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PM apreende diversas substâncias entorpecentes nesta segunda-feira em bairros de Rio Branco
Policiais militares do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar do Acre (Bope/PMAC) apreenderam diversas substâncias entorpecentes, entre elas 90 trouxinhas de cocaína e 46 barras de maconha, em pontos distintos de Rio Branco, nesta segunda-feira, 27 de julho. Dois homens foram presos e um adolescente apreendido pelo crime de tráfico de drogas.
Durante a tarde, em incursão realizada em um beco localizado no conjunto Esperança, conhecido pela movimentação de venda de drogas, um jovem tentou se evadir ao avistar a guarnição, mas foi alcançado e detido. Com ele estavam 46 barras de maconha, quatro papelotes de Skank, além da quantia de 524 reais, dentro de uma sacola plástica. Ao afirmar que fazia a venda da droga, o menor apontou o local onde foi encontrada outra sacola contendo mais dois papelotes de pasta base de cocaína.
À noite, já no bairro Montanhês, a equipe policial recebeu a denúncia de uma residência, que seria ponto de comércio de drogas e que havia circulação de pessoas armadas no local. Com o apoio do grupo de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), fizeram a incursão, e avistaram um homem, que correu para dentro da casa com um vaso que estava ao seu lado, mas deixou cair algumas trouxinhas de entorpecentes.
Os policiais o acompanharam e fizeram a abordagem. Na sua cueca, foram encontradas mais trouxinhas do produto ilícito, totalizando 90 trouxinhas de cocaína, e em seu bolso, o valor de 340 reais. Ao ser preso, o envolvido entrou em luta corporal com a guarnição e foi algemado, momento em que teve uma crise epilética, o que provocou alguns ferimentos. Apontado como seu comparsa, outro suspeito também foi preso na residência.
Todos os envolvidos, bem como a droga apreendia, foram encaminhados para a Delegacia de Flagrantes (Defla) para os trâmites legais referentes ao caso.
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Polícia Civil do Acre restitui mais de 80 celulares a vítimas de roubos e furtos durante a 4ª edição da Operação Mobile
A Polícia Civil do Acre realizou, nesta sexta-feira, 13, a entrega de mais de 80 aparelhos celulares a vítimas de roubo e furto em todo o estado. A ação integra a quarta edição da Operação Mobile e foi coordenada pelo Departamento de Polícia da Capital e do Interior. Ao longo dos últimos dias, equipes entraram em contato com os proprietários dos aparelhos localizados por meio de investigações e diligências iniciadas desde o começo da operação.
A restituição só foi possível graças à formalização dos casos pelas vítimas, que registraram boletins de ocorrência, e ao rastreamento da origem dos equipamentos, feito com base em notas fiscais e outros documentos. A polícia reforça que registrar o boletim de ocorrência é fundamental, além de garantir o direito da vítima, é o que permite a identificação, a localização e a devolução dos bens.
O delegado Roberth Alencar, responsável pela Operação Mobile no Acre, destacou a importância da cooperação entre vítimas, polícia e comerciantes. “Esse resultado é fruto de um trabalho intenso de investigação e também de conscientização. Quando a vítima registra o boletim de ocorrência e apresenta os documentos do aparelho, a polícia tem os meios legais e técnicos para agir. Estamos avançando na repressão ao comércio ilegal de celulares e orientamos que a população compre sempre de lojas autorizadas e exija a nota fiscal”, afirmou.
Para o delegado-geral da PCAC, José Henrique Maciel, a ação tem impacto direto na vida das pessoas e no enfraquecimento do mercado ilegal. “A Operação Mobile mostra a força da integração entre as polícias civis do país. No Acre, estamos alinhados com esse esforço nacional para recuperar bens das vítimas e enfraquecer a cadeia criminosa que se alimenta do roubo de celulares. Restituir mais de 80 aparelhos em uma única etapa é uma vitória da sociedade acreana e da Polícia Civil”, enalteceu.
Entre os beneficiados está o lojista Alomar Moreira, que havia perdido um aparelho de alto valor durante um assalto no centro de Rio Branco. Ele contou que ficou surpreso ao ser contatado pela polícia. “Confesso que não acreditava que ia recuperar meu celular, mas mesmo assim fiz o boletim, entreguei tudo certinho e confiei no trabalho da polícia. Fiquei muito feliz quando me ligaram dizendo que meu aparelho foi localizado. Foi uma grata surpresa e uma prova de que a gente deve sempre procurar nossos direitos”, relatou.
Outra vítima, que preferiu não se identificar, também celebrou a devolução do aparelho nesta sexta-feira. “Eu já tinha perdido as esperanças. Fiz o boletim mais por desencargo de consciência e segui a vida. Quando recebi a ligação dizendo que meu celular tinha sido encontrado, nem acreditei. Hoje saio daqui com a certeza de que vale a pena registrar e confiar no trabalho da polícia”, disse, emocionada.
A Operação Mobile é uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, coordenada pelo Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil, e faz parte do esforço nacional para combater o roubo e furto de celulares por meio do Protocolo Nacional de Recuperação de Celulares.
A Polícia Civil reforça que a população deve sempre registrar a ocorrência, guardar a nota fiscal e evitar a compra de aparelhos sem procedência, medidas essenciais para reduzir o mercado ilegal e aumentar as chances de recuperação dos bens.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Polícia Civil localiza e prende suspeito de homicídio que estava foragido em Porto Walter
Em uma ação conjunta, as Polícias Civil e Militar do Acre prenderam, na tarde da última quinta-feira,12, o autor do homicídio que vitimou Raimundo Nonato Vieira da Silva, ocorrido na última terça-feira,10. O suspeito foi localizado no município de Porto Walter após diligências integradas das forças de segurança.

De acordo com o delegado Marcílio Laurentino, como não houve situação de flagrante pelo homicídio, foi dado cumprimento a um mandado de prisão já existente em desfavor do investigado pelo crime de estupro. A representação pela prisão havia sido feita em janeiro de 2025, após o suspeito praticar dois estupros de vulneráveis contra uma adolescente de 13 anos e outra de 11 anos no Ramal dos Pinheiros, zona rural de Rodrigues Alves.
Em interrogatório, o preso informou que matou a vítima após uma discussão, alegando ter recebido um tapa no rosto e ter sido ameaçado com uma faca. Segundo o relato, quando à vítima teria soltado a arma branca, ele a pegou e desferiu um único golpe na altura do peito, fugindo em seguida pela mata até chegar a Porto Walter, onde acabou localizado e preso.
O detido será apresentado em audiência de custódia, e caberá ao Judiciário decidir sobre a manutenção de sua prisão. As investigações seguem para a completa elucidação dos fatos e a responsabilização criminal do envolvido.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Suspeito de homicídio se entrega à Polícia Civil após três dias escondido em área de mata em Feijó
Na manhã desta quinta-feira, 12, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Feijó, recebeu a apresentação voluntária do suspeito de envolvimento no homicídio de Thiago Leitão de Freitas.
De acordo com informações da Polícia Civil, o investigado entrou em contato com a equipe policial e decidiu se entregar após permanecer por três dias refugiado em meio à mata. Ele teria buscado se esconder por temer represálias de pessoas que, segundo relatos, seriam ligadas a facções criminosas.
A ação contou com trabalho conjunto da Polícia Civil e da Polícia Militar, que atuaram de forma integrada para garantir a segurança durante a apresentação do suspeito e evitar possíveis confrontos. A atuação coordenada das forças de segurança foi considerada fundamental diante do clima de tensão registrado na região.
O investigado foi colocado sob custódia protetiva. Conforme apurado, a residência dele foi incendiada e animais teriam sido mortos em sua propriedade, situação que reforçou a necessidade de medidas para preservar sua integridade física e a de seus familiares.
Segundo a Polícia Civil, as ameaças e a atuação de pessoas supostamente ligadas à vítima também dificultaram os trabalhos investigativos, exigindo reforço nas ações de segurança.
O caso segue sob investigação da Delegacia-Geral de Feijó, que apura as circunstâncias do homicídio e os desdobramentos relacionados às ameaças e atos de violência registrados após o crime.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL




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