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Polícia dispersou gases para os manifestantes que chegaram de Senkata
Os alienígenas moveram os caixões dos mortos em Senkata. Houve confrontos e a polícia usou agentes químicos para dispersá-los.
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Embora pela manhã o vice-ministro da Segurança Cidadã, Wilson Santamaría, tenha anunciado que “garantiria sua jornada por todas as artérias” de La Paz, a polícia usou gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes que, de Senkata, trouxeram vários o caixão das vítimas dos confrontos na terça-feira. A briga começou quando os manifestantes tentaram quebrar um cordão policial-militar na tentativa de chegar à Praça Murillo.
A enorme coluna de moradores de El Alto chegou ao centro da sede do governo com discursos contra o executivo e um boneco representando a presidente Jeanine Áñez, de quem eles pedem sua demissão.
Então a maioria se retirou para a praça de São Francisco.

Os policiais usaram gases para dispersar a marcha dos distúrbios. Foto: Ángel Guarachi
Enquanto isso, a polícia continuou a liberar mais gases para as pessoas mobilizadas, principalmente mulheres; alguns estavam deitados no chão afetados por agentes químicos.
O canal estatal Bolívia Tv informou que um grupo de socorristas compareceu a uma mulher em frente aos escritórios da Unidade de Trânsito.
Este meio conseguiu verificar a existência de pelo menos uma pessoa ferida que foi transferida em um aguayo.
“Como eles vão matar como cachorros”, afirmou uma mulher em meio aos efeitos da gaseificação que não cessaram e se estendeu à Praça Eguino, onde outra marcha, desta vez como mineiros, desceu para reforçar o protesto contra as alterações (21/11/2019 )
Marcha maciça chega com caixão no centro e termina gaseificada
Os alienígenas moveram os caixões dos mortos em Senkata. Houve confrontos e a polícia usou agentes químicos para dispersá-los.

Os mobilizados entraram em um veículo militar com uma boneca que representa Jeanine Añez. Foto: Verónica Zapana / Página Sete
Página Siete
Um grupo levou os caixões para os arredores da Plaza del Obelisco, onde soldados e policiais se formaram em um cordão de segurança, com o apoio de veículos blindados.
Lá, vários manifestantes começaram a gritar para eles “Assassinos! Assassinos! Assassinos!”, Enquanto outros alegavam: “Devolvam-nos os nossos mortos”, em referência aos oito mortos na briga na terça-feira.
Eles começaram a entrar com os caixões nos ombros no meio do exército motorizado e até colocaram um em cima de um carro blindado enquanto alguns dos manifestantes embarcavam no mesmo veículo. Começou a gaseificação que fez os manifestantes fugir, que por um momento deixaram dois caixões na rua.
A multidão chegou ao centro de La Paz e passou pela Igreja de São Francisco; Ele parou no Obelisco e houve confrontos com a polícia, que usou gás lacrimogêneo para dispersar os manifestantes, que no meio do caos deixaram o caixão no meio da avenida.
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“Añez sai, a paz retornará”, “Añez mata, queremos sua cabeça” foram alguns dos slogans ouvidos na marcha, até que tentaram romper o cerco da polícia.
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Em frente ao Obelisco, os manifestantes tentaram quebrar a barreira da polícia, mesmo com um caixão, e conseguiram por alguns segundos, quando o uso de agentes químicos começou, enquanto as pessoas gritavam para os “assassinos, assassinos” uniformizados.
A tensão aumentou e a polícia dispersou os manifestantes para Colon Street e San Francisco Square, onde permaneceram até as cinco da tarde, quando começaram a recuar e voltaram a El Alto.
Al menos 9 muertos por represión policial en Senkata
https://youtu.be/0F1GNL5-vjY
Mercenários semelhantes a narcóticos e terroristas lideram os conflitos

Mercenários usam armas de fogo modernas, especialmente em áreas onde eles conseguiram “soberania”, como El Alto, Sabaca e Yapacaní.
La Prensa - Joshua Hinojosa
Os atuais eventos violentos na Bolívia, que mataram pelo menos 30 pessoas, são liderados por mercenários com treinamento paramilitar com características semelhantes a traficantes de drogas, terroristas ou membros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) que realizam ações violentas em troca de dinheiro.
Essa conclusão chega ao ex-comandante da Polícia de Santa Cruz Rolando Fernández, que também considera que determinações radicais de grupos relacionados ao movimento Al Socialism (MAS), como o uso de franco-atiradores para enfrentar as forças da ordem, são uma estratégia para quebrar o sistema político recentemente instalado.
Fernández diz que os mercenários usam armas de fogo modernas, especialmente em áreas onde eles conseguiram “soberania”, como El Alto, Sabaca e Yapacaní. Ele acrescenta que existem grupos ancorados na área de Chapare, onde a entrada da polícia não é permitida. Como exemplo, ele mencionou que há alguns anos a Polícia queria instalar um posto de controle policial em Yapacaní, mas uma grande parte dessa população se opôs.
“Isso nos mostra que existem muitos setores dessas populações que compartilham com os grupos de narcotráfico, cartéis, agora as FARC apareceram, e eu não ficaria surpreso se outros grupos que buscam benefícios com a droga aparecessem”, explicou Fernández a tempo. mencionar que os mercenários não têm problemas de ideologia e que apenas procuram obter dinheiro sob quaisquer circunstâncias.
Fernández destacou as ações dos Ministérios do Governo e da Defesa que visam impor a ordem no país, embora ele esclareça que isso levará um tempo, porque esses grupos de traficantes e mercenários desfrutaram de uma “incrível abertura” pelo governo de Evo Morales, o que lhes permitiu se estabelecer na área.
Sobre o assunto, o comandante departamental da Polícia de Santa Cruz, Miguel Mercado, disse que falar em franco-atiradores para enfrentar a polícia é um ato de terrorismo. “O uso de explosivos, o uso de armas, para tentar ataques contra policiais, contra autoridades que têm outro pensamento, que é outro nível, outro nível”, afirmou.
A autoridade informou que, além de Sacaba, a Polícia possui informações sobre grupos com atitude terrorista nos municípios de Yapacaní e San Julián “onde promoveriam a dispensa de oficiais das Forças Armadas e da Polícia”.
MERCADO NEGRO, ACESSO A ARMAS
O ex-comandante da Polícia de Santa Cruz, Rolando Fernández, acredita que o mercado negro facilita o acesso a armas de fogo para mercenários e traficantes de drogas no país e no mundo.
Fernández diz que “o tráfico de armas no mercado negro é imparável”, pois é possível adquirir qualquer tipo e quantidade de armas.
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Carlinhos do Pelado acompanha equipe técnica da Defesa Civil Nacional em áreas atingidas por enxurrada e local onde serão construídas casas para as famílias atingidas pela inundação em 2024
O prefeito de Brasiléia, Carlinhos do Pelado, acompanhou nesta terça-feira (03) a equipe técnica da Defesa Civil Nacional em visitas às áreas da zona rural do município afetadas pela forte enxurrada registrada no final de janeiro. A agenda contou ainda com a participação de técnicos da Defesa Civil Municipal e Estadual.
Durante todo o dia, engenheiros e técnicos vistoriaram os pontos mais críticos atingidos pelas chuvas intensas, que danificaram 13 pontes e 20 linhas de bueiros, deixando, à época, mais de 500 famílias isoladas.
O prejuízo estimado ultrapassa R$ 1,5 milhão. As visitas técnicas foram encerradas na ponte do Ramal Santa Luzia, no km 84, uma das estruturas mais impactadas pela força das águas.
Participaram da vistoria técnica os engenheiros civis da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, Ademar Lopes e Lilian Alves, que integraram a missão oficial da Defesa Civil Nacional no município.
Os profissionais acompanharam in loco os danos estruturais e dialogaram com a equipe municipal sobre as intervenções necessárias.
As equipes também avaliaram áreas destinadas à construção de 63 casas populares para famílias atingidas pela grande inundação de 2024.
No início de fevereiro, o prefeito decretou situação de emergência no município, medida que foi reconhecida pelo Governo Federal conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), garantindo respaldo legal para a busca de recursos e apoio técnico.
A programação teve início ainda na segunda-feira (02), com reunião na sala de situação de comando e monitoramento da Defesa Civil Municipal. O encontro reuniu representantes dos órgãos municipal, estadual e nacional para avaliação de cenários críticos, definição de estratégias integradas e encaminhamentos voltados ao fortalecimento das ações preventivas e de resposta a possíveis situações de risco.
A vinda da equipe federal ocorreu após agenda do prefeito em Brasília, onde esteve no Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional em reunião com o secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, solicitando apoio para o município.
O prefeito destacou a importância da articulação institucional e agradeceu o apoio recebido. “Estamos aqui acompanhados da Defesa Civil Nacional, através de uma ida nossa em Brasília, quando fizemos visita lá em busca de emendas para o nosso município. Lá, conseguimos falar com o secretário nacional de Defesa Civil, que abriu novamente uma oportunidade para que nós de Brasiléia ganhássemos 63 casas populares para serem construídas em decorrência da alagação de 2024. Também vieram visitar in loco tudo o que foi ocasionado durante aquela forte cheia que não atingiu o rio principal, mas os igarapés, no mês de janeiro, quando decretamos estado de emergência”, afirmou.
O gestor municipal também agradeceu ao presidente governo federal pelo reconhecimento da situação de emergência e pelos investimentos destinados ao município, além do apoio do Governo do Estado, na pessoa do governador Gladson Cameli, e da equipe da Defesa Civil Estadual. “Estamos aqui com o nosso secretário Josué, acompanhando toda a equipe da Defesa Civil Nacional e da Defesa Civil Estadual. Aproveitamos para agradecer ao engenheiro Ademar Lopes e à engenheira Lilian Alves, da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que vieram fazer essa visita em loco e trazer boas novidades e boas notícias para Brasiléia”, completou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, ressaltou que o trabalho técnico é fundamental para garantir agilidade na liberação de recursos e execução das obras emergenciais. “Essa vistoria detalhada com os engenheiros da Defesa Civil Nacional é essencial para consolidarmos os relatórios técnicos, atualizarmos os danos e prejuízos e assegurarmos os recursos necessários para reconstrução das pontes, recuperação dos bueiros e implementação de medidas preventivas. O município está monitorando permanentemente as áreas de risco e fortalecendo o plano de contingência”, destacou.
A agenda com a equipe da Defesa Civil Nacional foi encerrada no início da noite desta terça-feira (03), no gabinete de trabalho do prefeito, na Prefeitura de Brasiléia, onde foram feitos os últimos encaminhamentos técnicos e institucionais, consolidando as demandas apresentadas ao Governo Federal.
A expectativa da gestão municipal é que, com o reconhecimento federal e os laudos técnicos concluídos, os investimentos avancem para restabelecer a trafegabilidade nos ramais e garantir moradia digna às famílias afetadas.
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Governador e vice entregam 80 casas do populares na Cidade do Povo
Em mais uma ação voltada à redução do déficit habitacional no estado, o governador do Acre, Gladson Camelí, na companhia da vice-governadora, Mailza Assis, realizou nesta terça-feira, 3, a entrega de 80 unidades habitacionais do Programa Pró-Moradia, no loteamento Cidade do Povo, em Rio Branco.

A iniciativa integra um empreendimento maior, composto por 383 casas, e representa mais um avanço da política estadual de habitação direcionada às famílias em situação de vulnerabilidade social. As moradias foram construídas por meio da atuação da Secretaria de Estado de Habitação e Urbanismo (Sehurb).
As 80 unidades entregues nesta terça beneficiam famílias inscritas no Cadastro Único, contempladas pelo Bolsa Família ou pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), além de famílias chefiadas por mulheres, pessoas idosas, pessoas com deficiência, atingidas por alagações do Rio Acre, desastres naturais, residentes em áreas de risco e em situação de ônus excessivo com aluguel, entre outros critérios sociais prioritários.
Durante a solenidade, Gladson Camelí destacou o impacto social da iniciativa. “Não existe política pública mais transformadora do que aquela que entrega dignidade. E dignidade começa com um lar. Um lugar onde a gente fecha a porta e sente segurança, onde as crianças podem dormir tranquilas”, afirmou. O governador também ressaltou que, até o final do ano, a meta é entregar cerca de 2.700 casas com apoio do governo federal.

“Essas casas estão sendo destinadas a quem mais precisa. Muitas famílias já enfrentaram as cheias do Rio Acre, perderam móveis, viveram em aluguel social ou até mesmo em situação de rua. O que estamos entregando hoje não é apenas uma chave, é a chance de começar um novo capítulo”, acrescentou.
A vice-governadora Mailza Assis também enfatizou o compromisso da gestão. “O nosso governo trabalha com empenho para garantir o melhor à população. Que essas 80 novas moradias sejam lares de paz, felicidade e prosperidade para as famílias”, declarou.

Cada casa possui 44,05 metros quadrados de área construída, com dois quartos, sala de estar, cozinha, banheiro e área de serviço. As obras tiveram prazo de execução de 21 meses, totalizando 646 dias de trabalho.
O investimento total nas 80 unidades, incluindo os terrenos, é de R$ 8 milhões e 73 mil, com recursos provenientes de fontes próprias do Estado e de operações de crédito. O valor médio de cada unidade, também considerando o terreno, é de aproximadamente R$ 125 mil, evidenciando o investimento concreto na política habitacional, com garantia de estrutura adequada e segurança jurídica às famílias contempladas.
O secretário de Habitação, Egleuson Santiago, comemorou o momento. “Estou muito alegre em compartilhar esse momento com as famílias que estão recebendo seus lares e vão reiniciar suas histórias em uma nova habitação. Peço que cada um zele pela sua nova casa”, destacou.

Entre os beneficiados está Merizan de Souza, que celebrou a conquista da casa própria. “Agradeço ao governador e a toda a equipe de governo por me proporcionar esse sonho realizado. Minha família é composta por cinco pessoas e vamos fazer um bom proveito da nossa nova casa, que será o nosso lar maravilhoso”, afirmou.

A previsão do governo é que outras 102 casas sejam entregues até o final de março, dando continuidade ao cronograma do Programa Pró-Moradia e reforçando a política de habitação como eixo estratégico de desenvolvimento social no Acre.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Prefeitura de Rio Branco destaca potencial da cafeicultura e atrai novos investidores para o município
Expansão da cadeia produtiva de cafeicultura fortalece geração de emprego e renda no campo
A Prefeitura de Rio Branco segue avançando no fortalecimento da cadeia produtiva do café e já colhe resultados positivos com a atração de investidores interessados na comercialização da produção local. Na manhã desta terça-feira (3), o prefeito Tião Bocalom recebeu, em seu gabinete, o empresário Marco Antônio Gomes, do estado de Rondônia, que veio conhecer de perto o potencial do café produzido na capital e na região.
Durante o encontro, o investidor destacou a excelente qualidade do café acreano e a alta produtividade das lavouras, ressaltando o padrão de excelência do produto.

“Logo na primeira amostra vimos que é um café padrão 1, de excelência. Produz mais, com menor custo, e garante melhor retorno ao produtor”, afirmou o empresário. (Foto: Wilkes Silva/Secom)
“Um café bom por sinal. Nós vimos a qualidade logo na primeira amostra e percebemos que é um café de padrão 1, um café de excelência. Isso nos animou bastante. O Acre tem uma terra muito boa, e em algumas regiões nem precisa de irrigação. Isso aumenta a produtividade e reduz os custos para o produtor. É algo de encher os olhos. Produz mais, com custo menor, e o dinheiro fica melhor no bolso do produtor. Esse é o nosso objetivo”, afirmou o empresário.
A produção de café vem se consolidando como uma alternativa estratégica de geração de renda para o homem do campo. A gestão municipal tem investido em parcerias e ações voltadas à ampliação do cultivo, buscando fortalecer a cadeia produtiva e valorizar ainda mais a produção local.
O prefeito Tião Bocalom ressaltou que sempre defendeu o incentivo à cultura do café no Acre e comemorou o momento de expansão da atividade, que já começa a atrair empresários experientes do setor.

“Desde 1993 acredito no potencial do café em Acrelândia. Hoje a produção tem qualidade reconhecida e já atrai investidores como o Jacaré”, destacou o gestor. (Foto: Wilkes Silva/Secom)
“Desde1993, eu já incentivava o café em Acrelândia. Se existe alguém neste Acre que sempre acreditou que o café daria certo aqui, esse alguém sou eu. Fico feliz em saber que hoje já temos uma produção voltada para o mercado, com qualidade reconhecida, e que isso começa a atrair novos investidores. É o caso do Jacaré, que tem mais de 40 anos de atuação no mercado de café em Rondônia e agora vem instalar um escritório em Acrelândia para comprar café não só do município, mas de todo o estado”, destacou o gestor.
A Prefeitura também reforça que, por meio da Secretaria Municipal de Agropecuária, garante assistência técnica e mecanizada aos produtores do município, assegurando melhores condições de trabalho, aumento da produtividade e a manutenção da qualidade de vida do homem no campo.
O fortalecimento da cafeicultura representa mais uma alternativa concreta de geração de emprego e renda, consolidando Rio Branco e o Acre como uma nova fronteira promissora na produção de café de qualidade.
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Fonte: Conteúdo republicado de PREFEITURA RIO BRANCO

















































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