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Polícia Civil elucida latrocínio contra idosa em Senador Guiomard e prende três envolvidos

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Senador Guiomard, concluiu as investigações sobre o latrocínio que vitimou uma idosa na zona rural do município. O crime ocorreu na noite de sábado, 5, no Ramal Cambalacho, e chocou a comunidade pela violência empregada pelos criminosos.

PCAC elucida latrocínio, recupera objetos e prende os três suspeitos da prática do crime em Senador Guiomard. Foto: cedida

Segundo as investigações, três homens armados invadiram a residência do casal de idosos após efetuarem disparos para forçar a abertura da porta. Durante a ação, os suspeitos quebraram móveis e reviraram o imóvel em busca de dinheiro supostamente guardado no local. As vítimas foram lançadas ao chão e submetidas a agressões físicas, chegando a ser pisoteadas por um dos criminosos.

Sem encontrar valores, os assaltantes levaram alguns objetos pessoais e fugiram utilizando um veículo antigo pertencente às vítimas, abandonado posteriormente na entrada do ramal. A idosa foi encontrada morta na manhã de segunda-feira, aumentando ainda mais a consternação da população. A PCAC aguarda o laudo cadavérico para ter mais informações das causas da morte.

A Polícia Civil tomou conhecimento do crime no domingo à tarde e imediatamente iniciou diligências. Após intenso trabalho investigativo, o primeiro suspeito foi preso na semana passada. Em seguida, durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de um segundo investigado, foram recuperados diversos objetos roubados. Esse trabalho resultou na localização e prisão do segundo envolvido, em Extrema (RO).

Na quinta-feira, 13, a equipe policial cumpriu o último mandado de prisão e capturou o terceiro suspeito, concluindo assim todas as diligências referentes ao caso.

O inquérito foi finalizado e será remetido ao Poder Judiciário, cabendo ao Ministério Público analisar os autos e oferecer denúncia contra os acusados.

 

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Mulher é indiciada por homicídio após matar idoso com canivete em praia de Feijó

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Polícia Civil afastou tese de legítima defesa com base em vídeo que mostra vítima tentando se esquivar; investigada foi presa em flagrante

De acordo com o inquérito, há um vídeo nos autos que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões, enquanto a investigada avança contra ele de forma reiterada. Foto: captada 

Uma mulher identificada como M.R.N.P. da Silva foi indiciada por homicídio pela morte de um homem com mais de 60 anos ocorrida em uma praia de Feijó, no interior do Acre. A Polícia Civil finalizou o inquérito e afastou a tese de legítima defesa apresentada pela investigada, que foi presa em flagrante logo após o crime.

Conforme a investigação, o idoso foi atingido por golpes de canivete durante uma briga e não resistiu aos ferimentos. Testemunhas foram ouvidas e provas foram reunidas, incluindo um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões enquanto a mulher avança contra ele de forma reiterada.

O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, afirmou que as imagens e depoimentos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão e que a investigada partiu para o ataque, o que descaracteriza a legítima defesa. “A investigação foi conduzida com base em provas técnicas que apontam a autoria e a materialidade do crime”, declarou.

Com o inquérito finalizado, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

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Polícia Civil indicia mulher por homicídio de idoso em praia de Feijó

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A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia-Geral de Feijó, concluiu a investigação sobre o homicídio de um homem de mais de 60 anos ocorrido em uma praia do município e indiciou a mulher M.R.N.P. da Silva pelo crime de homicídio, previsto no artigo 121 do Código Penal.

O crime aconteceu durante uma briga entre a vítima e a investigada. Na ocasião, o idoso foi atingido por golpes de canivete e não resistiu aos ferimentos, vindo a óbito. A mulher foi presa em flagrante logo após o ocorrido.

Durante a apuração, a Polícia Civil ouviu testemunhas e reuniu elementos que, segundo a investigação, afastam a versão apresentada pela suspeita de que teria agido em legítima defesa, com base nos artigos 23, inciso I, e 25 do Código Penal.

De acordo com o inquérito, há nos autos um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar da agressora, enquanto a investigada investe contra ele de forma reiterada. As imagens reforçam a conclusão de que não houve situação que justificasse a alegação de legítima defesa.

O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, destacou que a investigação foi conduzida de forma técnica e baseada em provas. “Desde o início, nossa equipe se dedicou a esclarecer os fatos com responsabilidade. As imagens e os depoimentos colhidos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão, e que a investigada foi quem partiu para o ataque, o que afasta a tese de legítima defesa”, afirmou.

Com base no conjunto de provas colhidas, a Polícia Civil concluiu que a investigada atacou e esfaqueou a vítima, resultando em sua morte. O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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Polícia Civil indicia três pessoas por divulgação de conteúdo íntimo em Sena Madureira

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, indiciou, na última terça-feira, 3, três pessoas, entre elas dois empresários, pelo crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia, tipificado no artigo 218-C do Código Penal.

Conforme apurado no inquérito, a vítima havia encaminhado vídeos de caráter íntimo a um dos indiciados, que, sem autorização, repassou o material a terceiros. Uma das investigadas, motivada por sentimento de vingança, disseminou o conteúdo em grupos de WhatsApp da cidade e também o enviou a pessoas do convívio social e familiar da vítima.

Após tomar conhecimento dos fatos, a Polícia Civil instaurou procedimento investigativo e passou a rastrear os vestígios digitais deixados pelos envolvidos. As diligências realizadas, aliadas à perícia técnica, confirmaram a autenticidade dos vídeos e afastaram a hipótese de manipulação do material.

Com a conclusão das investigações e a reunião de elementos probatórios suficientes, os responsáveis foram formalmente indiciados. O Inquérito Policial foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis e a continuidade da persecução penal.

“A divulgação não autorizada de conteúdo íntimo constitui crime e acarreta graves consequências às vítimas, além de sujeitar os autores às sanções previstas em lei”, ressaltou a delegada Rivânia Franklin.

Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL

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