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Cotidiano

Policial federal acusado de matar filha de 2 meses no Acre vira réu e faz a própria defesa: ‘sou inocente’

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Criança morreu em março do ano passado. Dheymersonn Cavalcante diz que não houve excesso de ingestão de leite.

Policial federal acusado de matar filha de 2 meses no AC vira réu e faz a própria defesa: ‘sou inocente’ — Foto: Arquivo pessoal

Por Tácita Muniz

Mais de um ano depois da morte de Maria Cecília, de 2 meses, o policial federal Dheymersonn Cavalcante, e a mãe dele, Maria Gorete, se tornaram réus no processo e devem responder por homicídio qualificado por motivo torpe, emprego de asfixia e recurso que dificultou a defesa da vítima.

A menina morreu por broncoaspiração logo após ter ingerido leite. O processo aponta que foi dado uma dose maior de leite do que a criança suportava.

Foi dado à menina pelo menos duas mamadeiras de leite artificial, segundo o processo, quando ela poderia ter tomado apenas 10 mililitros de leite artificial, segundo a mãe. No dia da morte da criança, o policial e a mãe dele pediram para levar a bebê para casa para tirar umas fotos em família.

A mãe da menina, a enfermeira Micilene Souza, alega que o policial premeditou a morte da menina junto com a mãe dele porque não queria pagar pensão alimentícia.

Ela chegou a dizer que ele nunca aceitou a gravidez e que, inclusive, sugeriu um aborto. A avó da criança contou que teria alimentado e menina com as duas mamadeiras de leite artificial, segundo Micilene, mesmo sabendo que não poderia. Depois disso, a bebê passou mal e o pai teria acionado o Samu.

O processo corre em segredo de Justiça na 2ª Vara do Tribunal do Júri, em Rio Branco. Por isso, nem Tribunal de Justiça (TJ-AC) e nem o Ministério Público do Acre (MP-AC) se posicionam sobre o caso. Mesmo com a denúncia aceita, ainda não há data para o julgamento.

Dheymersonn alega que o que aconteceu foi uma fatalidade — Foto: Arquivo pessoal

‘Fantasia de excesso de leite’

Morando ainda em Alagoas com a família, o policial federal falou com o G1. Em um vídeo de 17 minutos, ele rebate todas as acusações. Alega que a menina já tinha se engasgado outras vezes e rebate todas as alegações da mãe. Foi o próprio Dheymersonn Cavalcante que montou a defesa e ele continua dizendo que o que aconteceu foi uma fatalidade. Ele também é acompanhado por um advogado.

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“E eu que tantas vezes me vi em tantos acidentes e mantinha a calma, aplicava o protocolo, salvava vidas, vi-me impotente, desesperado e perdido. Tentei fazer algo? Sim. Não foi o ideal, corri e interceptei o Samu, isso me deu esperança. Mas, a minha esperança (filha) se foi 4 horas depois, às 23h15. Se eu tivesse chegado 2 minutos mais cedo ou se eu não tivesse saído de casa para comprar fraldas quando isso aconteceu…malditas fraldas. O “se” é torturador e por mais que doa, depois das 23h15 nada podia ser feito, por que a morte toma quem você ama de surpresa e não negocia, não faz acordos”, diz em nota enviado a reportagem.

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Durante este mais de um ano, o policial diz que se dedicou em juntar provas para montar sua defesa no tribunal e que quer logo que o julgamento seja feito.

“Não existia abdômen inchado, não existia sangue nas fezes, não existia proibição ao NAN, não existia maus-tratos, nunca existiu essa fantasia de excesso de leite no laudo. Existe a acusação da Micilene, o perito não fala nada disso, os médicos do hospital jamais levantaram essa questão”, pontua.

Dheymersonn diz que tentou salvar a filha ao vê-la engasgada — Foto: Reprodução

‘Processo nasceu morto’

O policial diz ainda que há equívocos e até erros em provas apresentadas pelo MP e testemunhas que foram ouvidas no caso. Ele alega que a enfermeira não aceitava que ele havia voltado para a mulher porque queria formar uma família com ele.

“Alguém já viu um outro caso no mundo em que uma criança morre porque tomou 80 ml ou 90 ml de leite (duas chuquinhas)? Eu procurei, não existe. Além disso, diante do perigo, a avó chama o filho, o filho tenta a ressuscitação, chama o Samu e interceptam a viatura”, completa.

O policial diz ainda que é vítima de diversos erros cometidos durante o processo. Por conta disso, alega ter promovido oito representações criminais, sendo seis no Ministério Público Federal e duas no estadual (MP-AC) contra servidores públicos e outras pessoas.

“Se levaram pelo relato falso de uma mulher com raiva, por fofoquinhas de ‘disse me disse’, não se ativeram a fatos e perícias e agora não querem admitir. O processo existe, gera dor, mas nasceu morto, eu não vou me tornar o borracheiro que ficou preso 5 anos pra conseguir provar que é inocente, isso já tenho provado. Meu desejo é que o processo siga seu curso, acabe e minha filha possa descansar em paz e todos seguirem”, finaliza.

A assistente de acusação Vanessa Facundes, que está no caso desde o início, destacou que acredita nas investigações. “Acrescento somente que acreditamos no trabalho do Ministério Público e na justiça que será feita”, diz.

Maria Cecília morreu aos seis meses de vida em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal

Relembre o caso

A pequena Maria Cecília, de apenas dois meses, morreu em março do ano passado ao ingerir uma quantidade grande de leite em Rio Branco. O laudo apontou que a causa da morte foi broncoaspiração – insuficiência respiratória e obstrução das vias aéreas causadas pela quantidade de leite ingerido.

Para a mãe da criança, a enfermeira Micilene Souza, o policial premeditou a morte da menina junto com a mãe dele porque não queria pagar pensão alimentícia. Micilene, que é de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre, estava em Rio Branco para fazer um exame de DNA.

O delegado que acompanhou o caso na época, Martin Hessel, informou que a criança havia tomado uma dose 11 vezes maior de leite do que suportaria. O inquérito foi composto por oito perícias, desde a quebra de sigilo telefônico, extração de dados de telefone, tanto do policial como a mãe da criança, que disponibilizou todas as conversas deles nos aplicativos de mensagens.

“Ficou muito claro que a mãe informou aos dois que a criança não poderia ingerir outro alimento que não fosse o leite materno e o leite materno que ela ingeria, era na quantidade de 10 ml. Essa criança tomou duas mamadeiras, o que dá 120 ml”, disse o delegado sobre a criança tomar 11 vezes mais leite do que poderia” disse na época. O policial sempre negou o crime.

Denúncia

Na denúncia, a mãe relatou que teve um relacionamento com Cavalcante por um período de um mês na cidade de Marechal Thaumaturgo, no interior do estado, e que desse relacionamento nasceu a pequena Maria Cecília.

Segundo ela, o policial exigiu que fosse feito o DNA e pediu que ela fosse até a capital no último dia 4 de março de 2019 para fazer o exame.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, a mulher disse que o bebê nasceu de forma prematura e que precisava se alimentar apenas com 10 mililitros de leite. No dia da morte da criança, o policial e a mãe dele pediram para levar a pequena para casa para tirar umas fotos de família.

Dheymersonn vai responder por homicídio qualificado — Foto: Arquivo pessoal

Homicídio qualificado

Com a morte da menina, Dheymersonn Cavalcante e a mãe dele, Maria Gorete, foram denunciados por homicídio qualificado. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público do Acre (MP-AC).

Na época em que foi oferecida a denúncia, o promotor de Justiça Ildo Maximiano, responsável pelo procedimento, explicou que o PF e a mãe foram denunciados por homicídio com três qualificadoras: motivo torpe, emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e asfixia.

“Tem uma causa de aumento, porque o crime foi realizado contra um menor de 14 anos. As provas que foram produzidas pelo inquérito policial, no entendimento do Ministério Público, corroboraram para o entendimento do delegado e chegaram à conclusão da participação de ambos. Planejaram o crime pela força da não aceitação da criança de uma relação extraconjugal”, exemplificou na época.

Prisão em hospital em Alagoas

O policial foi preso somente em outubro após ficar algum tempo foragido, já que estava com a prisão preventiva decretada desde 11 de julho de 2019 pela morte da filha. A prisão foi no dia 10 de outubro em um hospital em Maceió, Alagoas. Ele foi solto logo depois após a defesa comprovar que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tinha julgado um pedido de habeas corpus. Ele foi solto no mesmo dia.

Em nova entrevista ao G1.com na quarta-feira (10), ele diz que a prisão dele foi um “circo”.

“O MPF destacou que dos fatos nem vislumbra essa fantasia de homicídio. O STJ corrigiu o equívoco do decreto de prisão. Classifico o que aconteceu no hospital (suposta prisão) de sequestro, não se pode prender alguém que já tem habeas corpus concedido por Superior Tribunal de Justiça. Foi falado aos policiais federais em Alagoas que verificassem, mas resolveram criar um “circo”. Fim das contas me sequestraram, assinei uns papeis, e sai pela porta da frente horas depois no mesmo dia”, diz.

E finaliza dizendo que desde a morte da filha vem sofrendo com todo o processo. “Tudo é intensamente doloroso, mas não há outro caminho senão seguir”, finaliza.

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De volta ao hospital, Fabiana Justus desabafa sobre emocional: ‘Relaxar’

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Fabiana Justus, de 37 anos, mostrou aos seus seguidores, nesta terça-feira (30), como iniciou o dia: em ambulatório. A influenciadora digital, diagnosticada no início deste ano com leucemia, postou foto do marido, o empresário Bruno D’ancona, legendando: “E quem veio comigo dessa vez foi meu [gatinho].”

Pouco tempo depois, ela desabafou sobre gatilhos emocionais, gerados pelo tempo passado em internação. “Toda vez que chego, me dá uns gatilhos! Acho que ter ficado muito tempo internada! Mas logo vou relaxando, fazendo as reposições e exames necessários e lembrando que logo volto pra casa.”

Em uma de suas postagens, Fabi recebeu muita energia positiva dos seguidores. “Já é uma guerreira vencedora😍”, declarou uma. “Agradeça a Deus, por essa grande benção em sua vida!”, disse outra. “Você vai ficar curada🙌”, desejou uma terceira. Confira:

Story de Fabi Justus — Foto: Reprodução/Instagram

Story de Fabi Justus — Foto: Reprodução/Instagram

Fonte: TOP FAMOSOS

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Gabigol chega ao Ninho para se reapresentar ao Flamengo depois de 36 dias afastado

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Atacante chegou ao clube mais de uma hora antes do horário marcado para a apresentação

Gabigol no corredor do Maracanã com o visual loiro platinado que, segundo ele e a torcida do Flamengo, lhe dá sorte – Foto: Reprodução

Por Duda Dalponte e Letícia Marques – Rio de Janeiro

Exatamente às 13h54 desta terça-feira, Gabigol chegou ao centro de treinamento do Ninho do Urubu para se apresentar ao Flamengo após 36 dias afastados depois da punição por tentativa de fraude do exame antidoping. O atacante conseguiu o efeito suspensivo nesta manhã e se apresentou ao clube pouco mais de uma hora antes do horário marcado, e de visual novo: loiro

A apresentação do Flamengo estava prevista para 15h para finalizar a preparação para o jogo contra o Amazonas, na quarta-feira, pela terceira fase da Copa do Brasil. Assim que o carro cruzou o portão de entrada do Ninho foi possível ver o atacante descendo do carro e cumprimentando funcionários.

Através das redes sociais, o Flamengo divulgou um vídeo em que mostra Gabigol sendo recepcionado e aplaudido por membros da comissão técnica, staff e funcionários do CT. Bruno Spindel, diretor executivo, Luiz Carlos, gerente técnico, e Tite foram os primeiros a cumprimentar o jogador.

O jogador foi abraçado por algumas pessoas que já estavam no CT e terá o primeiro contato com os companheiros. Com a punição, o atacante ficou proibido não só de treinar no Ninho, mas também de frequentar as áreas como atleta. Não à toa, Gabigol não foi ao Maracanã em nenhuma oportunidade.

Na final do Carioca, por exemplo, o atacante assistiu o jogo de casa e foi surpreendido pelo clube com o envio da medalha para comemorar o título da competição.

Enquanto aguardava o efeito suspensivo, Gabigol manteve a forma física por contra própria. O atacante seguiu uma planilha de treinamento sob orientação da comissão técnica do clube. As atividades aconteciam na academia de sua residência e no campo de futebol do seu condomínio na Barra da Tijuca.

A expectativa é que Gabigol seja relacionado para a partida de quarta-feira. A definição, porém, acontecerá após o treinamento desta tarde. A comissão técnica irá analisar a decisão junto ao departamento médico do clube.

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Ex-BBB Beatriz passa por transformação impressionante no visual: ‘Veja resultado’

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A ex-BBB Beatriz, de 23 anos, passou por uma transformação no visual após deixar o reality show. Na manhã desta terça-feira (30), ela compartilhou um vídeo mostrando que mudou a cor do cabelo e comemorando a repaginada.

“Eu ouvi transformação? Meu Brasil do Brasil, vocês estão preparados? Eu estou apaixonada”, disse Bia ao mostrar o antes e depois.

A ex-BBB escureceu a cor dos fios e ficou com o cabelo castanho escuro. Ela também alongou as madeixas com um mega hair, que deu mais volume ao cabelo.

Nos comentários da publicação, diversos fãs elogiaram Bia. “Perfeita demais”, disse um seguidor. “Bela do Brasil”, concordou outro. “É a transformação da transformação”, brincou mais um.

Fonte: TOP FAMOSOS

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