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Piso da enfermagem: estados e municípios do Norte recebem R$ 90 milhões em novembro

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O estado do Pará conta com a maior parcela. Ao todo, a unidade da federação recebe R$ 34.286.569,42 para execução municipal e R$ 11.157.070,66 para execução estadual

Os valores referentes à parcela de novembro para complementar o pagamento do piso da enfermagem em estados e municípios do Norte do Brasil já estão disponíveis para consulta. Ao todo, os entes da região recebem R$ 90.984.385,61.

O estado do Pará conta com a maior parcela. Ao todo, a unidade da federação recebe R$ 34.286.569,42 para execução municipal e R$ 11.157.070,66 para execução estadual, totalizando R$ 45.443.640,08.

O Amazonas também se destaca, uma vez que soma R$ 18.647.271,72 entre recursos para execução dos municípios e do estado. Em terceiro no ranking está Tocantins, com um total geral de R$ 10.982.718,27, sendo R$ 5.089.505,73 de execução estadual e R$ 5.893.212,54 de execução municipal.

FPM: União repassa R$ 4 bi aos municípios, na sexta-feira (29); Confira quanto seu município recebe

Municípios como Rio dos Bois (TO), Sena Madureira (AC), Mucajaí (RR) e Pimenta Bueno (RO) recebem valores acima de R$ 100 mil.

Os recursos são repassados a cada mês e destinados aos entes federados para que efetuem o pagamento do piso de trabalhadores da categoria. Mas, é importante que a aplicação dos recursos seja fiscalizada em todo o país para garantir que os valores cheguem aos profissionais, como explica o advogado especialista em direito médico, Josenir Teixeira.

“Os profissionais da enfermagem devem ficar atentos e acompanhar o repasse que os municípios irão receber, para que os municípios efetivamente repassem os valores às suas empregadoras e que, finalmente, as suas empregadoras paguem os valores dentro da folha de pagamento. Vamos ver se realmente esses valores repassados pela União serão suficientes para cumprir o que disse a lei”, avalia.

Confira quanto cada município recebeu na tabela abaixo

Valores destinados diretamente aos municípios

Dessa vez, o estado de Roraima não conta com valores para destinação no âmbito estadual, apenas municipal. De acordo com o Ministério da Saúde, isso ocorre para cumprimento de um ajuste, pois algumas unidades da federação, como é o caso de Roraima, estão com valores excedentes para execução no âmbito estadual. Segundo a Pasta, os repasses serão feitos diretamente aos municípios, até que o valor a mais recebido pelo estado seja zerado.

Fonte: Brasil 61

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Acre alcança excelência em resgates aeromédicos com atuação integrada do Ciopaer e Samu

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Em um estado com vastas áreas de difícil acesso, o trabalho em conjunto do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem se mostrado essencial para salvar vidas. Somente no ano passado, 62 pessoas foram resgatadas e transportadas com segurança por meio das operações aeromédicas no Acre, demonstrando o compromisso e a eficiência do serviço público de saúde e segurança do Estado.

Equipes do Ciopaer e do Samu no heliporto do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco. Foto: Samuel Moura/Secom

A parceria entre a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) e a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), por meio do Ciopaer e Samu, coloca o Acre em um patamar de excelência no atendimento emergencial. Os resgates chegam a locais remotos, como municípios isolados, aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas, garantindo assistência rápida e especializada a quem mais precisa.

Equipes trabalham coordenadas no intuito de prestar o melhor atendimento ao paciente. Foto: Samuel Moura/Secom

O comandante do Ciopaer, coronel Sergio Albuquerque, ressaltou a importância do trabalho das equipes aeromédicas e o impacto direto na preservação de vidas. “Nosso compromisso é garantir que cada minuto conte. O trabalho dos resgates aeromédicos é essencial para levar atendimento rápido e salvar vidas, muitas vezes em situações em que o tempo é o fator mais decisivo”, disse.

A enfermeira emergencista Solange Almeida, que participou do primeiro resgate aeromédico do Estado, em 2009, relembrou o início da parceria com o Ciopaer e destacou a importância da agilidade no atendimento às vítimas.

Enfermeira emergencista Solange Almeida atua há mais de 20 anos no Samu. Foto: Samuel Moura/Secom

“Nosso trabalho é de suma importância, porque chegar na hora certa faz toda a diferença para o paciente. Lembro do primeiro resgate, em 9 de setembro de 2009, durante um treinamento que acabou se tornando real: atendemos uma vítima grave de acidente na estrada de Manoel Urbano”, afirmou.

Solange, bem emocionada, também destacou o sentimento de satisfação ao ver uma vida sendo salva. “Essa parceria com o Ciopaer tem permitido salvar vidas em regiões onde uma ambulância não chegaria, como aldeias indígenas e áreas isoladas. Cada atendimento bem-sucedido traz um sentimento imenso de gratidão a Deus, pela oportunidade, e ao governo, por garantir estrutura e condições para que possamos salvar quem mais precisa”, ressaltou.

Simulação de salvamento

Para manter a excelência no atendimento e aprimorar continuamente os protocolos de salvamento, o Ciopaer e Samu realizam periodicamente simulações de resgate aeromédico. A ação tem como objetivo treinar as equipes para situações reais de emergência, garantindo rapidez e precisão nas operações de socorro aéreo, além de demonstrar as dificuldades no momento do salvamento e o quão complexas são as operações.

Simulação de resgate aeromédico. Foto: Samuel Moura/Secom

O coronel do Corpo de Bombeiros, Cleiton Almeida, destacou que os investimentos realizados pelo Estado em aeronaves e operações aeromédicas são fundamentais para garantir que o serviço público chegue à população.

Coronel Cleiton Almeida destacou a importância dos investimentos públicos na área. Foto: Samuel Moura/Secom

“O investimento nessa área vale a pena porque salva vidas. A essência do Estado é justamente proporcionar melhores condições de vida, saúde e bem-estar à população. Essas aeronaves atendem comunidades distantes, levando socorro a quem mais precisa. Quando comparamos o custo de uma hora de voo com o de um dia de internação em UTI, percebemos que o investimento não é só necessário, mas altamente eficiente”, afirmou.

História e evolução

Criado oficialmente em 11 de setembro de 2009, o Ciopaer iniciou suas operações com apenas uma aeronave. Hoje, o Estado conta com uma frota moderna e diversificada, composta por três aviões de asa fixa, três helicópteros e drones de última geração.

Esses investimentos representam um salto significativo na capacidade operacional e reforçam o compromisso do governo do Acre com a modernização e eficiência dos atendimentos emergenciais.

Equipe do Ciopaer que participou da simulação de salvamento. Foto: Samuel Moura/Secom

Operar em uma região como a Amazônia exige planejamento rigoroso, preparo técnico e coragem. Atualmente, o Acre dispõe de 47 profissionais altamente qualificados, entre pilotos, médicos, enfermeiros e mecânicos, que atuam em todas as regiões do estado, garantindo agilidade e segurança em cada missão.

O Ciopaer possui duas bases de operação, uma na capital Rio Branco, para atender o Alto e Baixo Acre e outra em Cruzeiro do Sul, para atender as cidades do Vale do Juruá.

Pouso da aeronave em locais de difícil acesso na região do Juruá. Foto: Cedida

E para reforçar as operações de salvamento aéreo, a segurança pública do Acre será ainda mais fortalecida com a chegada, do novo avião do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), o modelo Cessna Grand Caravan EX.

Aeronave do Corpo de Bombeiros que será utilizada em resgates. Foto: cedida

A aeronave equipada com kit aeromédico e instrumentos especializados para operações de resgate, incluindo bomba de infusão, monitor cardíaco, desfibrilador, incubadora neonatal e ventilador pulmonar, promete ampliar de forma significativa a capacidade de resposta em situações de emergência, salvamento e apoio logístico em todo o território acreano.

O secretário de Saúde, Pedro Pascoal, destacou que a chegada da nova aeronave do Corpo de Bombeiros, prevista para este mês de fevereiro, representa um avanço importante para o atendimento emergencial no Acre.

 

Secretário de Saúde, Pedro Pascoal, falou da importância da chegada da nova aeronave para a saúde pública do Acre. Foto: Izabelle Farias/Sesacre

“A nova aeronave vai ampliar nossa capacidade de resgate e reduzir o tempo de resposta em situações críticas. É um reforço essencial para que o Estado continue salvando vidas e garantindo atendimento rápido, especialmente às comunidades mais distantes”, afirmou.

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Berranteiro das Américas entra no Brasil pelo Acre após jornada de mais de um ano pelas Américas

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Pedro Henrique, conhecido como “Berranteiro das Américas”, entrou no Brasil pelo Acre – Foto: Alexandre Lima

Pedro Henrique saiu do Texas rumo à Festa do Peão de Barretos e foi recebido com emoção em Assis Brasil e Brasiléia

Uma aventura marcada por emoção, superação e solidariedade tem chamado a atenção de milhares de pessoas em diversos países. O brasileiro Pedro Henrique, conhecido como “Berranteiro das Américas”, entrou no Brasil pelo Acre após percorrer milhares de quilômetros desde o Texas (EUA) com destino final à Festa do Peão de Barretos (SP), tradicional evento sertanejo realizado no mês de agosto.

A jornada começou há cerca de um ano e meio, quando Pedro deixou o Brasil dirigindo uma caminhonete, acompanhado de seu cão Sebastião, da raça Border Collie. Desde então, atravessou nove países, conheceu culturas, idiomas e, sobretudo, recebeu demonstrações de carinho e apoio popular por onde passou, sempre anunciando sua chegada ao som do berrante.

Após percorrer cerca de 3.600 quilômetros pelo Peru, Pedro entrou no território brasileiro pelo município de Assis Brasil, na sexta-feira, 30 – Foto: Alexandre Lima

Durante a viagem, Pedro viveu momentos marcantes, incluindo o encontro com a cantora Ana Castela, na Colômbia. Também enfrentou dificuldades, especialmente no Panamá, onde quase precisou interromper o projeto ao ser obrigado a se separar de seus animais por conta de exigências sanitárias. Com o apoio de brasileiros, que ajudaram a custear o translado, ele conseguiu garantir que os animais sejam reencontrados em breve. Em alguns trechos, contou ainda com a solidariedade de pessoas que emprestaram animais para que a viagem pudesse continuar.

Assis Brasil, ele percorreu aproximadamente 110 quilômetros pela BR-317, a Estrada do Pacífico, até chegar a Brasiléia, neste domingo (1º de fevereiro) – Foto: Alexandre Lima

Após percorrer cerca de 3.600 quilômetros pelo Peru, Pedro entrou no território brasileiro pelo município de Assis Brasil, na sexta-feira, 30, momento em que não conteve a emoção. Em lágrimas, celebrou o retorno ao país natal, destacando a alegria de voltar a falar sua língua e saborear o tradicional feijão com arroz brasileiro.

De Assis Brasil, ele percorreu aproximadamente 110 quilômetros pela BR-317, a Estrada do Pacífico, até chegar a Brasiléia, neste domingo (1º de fevereiro), onde foi calorosamente recepcionado pela população local. O aventureiro deve permanecer alguns dias na cidade para descanso antes de seguir viagem até Rio Branco, trajeto que deve levar de três a quatro dias.

A acolhida em Brasiléia repetiu o que tem acontecido ao longo de toda a jornada: recepções calorosas, admiração pelo projeto e demonstrações de apoio ao Berranteiro das Américas, que segue encantando pessoas com sua simplicidade e apego às tradições.

De volta ao Brasil (pelo Acre), Pedro segue montado em uma mula, reforçando a conexão com a cultura e resgatando as raízes – Foto: Alexandre Lima

A aventura pode ser acompanhada pelas redes sociais, onde Pedro compartilha histórias, emoções e registros do percurso. A viagem se aproxima do fim, mas promete ainda novos capítulos simbólicos. Agora de volta ao Brasil, Pedro segue montado em uma mula, reforçando a conexão com a cultura e resgatando as raízes históricas de uma jornada que já entrou para a memória de quem acompanha essa odisseia pelas Américas.

De Assis Brasil, ele percorreu aproximadamente 110 quilômetros pela BR-317, a Estrada do Pacífico, até chegar a Brasiléia, neste domingo (1º de fevereiro)

ACESSE SUAS PÁGINAS:

—> berranteiro.com.br/

https://www.youtube.com/@BerranteiroBR

Ícone de linkLoja do Berranteirowww.berranteiro.com.br

Vice-prefeito de Brasiléia, Amaral do Gelo (camisa amarela), deu as boas vindas a Pedro.

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Tião Bocalom visita Epitaciolândia e cumpre agenda voltada ao fortalecimento do agronegócio no Alto Acre

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O prefeito de Rio Branco e presidente da Associação dos Municípios do Acre (Amac), Tião Bocalom, esteve em Epitaciolândia, no Alto Acre, na manhã deste sábado (31), onde cumpriu agenda institucional com foco no fortalecimento do agronegócio na região.

Antes de seguir para compromissos na área urbana, Bocalom visitou a propriedade rural do produtor Mário Maffi, localizada no Ramal do 20, às margens da BR-317. A fazenda é considerada uma das principais referências regionais na produção de soja e simboliza o avanço do setor agrícola no interior do estado.

Durante a visita, o prefeito acompanhou de perto os trabalhos de colheita e destacou o potencial produtivo do Acre. Em entrevista, Bocalom ressaltou que o agronegócio representa uma esperança construída ao longo de décadas e que necessita de apoio governamental, segurança jurídica e políticas públicas voltadas à produção.

“O Acre tem terras maravilhosas e um enorme potencial produtivo. O que precisamos é de confiança, segurança jurídica e apoio para que o produtor possa continuar investindo e produzindo”, afirmou o prefeito, ao defender medidas que garantam estabilidade ao homem do campo.

Mário Maffi, que atua há mais de 40 anos na atividade rural, relatou que a modernização do campo trouxe mais eficiência e segurança à produção. Segundo ele, o trabalho com máquinas agrícolas modernas vai além de uma atividade profissional. “Pra muita gente isso é trabalho, pra mim é terapia. É onde eu encontro tranquilidade e motivação para continuar”, disse.

Ao final da visita, Tião Bocalom elogiou a trajetória do produtor, destacando sua perseverança e espírito empreendedor. O prefeito afirmou que exemplos como o de Mário Maffi são fundamentais para o desenvolvimento do estado, geração de empregos e redução da dependência de programas sociais.

“Esse estado só vai avançar quando tivermos mais produtores como o Mário, que acreditam na terra, não baixam a cabeça e seguem produzindo. É assim que o Acre cresce, se desenvolve e garante dignidade para sua população”, concluiu.

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