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Polícia prende suspeito de ser mandante de ataques e homicídios em cidade no interior do Acre

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Mais sete pessoas já foram presas apontadas por terem envolvimento com os ataques. Em um dos casos, integrantes de facção chegaram a se abrigar na Delegacia de Manoel Urbano.

Polícia prende suspeito de ser mandante de ataques e homicídios em cidade no interior do Acre — Foto: Asscom/PC

Polícia prende suspeito de ser mandante de ataques e homicídios em cidade no interior do Acre — Foto: Asscom/PC

Um homem de 23 anos foi preso em Rio Branco, na manhã desta quinta-feira (3), no bairro Wilson Ribeiro. Ele é apontado como sendo um dos mandantes de ataques na cidade de Manoel Urbano, interior do Acre, incluindo uma ação próxima à Delegacia de Manoel Urbano, no dia 26 de agosto.

Outras sete pessoas foram identificadas como participantes no crime e já estão presas.

De acordo com a investigação, o suspeito participou efetivamente da tentativa de três homicídios ocorridos em agosto e, após os crimes, fugiu para Rio Branco de onde ainda coordenava outros ataques de incêndios criminosos, inclusive o ataque onde cinco casas foram incendiadas de forma criminosa.

O delegado Saulo Macedo, responsável pelas investigações, disse que esse é o desdobramento dessas ações, de uma fase mais avançada.

“A gente conseguiu efetuar a prisão dessa pessoa, que é um articulador que participava tanto dessas tentativas de homicídio quanto dos incêndios. Estava em Manoel Urbano, fugiu para Rio Branco e de Rio Branco ele conseguia continuar articulando esse tipo de situação, hoje ele foi preso, cumprido mandado de busca e prisão na casa, um indivíduo que já tem passagem pelo sistema penitenciário, tinha progredido de pena, quando ele voltou a cometer esse novos crimes”, disse.

Ocorrências

 

No final de agosto deste ano, cinco pessoas acabaram presas após uma tentativa de homicídio na cidade de Manoel Urbano, no interior do Acre. De acordo com as informações da Polícia Civil, um grupo armado atirou contra dois membros de uma facção rival e os comparsas deles correram para se abrigar na delegacia da cidade.

Na época, um grupo armado atirou contra dois membros de uma facção rival e os comparsas deles correram para se abrigar na delegacia. Cinco pessoas foram presas no mesmo dia.

Já no dia seguinte, a polícia montou uma operação e foi para uma área de mata da cidade em busca dos demais envolvidos com apoio aéreo de um helicóptero. Policiais de Sena Madureira e de Rio Branco também participaram da ação.

Dias depois, dois irmãos também foram presos com envolvimento na ocorrência.

Já em outubro, os moradores de Manoel Urbano viveram momentos de pânico durante ataque de um grupo criminoso. Na ação, quatro casas foram incendiadas e ficaram totalmente destruídas. Ninguém ficou ferido.

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Duas brasileiras são presas em Cobija com cocaína ao tentar retornar para Epitaciolândia

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Droga estava escondida em bolsa durante abordagem na Avenida Internacional; suspeitas foram transferidas para presídio na Bolívia

Uma das mulheres foi intensificada como Eliza B. dos Santos, as duas foram abordadas na Avenida Internacional após atitude suspeita. Foto: captada.

Duas mulheres de nacionalidade brasileira foram presas na tarde desta terça-feira (3) na Avenida Internacional, em Cobija, na Bolívia, quando tentavam atravessar para o lado brasileiro com destino à cidade de Epitaciolândia, no Acre. Com elas, os policiais encontraram cocaína escondida dentro de uma das bolsas.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel Erland Mosterio. Segundo as autoridades, as suspeitas — uma delas identificada como Eliza B. dos Santos — apresentaram atitude suspeita durante patrulhamento na tranca que divide os dois países, o que motivou a abordagem.

A revista pessoal foi realizada por agentes femininas, que localizaram pacotes contendo uma substância branca em uma das bolsas. O material foi submetido a teste de campo pela Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), que confirmou resultado positivo para cocaína base.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel CLN Erland Mosterio. Foto: captada 

As duas mulheres foram ouvidas no local e, em seguida, apreendidas e colocadas à disposição das autoridades competentes. Elas vão ser transferidas para a Penitenciária Villa Busch, onde permanecerão à disposição da Justiça boliviana para os procedimentos legais cabíveis.

Veja vídeo reportagem com TV SPC:

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Acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva são condenados a 23 e 12 anos de prisão

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André Oliveira da Silva, autor dos disparos, e Denis Tavares, dono da arma, foram julgados pelo assassinato de Cauã Nascimento, morto em fevereiro de 2024 após “tribunal do crime” em Rio Branco

O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira e 12 anos de prisão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Foto: captada 

O Tribunal do Júri de Rio Branco condenou, na tarde desta terça-feira (3), André Oliveira da Silva, o “Smith”, e Denis da Rocha Tavares pelo assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O julgamento ocorreu no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.

Por maioria absoluta de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio e participação em organização criminosa. O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira, apontado como autor dos disparos, e 12 anos de reclusão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e tiveram negado o direito de recorrer em liberdade.

O crime

De acordo com a denúncia do Ministério Público e as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. André Oliveira invadiu a residência da tia da vítima, localizada na Rua Baguari, e efetuou diversos disparos contra Cauã Nascimento, que morreu no local.

As investigações apontaram que a vítima teria sido flagrada pichando muros de residências e postes de energia com a sigla de uma facção rival à que dominava o bairro à época. Conforme apurado, Cauã foi submetido a um chamado “tribunal do crime” e recebeu sentença de morte. A execução ocorreu dois dias após essa decisão.

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Objetos estranhos na rede elétrica causaram mais de 150 ocorrências no Acre em 2025 

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Mais de 61 mil clientes foram atingidos ano passado 

Segundo levantamento realizado pela Energisa Acre, cerca de 150 ocorrências foram registradas no estado em 2025 por objetos estranhos na rede elétrica, afetando mais de 61 mil clientes. Aumentando 35.14% em comparação com o mesmo período de 2024, que foram registradas 111 ocorrências, afetando mais de 30 mil clientes. Considerando os últimos 3 anos, foi registrada um aumento de 157.9% clientes atingidos.

Entre os materiais encontrados na rede estão tênis, correias metálicas, sacolas e outros objetos levados pelos ventos ou lançados intencionalmente, que se torna um ato criminoso, considerado dano ao patrimônio público, além de ser uma ação muito perigosa, que oferece risco à vida.

Quando entram em contato com a fiação, podem provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos, danos a equipamentos do sistema elétrico, incêndios, choques fatais, além de comprometer o fornecimento de energia da região.

O Gerente de Operação da Energisa Acre, Loureman Azevedo, reforça que a tentativa de retirada desses materiais é extremamente perigosa.

“Quando um objeto entra em contato com a rede elétrica, ele pode ficar energizado e se transformar em um ponto de choque. O risco aumenta quando alguém tenta retirar esse material usando varas, escadas ou qualquer outro recurso improvisado. A orientação é clara: jamais tente remover objetos da rede elétrica. Ao identificar essa situação, mantenha distância e acione imediatamente a Energisa pelos canais de atendimento”, alerta o gerente.

A recomendação da Energisa é simples e pode evitar acidentes

  • Não jogue objetos sob ou sobre a rede elétrica;

  • Nunca tente retirar materiais presos à fiação;

  • Não se aproxime de fios partidos ou cabos no chão;

  • Não toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;

  • Não solte pipas, balões ou até mesmo fogos de artifício próximo a rede.

Em caso de ocorrência, registre pelos canais de atendimento:

WhatsApp Gisa: (68) 99233-0341
Aplicativo Energisa On
Telefone: 0800 647 7196

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