopia realizada na noite desta sexta-feira (16), no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. O procedimento foi conduzido pelo médico Marlon Holanda e evitou a necessidade de uma cirurgia abdominal invasiva. A criança passa bem.

O menino, identificado como Erick, mora com a família em Ipixuna, no interior do Amazonas, e teria engolido o prego cerca de oito dias antes da retirada. Seis dias após o ocorrido, ele foi transferido para o Acre, onde passou a receber acompanhamento médico especializado.

Inicialmente atendido pelo pediatra Rondney Brito, o paciente também foi monitorado pelas equipes de endoscopia e cirurgia do hospital. Durante todo o período de internação e ao longo do procedimento, a criança permaneceu estável, comunicativa e se alimentando normalmente.

Após a retirada do objeto, o médico Marlon Holanda comentou o caso nas redes sociais. “Criança de 3 anos engoliu prego: retirada por colonoscopia. Menos uma laparotomia no mundo”, escreveu.

A laparotomia é um procedimento cirúrgico que exige a abertura da parede abdominal para acesso aos órgãos internos, sendo indicada em casos mais complexos. Diferentemente dela, a colonoscopia é considerada minimamente invasiva, reduzindo riscos, tempo de recuperação e possíveis complicações para o paciente.

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Riozinho do Rola apresenta leve recuo e indica estabilidade no nível do Rio Acre

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Afluente do Rio Acre caiu cerca de 6 centímetros nas últimas horas, segundo o SGB, enquanto o rio principal segue acima da cota de transbordamento em Rio Branco

O riozinho do Rola, principal afluente do Rio Acre antes da passagem pela área urbana de Rio Branco, apresentou uma leve tendência de recuo nas últimas horas. Dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB) apontam que o nível do manancial caiu cerca de 6 centímetros entre a madrugada e o início da manhã deste sábado (17).

De acordo com o SGB, às 1h15 o nível do rio era de 11,26 metros, passando para 11,20 metros na aferição das 7h15. Apesar de pequenas oscilações pontuais, o cenário observado é de recuo lento e controlado, sem sinais de elevação repentina.

Os dados pluviométricos reforçam a estabilidade. Nas últimas 24 horas, o volume de chuvas acumulado na região monitorada foi de aproximadamente 0,2 milímetro, considerado baixo. Durante a madrugada deste sábado, as estações não registraram precipitações significativas, o que contribuiu para a manutenção do recuo.

Mesmo com o comportamento estável do riozinho do Rola, o Rio Acre segue em situação crítica na capital. Segundo boletim da Defesa Civil Municipal, divulgado na manhã deste sábado (17), o nível do rio atingiu 14,22 metros às 5h17, permanecendo acima da cota de transbordamento, que é de 14 metros.

Ainda conforme a Defesa Civil, nas últimas 24 horas foram registrados 2,40 milímetros de chuva em Rio Branco. A cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros. As informações foram repassadas pelo coordenador municipal do órgão, tenente-coronel Cláudio Falcão.

Por ser o maior e mais importante afluente do Rio Acre antes de sua chegada à área urbana, o riozinho do Rola é considerado um indicador antecipado de possíveis alterações no nível do rio na capital. Historicamente, cheias ou elevações rápidas em sua bacia costumam refletir no Rio Acre algumas horas depois.

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Rio Acre atinge 14,26 metros e segue acima da cota de transbordamento

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Foto: Sérgio Vale

O nível do Rio Acre alcançou 14,26 metros na medição das 9h deste sábado, 17, mantendo-se acima da cota de transbordamento em Rio Branco, que é de 14,00 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados oficiais, o rio apresentou elevação em relação à primeira medição do dia. Às 5h, o nível estava em 14,22 metros, indicando uma subida de 4 centímetros em poucas horas. A situação reforça o estado de atenção para áreas ribeirinhas da capital acreana.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado foi de 2,40 milímetros, quantidade considerada baixa, mas que ainda contribui para a manutenção do nível elevado do manancial, somando-se ao volume de água proveniente das cabeceiras e de afluentes.

A cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, já havia sido ultrapassada anteriormente, e o cenário atual mantém a Defesa Civil em monitoramento permanente.

 

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