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Polícia Penal prende duas visitantes que tentavam entrar com substâncias ilícita no presídio de Tarauacá

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ASCOM/Iapen-Polícia Penal

Policiais penais da Unidade Penitenciária Moacir Prado, em Tarauacá, prenderam na tarde desta quarta-feira, 2, duas visitantes que tentavam entrar com materiais ilícitos.

A primeira apreensão aconteceu quando uma visitante tentou entrar para visitar o companheiro, portando substância análoga a maconha na própria prótese dentária. A mulher portava três invólucros da substância na boca.

Já na segunda ocorrência, a Polícia identificou e prendeu uma visitante que tentava passar pelo scanner corporal com um invólucro introduzido na região pélvica. O pacote continha 70 invólucros menores, também de sustância análoga a maconha.

As visitantes e o material ilícito foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil de Tarauacá para os procedimentos cabíveis.

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Suspeito de homicídio se entrega à Polícia Civil após três dias escondido em área de mata em Feijó

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Na manhã desta quinta-feira, 12, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, recebeu a apresentação voluntária do suspeito de envolvimento no homicídio de Thiago Leitão de Freitas.

De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado entrou em contato com a equipe policial e decidiu se entregar após permanecer por três dias refugiado em meio à mata. Ele teria buscado se esconder por temer represálias de pessoas que, segundo relatos, seriam ligadas a facções criminosas.

A ação contou com trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, que atuaram de forma integrada para garantir a segurança durante a apresentação do suspeito e evitar possíveis confrontos. A atuação coordenada das forças de segurança foi considerada fundamental diante do clima de tensão registrado na região.

O investigado foi colocado sob custódia protetiva. Conforme apurado, a residência dele foi incendiada e animais teriam sido mortos em sua propriedade, situação que reforçou a necessidade de medidas para preservar sua integridade física e a de seus familiares.

Segundo a Polícia Civil, as ameaças e a atuação de pessoas supostamente ligadas à vítima também dificultaram os trabalhos investigativos, exigindo reforço nas ações de segurança.

O caso segue sob investigação da Delegacia-Geral de Feijó, que apura as circunstâncias do homicídio e os desdobramentos relacionados às ameaças e atos de violência registrados após o crime.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Homens armados abandonam motocicleta em frente ao Teatro do Náuas, em Cruzeiro do Sul

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Dupla fugiu em outro veículo; moto deixada no local foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil

Dois homens armados abandonaram uma motocicleta em frente ao Teatro dos Náuas, em Cruzeiro do Sul, na noite de quarta-feira (11), e fugiram em outro veículo.

Uma testemunha acionou a Polícia Militar e relatou que os suspeitos deixaram no local uma motocicleta modelo Biz ainda ligada. Em seguida, subiram em outra moto e seguiram em direção ao portal da cidade, tomando rumo ignorado.

Ao chegar ao endereço informado, a PM encontrou o veículo abandonado no meio da via pública. De acordo com relatos de testemunhas, os dois indivíduos trafegavam em motocicletas distintas — um deles conduzia uma moto de maior porte, enquanto o outro pilotava a Biz, que foi deixada para trás. Após o abandono, ambos seguiram na motocicleta maior.

Durante consulta no sistema, não foi constatado registro de roubo ou furto vinculado à placa da moto abandonada. O veículo foi recolhido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

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MPF recorre contra decisão que rejeitou ação sobre direitos de migrantes na fronteira do Acre

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Órgão aponta falhas no acolhimento e cobra medidas estruturais permanentes da União, Estado e municípios

O Ministério Público Federal (MPF) recorreu de decisão judicial que rejeitou uma ação civil pública voltada à garantia de direitos de migrantes que ingressam no Brasil pela fronteira do Acre. Para o órgão, a sentença não considerou a gravidade da situação enfrentada por pessoas em condição de vulnerabilidade e a necessidade de medidas estruturais permanentes por parte do poder público.

Segundo a assessoria, a ação foi proposta contra a União, o Estado do Acre e os municípios de Rio Branco, Assis Brasil, Brasileia e Epitaciolândia, após o MPF identificar falhas no acolhimento, na oferta de vagas em abrigos e na organização dos fluxos de atendimento. De acordo com o órgão, a região de fronteira historicamente enfrenta sobrecarga nos serviços públicos em períodos de aumento do fluxo migratório, o que exige planejamento prévio e atuação coordenada entre os entes federativos.

“Busca-se, assim, a inserção do migrante na sociedade que o acolhe, com o estabelecimento de direitos e promoção de políticas públicas necessárias a esta parcela da população”, afirma trecho do recurso assinado pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias.


Urgência e risco de danos

No recurso, o MPF sustenta que a urgência das medidas decorre da condição dos migrantes, muitos em extrema pobreza, sem documentação regular e com necessidade imediata de alimentação, abrigo e atendimento de saúde. Para o órgão, cabe ao poder público estruturar políticas capazes de responder a crises migratórias de forma eficaz.

“De outro lado, a presença do perigo de dano decorre de que a cada dia que se passa, direitos são violados e o sofrimento se acumula. O que tem se verificado nesses últimos meses é a presença de grupos compostos por mulheres, crianças e idosos; pessoas vulneráveis, migrantes, pobres e sem assistência de políticas públicas, que não se estabelecem em local fixo e apenas buscam alternativas de sobrevivência”, destaca o procurador.

O MPF também alerta que mudanças nas políticas migratórias de países vizinhos podem provocar aumento repentino no número de pessoas que entram pela fronteira acreana, o que demanda ações preventivas — e não apenas respostas emergenciais.


Medidas solicitadas

Entre os pedidos apresentados no recurso estão:

  • Ampliação da capacidade de acolhimento nos municípios de fronteira e na capital;

  • Garantia de alimentação adequada e culturalmente compatível;

  • Disponibilização de equipes técnicas permanentes para atendimento em campo;

  • Elaboração de plano de contingência interinstitucional para emergências migratórias;

  • Acesso efetivo a serviços de saúde, assistência social e educação;

  • Regularização documental e organização dos fluxos de atendimento e interiorização.

Para o MPF, a ausência de estrutura adequada pode resultar em violações de direitos fundamentais e no agravamento da situação humanitária na região.

O recurso foi encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que ficará responsável por analisar o caso.

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