Brasil
PM prende mais dois envolvidos em assalto no hospital de Assis Brasil
Arma, colete foram recuperados e outra usada no crime foi apreendida com os meliantes
A Polícia Militar do Estado do Acre através do Grupamento Raio do 10°BPM – CPO III, prosseguiu com o desdobramento da ocorrência do roubo ao vigilante do hospital da cidade de Assis Brasil, ocorrido no dia 9 passado, onde na ocasião, quatro Criminosos levaram o revólver calibre 38, e o colete balístico que o vigilante usava durante o serviço.
As guarnições do Raio 10° BPM foram acionadas e já no mesmo dia do crime, localizaram e prenderam dois dos envolvidos e uma arma de fogo usada pelos criminosos, além de recuperar alguns bens furtados de outras vítimas.
Dando seguimento aos trabalhos, os policiais continuaram recebendo informações por meio de moradores da cidade, que temiam as ações desses criminosos, pois, mesmo depois da prisão de seus comparsas continuavam fazendo ameaças, querendo levar medo e o terror naquela pequena cidade.
O Comando do 10°BPM diante do clamor da população e das informações fornecidas por populares, como também o levantamento feito pela Polícia Civil de Assis Brasil, enviou novamente as equipes do RAIO para o local, afim de desencadear nova operação na tentativa de captura dos acusados.
Na noite desta terça-feira, dia 14, tiveram êxito e prenderam os dois criminosos, Paulo da Silva Paes, vulgo ‘Paulinho’ (20 anos) e João Gomes da Cunha, vulgo ‘Barrasco’, de 25 anos, que no ato da prisão estavam usando o colete e a arma roubada do vigilante, além de uma outra que foi usada no roubo, e intenção de reagir contra a Polícia.
As guarnições do Raio e da Policia Civil de Assis Brasil demonstraram preparo e muita técnica, realizaram essas prisões sem que fosse preciso efetuar disparos contra os criminosos, devido ao cerco montado e a abordagem.
A dupla foi transferida para a delegacia da cidade de Brasiléia, onde ficaram à disposição do delegado Alex Danny, que os encaminhará para o judiciário afim de realizar os procedimentos de praxe.
VEJA VÍDEO ABAIXO
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.
Veja vídeo reportagem com Kike Navala:
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PF pede ajuda da AGU contra decisão de Toffoli, mas não é atendida

A Polícia Federal (PF) buscou a ajuda da Advocacia-Geral da União (AGU) para apoio jurídico com o objetivo de questionar uma decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que definiu nominalmente os peritos da corporação responsáveis pela análise das provas colhidas no caso Banco Master.
A AGU, no entanto, descartou apresentar qualquer recurso em nome da União e orientou a corporação a levar o questionamento diretamente ao Supremo, caso considere necessário. Fontes da AGU confirmaram ao Metrópoles o pedido de ajuda negado.
A decisão do magistrado está dentro da investigação que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero.
Toffoli autorizou quatro peritos da PF a terem acesso integral aos documentos e dados apreendidos, determinando ainda que eles contem com o acompanhamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) durante os trabalhos periciais.
“Ressalto que os referidos peritos terão livre acesso ao material apreendido e deverão contar com o apoio da Procuradoria-Geral da República para acompanhamento dos trabalhos periciais”, escreveu Toffoli na decisão que causa incômodo dentro da PF.
Queda de braço
As provas recolhidas na segunda fase da operação também foram encaminhadas à PGR, responsável por acompanhar a extração dos dados.
Inicialmente, Toffoli havia determinado que todo o material ficasse lacrado e sob custódia do STF. Em seguida, reviu a decisão e transferiu a guarda para a PGR.
Somente em um terceiro momento autorizou o acesso direto dos peritos da PF, após a corporação alertar para possíveis prejuízos à apuração.
Toffoli reduz prazo para depoimentos
A mudança ocorreu após a PF informar limitações de pessoal e de salas disponíveis no STF.
Desde dezembro, o ministro tem cobrado publicamente o cumprimento dos prazos, chegando a mencionar “falta de empenho” da Polícia Federal. A corporação, por sua vez, atribui os atrasos a dificuldades operacionais. Para Toffoli, os depoimentos são fundamentais para o avanço da investigação e para a proteção do Sistema Financeiro Nacional.
O inquérito, que tramita sob sigilo no STF, apura suspeitas de fraudes envolvendo o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro, um dos principais alvos da investigação.
A primeira fase da Operação Compliance Zero ocorreu em novembro e resultou em sete prisões. Vorcaro chegou a ser detido no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando, segundo investigadores, tentava deixar o país em um avião particular com destino à Europa, mas foi solto dias depois por decisão judicial.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL











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