Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Polícia Civil se manifesta sobre os eventos no Presídio Antônio Amaro e instaura inquéritos de investigação
Na manhã desta sexta-feira, 28, a direção-geral de Polícia Civil do Acre (PC/AC), juntamente com o Departamento de Polícia Técnica Científica (DPTC), concedeu uma coletiva de imprensa para prestar esclarecimentos sobre os recentes episódios ocorridos no Presídio Antônio Amaro, em Rio Branco.
Segundo as autoridades, ocorreram cinco homicídios nas dependências da unidade prisional, bem como diversas lesões corporais. Em resposta a esses eventos trágicos, a PC/AC instaurou dois inquéritos policiais para apurar os fatos.

A perícia tomou conta de toda a unidade prisional para investigar os eventos, abrangendo também a averiguação de danos ao patrimônio. Foto: Ascom PC/AC
“O primeiro inquérito terá o objetivo de investigar os homicídios e as lesões corporais, buscando responsabilizar os envolvidos por esses crimes. Já o segundo inquérito focará em apurar as circunstâncias que levaram a essa situação, investigando se houve facilitação por parte de agentes públicos na ocorrência dos incidentes”, explicou o delegado-geral da PC/AC, José Henrique Maciel.
De acordo com o diretor do DPTC, Mário Sandro Martins, para realizar as investigações e perícias necessárias, a equipe de trabalho contou com a participação de 10 peritos criminais, três médicos legistas, além de oito agentes de polícia e sete auxiliares de necropsia. “Os trabalhos foram minuciosos e se estenderam até a quinta-feira, 27, por volta das 22h, quando os corpos das vítimas foram liberados para as famílias”, informou.
O diretor do IML, Ítalo Maia Vieira, diz que foi feito um trabalho minucioso nos exames cadavéricos e de corpo de delito aos presos e no policial penal que foi feito refém. “Dos cincos corpos, três estavam decapitados. É importante salientar que não houve nenhum órgão retirado, como foi noticiado em redes sociais”, disse.
A perícia tomou conta de toda a unidade prisional para investigar os eventos, abrangendo também a averiguação de danos ao patrimônio. Todos os detalhes coletados durante o processo de apuração serão apresentados à Justiça para embasar o devido processo legal.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.
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Prefeitura de Brasiléia analisa projeto de regularização fundiária do Bairro Nazaré
Reunião tratou do avanço do REURB, que garante segurança jurídica a centenas de moradores do núcleo urbano informal
A Prefeitura de Brasiléia realizou, na última quarta-feira (21), um encontro técnico na sede do setor de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município para análise do projeto de Regularização Fundiária Urbana (REURB) do núcleo urbano informal do Bairro Nazaré.
Durante a reunião, foi destacada a importância do avanço no processo de regularização fundiária da área, considerada essencial para garantir segurança jurídica aos moradores e demais envolvidos, além de promover a organização urbana e o acesso a direitos básicos.
Participaram do encontro o gerente de Tributação, Arrecadação e Fiscalização do município, Luciano Augusto; a secretária municipal de Meio Ambiente, Liane Chaves; o economista da Secretaria de Planejamento, Nevisson Tavares; a secretária municipal de Assistência Social, Suly Guimarães; o consultor em Engenharia Civil, Anselmo Ricardo; o representante da Secretaria Municipal de Obras, Jefferson Luis Araújo; a consultora em Arquitetura, Leovânia Moraes; e Felipe Braga, da empresa Braga Consultoria e Serviços LTDA.
Apesar da relevância da iniciativa, a ação teve pouca divulgação institucional, mesmo beneficiando centenas de moradores com a regularização definitiva do bairro, que teve origem a partir de uma ocupação irregular e agora caminha para a legalização fundiária.








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