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Moradores fecham Estrada do Calafate em protesto por falta de energia elétrica

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Moradores do Loteamento Raimundo Maia, que faz parte do bairro Waldemar, na região do Calafate, fecharam a Estrada do Calafate na noite dessa terça-feira (1), em protesto pela falta de energia elétrica.

Segundo informações dos moradores, são diversas quedas de energia durante o dia, além da oscilação e a perda de força para manter os equipamentos elétricos de uso diário funcionando. Nesssa terça-feira, os moradores alegam que estavam há cerca de 12 horas sem energia elétrica no local, sem ter o direito de beber água gelada, ligar ar-condicionado ou até mesmo os afazeres domésticos.

Os relatos dos consumidores também vão mais além, como por exemplo, quando restabelece a energia elétrica, ela fica somente 20 minutos e depois o transformador volta a disparar e deixar as casas sem energia.

Eles reclamam que são várias famílias prejudicadas e quando ligam para o suporte técnico, muitas vezes os funcionários da Energisa não vão, e quando vão, ficam reclamando das várias vezes que os moradores ficam ligando para a empresa.

NOTA DA ENERGISA

Sobre o protesto dos moradores na região da Estrada do Calafate, a empresa informa que duas equipes foram até o local. Foi identificado que uma árvore estava em contato com a rede de distribuição. Após resolvida a interferência, a equipe realizou uma minuciosa inspeção na rede no local.

A empresa ressalta que os clientes devem registrar as ocorrências sobre interrupção de energia nos canais de atendimento, para que as equipes possam realizar os serviços necessários.

O registro pode ser feito pelo 0800 647 7196, aplicativo Energisa ON ou Gisa (www.gisa.energisa.com.br).

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Mercado da soja em ascensão: preços em alta e perspectivas positivas para exportações

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O mercado da soja está experimentando um momento de otimismo, com preços em ascensão e perspectivas favoráveis para as exportações, apesar dos desafios e das oscilações nos mercados internacionais e cambiais.

Embora em menor volume do que no ano anterior, as exportações de soja para 2024 continuam a ser uma perspectiva significativa, impulsionadas pela necessidade de capitalização dos produtores e pelos estímulos do mercado cambial.

Projeções indicam que o Brasil exportará aproximadamente 96 milhões de toneladas de soja em 2024, refletindo uma redução em relação ao ano anterior, mas ainda mantendo um volume considerável. O esmagamento da soja também está previsto para aumentar este ano, enquanto as importações devem crescer significativamente em comparação a 2023.

Apesar da previsão de uma oferta total de soja ligeiramente menor em 2024, a demanda também deve diminuir, resultando em uma redução nos estoques finais. Esse cenário tem influenciado os movimentos de preços nos mercados futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago, apesar das oscilações ao longo da semana.

Os prêmios no mercado nacional têm apresentado uma recuperação significativa, impulsionados pelo tamanho real da safra brasileira e pela percepção de uma oferta menor do que o esperado por alguns participantes do mercado. Esse movimento tem sido refletido nos preços da soja nos portos do Brasil, que acumularam ganhos consideráveis nos últimos dias.

Fonte: Pensar Agro

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Milho começa a semana em alta: mercado favorável impulsiona preços e gera otimismo

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O cenário para o mercado de milho é positivo, com expectativas de alta sustentada nos preços. A combinação de fatores como a qualidade da safra brasileira, a demanda interna e externa, com o aumento da tensão no Oriente Médio, somado ao período de incerteza de quando os Estados Unidos irão começar a reduzir as taxas de juros, mexeram com o câmbio ao longo da semana, criando um cenário otimista.

Diversos fatores contribuem para esse cenário favorável, impulsionando o setor e gerando oportunidades para produtores e demais agentes da cadeia:

A safra brasileira progride em ritmo acelerado, com 80% das áreas em fase de floração ou desenvolvimento vegetativo. A qualidade das lavouras, em geral, é boa, com exceção de algumas regiões pontuais que sofreram com chuvas irregulares.

O mercado interno continua um pouco lento, com exportações acumulando 7 milhões de toneladas entre janeiro e março, abaixo do mesmo período em 2023. No cenário internacional, os preços na Bolsa de Mercadorias de Chicago apresentam tendência de baixa, sinalizando uma ampla oferta global.

Paralelamente, o plantio do milho nos Estados Unidos avança em bom ritmo, com condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento inicial das lavouras.

Um fator adicional que influencia o mercado é a retenção de soja nos armazéns, acima do normal. Isso leva alguns produtores a optarem pela venda do milho para buscar capitalização e honrar compromissos financeiros.

O valor médio da saca de milho no Brasil atingiu R$ 56,88 no dia 18 de abril, um aumento de 0,10% em relação à semana anterior. As principais regiões produtoras registraram elevações nas cotações, com destaque para Campinas/CIF (1,60%), Mogiana Paulista (1,72%) e Rondonópolis (2,27%).

O mercado do milho vive um momento de oportunidades, impulsionado por diversos fatores favoráveis. Produtores, traders e demais agentes da cadeia podem se beneficiar desse cenário positivo, desde que estejam atentos às tendências do mercado e às melhores estratégias de atuação.

Fonte: Pensar Agro

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Ciclista fica ferido após cair de bicicleta em rua de Rio Branco

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Julio Cesar de Araújo Madeira, de 52 anos, foi vítima de um acidente enquanto pedalava sua bicicleta na tarde deste domingo (21), na rua São João, localizada no bairro Apolônio Sales, na parte alta de Rio Branco.

Testemunhas relatam que Julio trafegava no sentido centro-bairro quando colidiu com um dos diversos buracos presentes na rua São João. O impacto resultou em uma queda, onde o ciclista bateu a cabeça e perdeu os sentidos.

Moradores e transeuntes que conheciam Julio prontamente prestaram assistência e chamaram a ambulância. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, enviando uma ambulância de suporte avançado para prestar os primeiros socorros. Após avaliação médica, constatou-se que não havia fraturas visíveis, e Julio foi encaminhado ao pronto-socorro de Rio Branco em condição estável.

Relatos adicionais de populares sugerem que Julio Cesar aparentava estar sob efeito de álcool no momento do acidente.

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