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Polícia Civil prende dois homens por furto de 29 cabeças de gado em Xapuri

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Operação resultou na prisão dos envolvidos e no desmantelamento de esquema que envolvia até menores de idade

XAPURI — A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, prendeu nesta segunda-feira (5) dois homens acusados de envolvimento no furto de 29 cabeças de gado, ocorrido em novembro do ano passado na zona rural do município. O crime causou um prejuízo estimado em R$ 70 mil à vítima.

O caso foi registrado no dia 18 de novembro de 2024, quando o proprietário da Fazenda Vista Alegre, localizada na Colônia Vista Alegre, notou o desaparecimento de 25 bois e quatro vacas. Segundo o relato, a cerca da propriedade havia sido violada e os animais foram levados em direção ao Ramal da Filipinas.

A partir da denúncia, a Polícia Civil abriu inquérito e deu início às diligências. As investigações identificaram J.G.M. como o principal responsável pelo furto, com o auxílio de comparsas, incluindo adolescentes. Os animais teriam sido levados inicialmente a uma fazenda vizinha, de onde foram embarcados em um caminhão boiadeiro com destino à propriedade de um homem conhecido como “Batok”, localizada às margens da BR-317, em Brasileia.

Com base nas provas reunidas, J.G.M. foi indiciado por furto qualificado (art. 155, §6º do Código Penal), associação criminosa com envolvimento de menores (art. 288, parágrafo único) e corrupção de menores (art. 244-B do ECA). Já “Batok”, que já possui antecedentes por receptação, foi autuado por receptação de semovente (art. 180-A do Código Penal).

“A ação demonstra o comprometimento da Polícia Civil do Acre em combater crimes patrimoniais no meio rural, especialmente os relacionados ao furto de gado, que impactam diretamente a economia e a segurança do produtor”, destacou o delegado Luccas Vianna, responsável pela operação.

Nas investigações, foi registrado que um dos envolvidos divulgou vídeos em redes sociais ostentado em hotéis de luxo e motéis com mulheres ouvindo música de apologia ao crime.

Os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional e permanecem à disposição da Justiça. A investigação segue para apurar a possível participação de outros envolvidos.

 

 

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PolíciaCivil fecha ‘Boca do Índio’ na “Favelinha” com mais de 80 pedras de crack em Epitaciolândia

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Operação conjunta das polícias Civil e Militar resultou na apreensão de drogas, maconha e objetos trocados por entorpecentes

Uma operação realizada na manhã desta quarta-feira (11) pelas polícias Civil e Militar de Epitaciolândia resultou no fechamento de um ponto de venda de drogas na comunidade conhecida como “Favelinha” e na prisão de um suspeito por tráfico.

A ação foi desencadeada após investigação conduzida pela equipe da Delegacia de Polícia Civil do município, que vinha monitorando a movimentação no local diante de denúncias sobre intensa comercialização de entorpecentes na região.

Durante a chegada das viaturas, os policiais abordaram um homem identificado como Davi Ariane da Silva, 36 anos, conhecido pelo apelido de “Índio”. Segundo a polícia, ele tentou se esconder ao perceber a presença da equipe. Na revista pessoal, foram encontradas mais de 80 pedras de crack, já fracionadas e prontas para venda.

Após o flagrante, o suspeito foi preso e levou os agentes até a residência onde morava. No imóvel, os policiais localizaram mais uma porção de crack e oito invólucros de maconha. Também foram apreendidos diversos objetos que, conforme relato do próprio suspeito, teriam sido trocados por drogas — prática recorrente no tráfico.

Ainda durante a ocorrência, usuários teriam comparecido ao local com a intenção de adquirir entorpecentes, reforçando, segundo a polícia, que o imóvel funcionava como ponto ativo de venda.

O homem foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido, e deverá responder pelo crime de tráfico de drogas.

A operação foi coordenada pelo delegado titular da unidade em Epitaciolândia. A Polícia Civil destacou a importância das denúncias anônimas no combate ao tráfico e reforçou que as informações repassadas pela população são tratadas com sigilo.

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Polícia Civil prende foragido acusado de tentativa de homicídio em Xapuri

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A ordem judicial foi decretada em razão do descumprimento de medida protetiva concedida à ex-namorada do investigado.

Mandado foi cumprido na zona rural após descumprimento de medida protetiva; crime ocorreu em bar no bairro da Sibéria

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Xapuri, cumpriu na manhã desta terça-feira (10) um mandado de prisão preventiva contra J.S.S., de 25 anos, que estava foragido da Justiça. A prisão ocorreu na zona rural do município, no Seringal Nova Esperança, colocação Maloca, onde o acusado residia.

A ordem judicial foi decretada em razão do descumprimento de medida protetiva concedida à ex-namorada do investigado. J.S.S. é acusado de tentativa de homicídio registrada na madrugada de 11 de janeiro deste ano, em um bar localizado no bairro da Sibéria, na região conhecida como “4 Bocas”, em Xapuri.

Vítima escapou por pouco. lâmina do canivete ficou a milímetros da artéria do pescoço.

Conforme o inquérito policial, o suspeito, armado com uma arma branca, teria atacado por ciúmes o comerciante conhecido como “Teodoro”, morador do bairro da Sibéria, ao ver a ex-namorada acompanhada de outra pessoa. A vítima foi atingida com um golpe no pescoço, e outras perfurações só não foram consumadas devido à intervenção dos seguranças do estabelecimento.

Após o crime, o autor fugiu e passou a ser considerado foragido. Durante o período em que esteve escondido, segundo a Polícia Civil, ele enviou mensagens ameaçadoras à ex-namorada, inclusive desafiando a Justiça, o que reforçou o pedido de prisão preventiva.

A prisão ocorreu na zona rural do município, no Seringal Nova Esperança, colocação Maloca, onde o acusado residia.

Diante dos fatos, o delegado Luccas Vianna representou pela prisão do acusado, que foi decretada pelo Judiciário e cumprida pela equipe de investigação coordenada pelo inspetor-chefe Eurico Feitosa. O preso foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

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Homem monitorado por tornozeleira eletrônica é executado a tiros em Rio Branco

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Vítima teria sido atraída para uma emboscada após cobrança de dívida; crime será investigado pela DHPP

Um homicídio com características de execução foi registrado por volta das 17h desta segunda-feira (9), na rua Içá, no bairro Ruilino 3, em Rio Branco. A vítima foi identificada como Francisco Costa das Chagas Filho, de 28 anos, que fazia uso de tornozeleira eletrônica.

De acordo com informações repassadas à polícia pela esposa da vítima, Francisco possuía uma dívida de alto valor e, durante a tarde, teria recebido uma ligação cobrando a quitação do débito. Segundo ela, o homem informou que dispunha apenas de R$ 14 mil. Após o contato, Francisco saiu de casa conduzindo um Volkswagen Golf, de cor branca, em direção ao local combinado.

A principal suspeita da polícia é de que a vítima tenha caído em uma emboscada. Ao chegar à rua Içá, Francisco teria sido levado para uma área de mata, onde foi executado com três disparos de arma de fogo, sendo um deles diretamente no coração.

Moradores da região relataram ter ouvido os tiros, mas ninguém saiu para verificar o ocorrido. O corpo só foi localizado após a esposa da vítima rastrear a localização do telefone celular de Francisco. No local, o veículo foi encontrado estacionado na via pública, enquanto o corpo estava em meio à vegetação.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado. Uma ambulância de suporte avançado, sob coordenação do médico Manoel Neto, esteve no local, mas os socorristas apenas puderam confirmar o óbito. A análise inicial apontou três perfurações por arma de fogo.

A Polícia Militar, por meio de equipes do 1º Batalhão, isolou a área para preservação da cena do crime. Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) também estiveram no local colhendo informações preliminares.

O Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) foi acionado, e a equipe de plantão do Instituto Médico Legal (IML) realizou a perícia e a remoção do corpo.

O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que busca esclarecer a autoria e a motivação do crime.

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