Conecte-se conosco

Geral

Polícia Civil prende cinco pessoas por crimes graves durante a Operação Alto Juruá

Publicado

em

Em continuidade às ações da Operação Alto Juruá, a Polícia Civil do Acre (PCAC) realizou, nesta quinta-feira, 5, a prisão de quatro homens e uma mulher em cumprimento a mandados de prisão expedidos pelo Poder Judiciário. As capturas ocorreram no município de Cruzeiro do Sul e na Vila São Pedro, zona rural da cidade.

Presos durante a Operação Alto Juruá são conduzidos ao Complexo Penitenciário do Juruá após ação da Polícia Civil que cumpriu mandados por crimes graves na região. Fotos: cedidas

Os homens foram presos na área urbana de Cruzeiro do Sul, enquanto a mulher foi localizada e detida na Vila São Pedro. Os investigados respondem por crimes graves, entre eles estupro de vulnerável, homicídio e ameaça.

Os presos foram identificados pelas iniciais A.C.S.P., R.N.A., A.C.S., J.L.T.S. e N.C.O. Após as capturas, todos foram conduzidos à delegacia para os procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça.

A Operação Alto Juruá é uma ação coordenada pela Direção-Geral da Polícia Civil com foco estratégico na região do Vale do Juruá, abrangendo os municípios de Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima e Rodrigues Alves. A iniciativa tem como principais objetivos o cumprimento de mandados de prisão, a prestação de assessoria estratégica ao delegado-geral e o suporte logístico às operações policiais em andamento.

Para reforçar as ações na região, a operação conta com aumento do efetivo policial, mobilizando servidores do Gabinete da Direção-Geral, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e do Núcleo de Investigação Criminal (Neic).

A intensificação das ações no Vale do Juruá faz parte de uma estratégia de fortalecimento da segurança pública na região, com foco na captura de foragidos da Justiça e no enfrentamento qualificado aos crimes graves.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Geral

Polícia Militar apreende armas e granada caseira em área de disputa entre facções em Rio Branco

Publicado

em

Material foi encontrado em casa em construção após suspeitos fugirem para área de mata no Segundo Distrito

Uma ação da Polícia Militar resultou na apreensão de três armas de fogo, diversas munições e uma granada caseira na noite de quarta-feira (4), na região da Vila Albert Sampaio, no Segundo Distrito de Rio Branco.

A operação foi realizada por equipes da Força Tática do 2º Batalhão durante patrulhamento ostensivo e preventivo na área, considerada sensível por conta de disputas entre facções criminosas.

De acordo com a corporação, a localidade tem registrado nos últimos meses diversas ocorrências envolvendo disparos de arma de fogo e apreensões de armamentos, situação ligada à disputa territorial entre grupos criminosos.

Durante a ação, os policiais encontraram uma mochila com armas e munições dentro de uma casa em construção, próxima a uma área de mata. Ao perceberem a aproximação das guarnições, suspeitos que estariam no local fugiram em direção à vegetação e não foram localizados.

Entre os materiais apreendidos estavam uma escopeta calibre .28, uma escopeta calibre .36, uma carabina calibre .22, além de uma granada caseira e frascos de tinta spray.

Todo o material foi recolhido e encaminhado à Delegacia da 2ª Regional, onde serão adotados os procedimentos legais cabíveis.

 

Comentários

Continue lendo

Geral

Bocalom inova e lança “mangá da gestão” com imagens em anime feitas com IA para divulgar obras em Rio Branco

Publicado

em

Prefeito usou inteligência artificial para criar ilustrações que destacam ações como Elevado Mamedio Bittar, novas creches e investimentos em educação e zona rural

O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, publicou na noite desta quinta-feira (5) uma série de imagens em estilo anime produzidas com o uso de inteligência artificial para destacar obras e ações realizadas durante sua gestão na capital acreana.

Na postagem, o prefeito comparou a sequência de imagens a um “mangá”, formato de história em quadrinhos japonês, e afirmou que as ilustrações representam melhorias concretas que estão sendo implementadas na cidade.

“Vocês gostam de anime ou mangá? Pois em Rio Branco nós também temos o nosso. Mas, diferente das histórias de ficção, esse mangá conta algo real: as ações que estão transformando a nossa cidade”, escreveu.

Destaques da publicação

Entre os destaques apresentados está o Elevado Mamedio Bittar, obra de mobilidade urbana que, segundo o prefeito, será entregue em breve e deve contribuir para melhorar o trânsito na capital. O prefeito também mencionou a construção do novo Mercado Elias Mansour, projeto que busca fortalecer o comércio local e oferecer melhores condições de trabalho aos comerciantes.

Na área da educação, Bocalom afirmou que a rede municipal tem avançado com novos investimentos. “Rio Branco conquistou o segundo lugar no IDEB, levamos tablets para nossas crianças, implantamos robótica nas escolas e seguimos ampliando as oportunidades para os nossos alunos”, destacou.

Outro ponto citado foi a construção das duas maiores creches do estado, que seguem em andamento. Segundo ele, as unidades vão ampliar o atendimento às crianças e apoiar as famílias da capital.

A publicação também abordou ações voltadas à zona rural, com o incentivo ao produtor por meio do projeto Produzir Para Empregar. “Cada imagem desse mangá representa uma ação concreta, um investimento que chega até a nossa gente e melhora a vida de quem mais precisa”, afirmou o prefeito.

Mensagem final

Ao final da postagem, Bocalom disse que a sequência de imagens representa o que chamou de uma nova fase de desenvolvimento para Rio Branco. “Esse mangá conta uma história inédita em Rio Branco: a história de que, quando se cuida do dinheiro público com responsabilidade, é possível fazer grandes ações e transformar uma cidade inteira”, concluiu.

Confira todas as artes:

Comentários

Continue lendo

Geral

‘Momento intenso e de acolhimento’, diz ex-primeira-dama após denunciar prefeito por violência em Xapuri

Publicado

em

Por

MP-AC também acompanha o caso por meio do Centro de Atendimento à Vítima (CAV). Caso repercutiu após Ana Carla Oliveira publicar prints onde acusa Maxsuel Maia de agressões físicas e psicológicas

Ana Carla Oliveira de 29 anos, denunciou nas redes sociais o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP) de agressões físicas e psicológicas. Foto: Reprodução/Instagram

Por Jhenyfer de Souza, g1 AC — Rio Branco

Após a repercussão da denúncia da ex-primeira-dama Ana Carla de Oliveira, de 29 anos, contra o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP), por agressões físicas e psicológicas, Ana Carla contou que recebeu orientação jurídica por parte do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), do Ministério Público do Acre (MP-AC).

Ana Carla tornou públicas acusações de agressões que, segundo ela, ocorreram ao longo do casamento de três anos com Maxsuel. Ela afirmou que viveu episódios de controle, xingamentos, isolamento social e três situações de agressão física, sendo uma delas no Réveillon, quando diz ter temido pela própria vida.

Ainda de acordo com Ana Carla, as medidas para formalização da denúncia estão sendo adotadas.

“Tenho recebido inúmeras mensagens desde que relatei o que aconteceu. São muitas manifestações de apoio, muitos relatos e muitas mulheres dizendo que se identificam com a minha história. Tem sido um momento muito intenso, mas também de acolhimento”, disse.

O MP havia informado, por meio de nota, que adotou medidas para apurar o caso. De acordo com a coordenadora do CAV, Bianca Bernardes, o caso segue em sigilo para preservar a vítima. Ela afirmou ainda que o CAV está prestando todo o auxílio necessário e que todas as medidas judiciais pertinentes serão adotadas.

Em nota divulgada na última segunda-feira (2), o MP fala sobre o compromisso com a defesa dos direitos das mulheres e com o enfrentamento à violência de gênero e informa que, “no presente caso, tem adotado todas as medidas cabíveis, de modo célere”.

Além do relato, a ex-primeira-dama compartilhou prints de conversas e áudios atribuídos ao prefeito. A reportagem do g1 teve acesso a gravações nas quais ele admite episódios de agressão.

Em nota divulgada também na segunda (2), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Acre (OAB/AC) repudiou qualquer forma de violência contra a mulher e ressaltou que o cargo de prefeito é incompatível com o exercício da advocacia, conforme o Estatuto da entidade.

Procurado anteriormente pela reportagem, Maxsuel Maia informou que, diante da repercussão do caso, não pretende se manifestar neste momento.

Entenda o caso

Ana Carla destacou que os comportamentos abusivos começaram no início do relacionamento, mas que não os percebia dessa forma. Ela afirmou também que precisou trocar o número de telefone e evitar determinadas pessoas, sob a justificativa de preservar a imagem pública do casal.

“Desde os primeiros meses já existiam comportamentos de controle, eu deixei de sair com amigos, me afastei de familiares, mudei todo o meu guarda-roupa, passei a ser criticada pela forma de me vestir e pela cor do batom”, relatou.

Ela ocupava o cargo de secretária municipal da Mulher e foi exonerada após o fim do casamento, ocorrido no ano passada. Ana Carla também explicou que permaneceu em silêncio durante o relacionamento por medo e dependência emocional.

Ainda de acordo com Ana, o primeiro episódio de agressão física ocorreu ainda nos primeiros meses, após uma crise de ciúmes. Segundo ela, houve monitoramento de telefone, xingamentos e agressões.

Ana Carla Oliveira de 29 anos, denunciou nas redes sociais o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP) de agressões físicas e psicológicas. Foto: Reprodução/Instagram

Ela disse ainda outros dois episódios considerados mais graves, um durante um evento de carnaval e outro no Réveillon, dentro de casa.

“No Réveillon houve agressões que colocaram minha integridade física em risco. Foi nesse momento que eu realmente temi pela minha vida e pensei que poderia nunca mais ver meu filho novamente”, afirmou.

A ex-primeira-dama descreveu o relacionamento como um ciclo de tensão, agressão e reconciliação. “Não eram todos os dias ruins. Havia períodos de carinho intenso, promessas, pedidos de desculpa. Depois vinha novamente a agressão. Esse ciclo cria uma dependência muito forte”, afirmou.

Ana Carla Oliveira de 29 anos, denunciou nas redes sociais o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP) de agressões físicas e psicológicas. Foto: Reprodução/Instagram

Agressões físicas

Em um dos prints das mensagens, ela relembra episódios de agressões físicas, como tapas, arremesso de objetos e uma situação em que afirma ter sido estrangulada. As imagens foram expostas nas redes sociais.

Em resposta, ele escreve que lembrava de tudo, que vinha tentando controlar o ciúme e que não tinha amantes. Já em outro trecho das conversas divulgadas, há registros de ofensas e termos pejorativos direcionados a Ana Carla, além de discussões relacionadas a crises de ciúmes e acusações de traição.

Ana Carla Oliveira de 29 anos, denunciou nas redes sociais o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP) de agressões físicas e psicológicas. Foto: Reprodução/Instagram

Ana Carla afirmou que, ao longo da relação, passou a viver um processo de isolamento e perda de identidade.

“Eu estava emocionalmente fragilizada e presa a uma dinâmica de dependência. Muitas situações eu silenciei por estar envolvida. Depois do fim, eu entendi que permanecer calada já não era mais maturidade, era anulação”, disse.

Ela também relatou que, mesmo cinco meses após o término, ainda teve conhecimento de que seu nome continuava sendo mencionado de forma pejorativa em espaços públicos e privados.

“Eu me questionei por que continuava em silêncio e, de certa forma, protegendo alguém que não demonstrava o mesmo cuidado com o meu nome e com a minha imagem”, completou.

Ana Carla Oliveira de 29 anos, denunciou nas redes sociais o prefeito de Xapuri, Maxsuel Maia (PP) de agressões físicas e psicológicas. Foto: Reprodução/Instagram

Leia na íntegra a nota do MP-AC

Diante das informações veiculadas pela imprensa acerca de denúncia de violência doméstica e familiar supostamente praticada contra a ex-primeira-dama do Município de Xapuri, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) reafirma o seu compromisso institucional com a defesa intransigente dos direitos humanos das mulheres e com o enfrentamento a toda e qualquer forma de violência baseada em gênero.

A violência contra a mulher, seja física, psicológica, moral, patrimonial ou sexual, constitui grave violação de direitos fundamentais, afrontando a dignidade da pessoa humana e a integridade física e emocional da vítima. Tais condutas são inadmissíveis no Estado Democrático de Direito e devem ser rigorosamente apuradas pelas autoridades competentes, com observância ao devido processo legal e às garantias constitucionais.

No presente caso, o Ministério Público tem adotado todas as medidas cabíveis, de modo célere.

Por fim, esta instituição reafirma seu compromisso com a promoção da igualdade de gênero, reconhecendo que o enfrentamento à violência contra a mulher exige atuação articulada e permanente do Poder Público e da sociedade.

Centro de Atendimento à Vítima – CAV/Observatório de Gênero do MP-AC.

Comentários

Continue lendo