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Pesquisas afirmam que enxaqueca pode estar associada a níveis de vitamina D

Um relatório apresentado em uma reunião da American Headache Society descobriu que 40% das pessoas com enxaqueca tinham baixos níveis de vitamina D

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Cientistas também que várias áreas do cérebro – incluindo o hipotálamo, que tem sido associado a alguns tipos de dores de cabeça – têm receptores para vitamina D – Foto: Jamie Grill/Getty Images

Por Cindy Kuzma, da CNN

Quando você está no meio de uma crise de enxaqueca, o sol forte pode ser insuportável. Mas esconder-se dos raios regularmente pode contribuir para o desenvolvimento do problema.

Segundo estudos, baixos níveis de vitamina D, que o corpo produz quando exposto à luz solar, têm sido associados a enxaquecas e outros tipos de dores de cabeça.

Vitamina D e seu corpo

Antigamente, acreditava-se que os baixos níveis de vitamina D causavam apenas raquitismo, um distúrbio que enfraquece os ossos. Agora, há evidências crescentes que sugerem que os níveis baixos afetam quase todos os sistemas do corpo, incluindo o cérebro.

Embora uma pesquisa específica para mostrar que um baixo nível de vitamina D causa a enxaqueca esteja em andamento, vários estudos recentes lançam alguma luz sobre a relação.

Um relatório apresentado em uma reunião da American Headache Society descobriu que 40% das pessoas com enxaqueca tinham baixos níveis de vitamina D. Aqueles com deficiências físicas também desenvolveram enxaqueca em uma idade mais jovem.

Outro estudo, publicado no Journal of Headache Pain, mostra que as enxaquecas são mais frequentes em latitudes mais altas. Esse fato, e o padrão da dor da enxaqueca dependendo da estação do ano, sugere que a doença ocorre em locais onde a exposição ao sol diminui e os níveis de vitamina D.

Estudos populacionais indicam que cerca de 42% dos adultos americanos têm níveis anormalmente baixos de vitamina D.

Vitamina D e o cérebro

Cientistas também descobriram que várias áreas do cérebro – incluindo o hipotálamo, que tem sido associado a alguns tipos de dores de cabeça – têm receptores para vitamina D, bem como enzimas que ajudam a convertê-la em uma forma que o corpo possa usar. Isso ajuda a explicar por que a falta desse nutriente vital pode contribuir para uma dor de cabeça.

Se for demonstrado que a associação é de causa e efeito, os suplementos de vitamina D podem se tornar outra opção de tratamento para pessoas com enxaqueca. Na verdade, um pesquisador tratou com sucesso duas mulheres na pós-menopausa com enxaquecas crônicas com suplementos de vitamina D e cálcio. Obviamente, um ensaio clínico maior pode validar essa teoria.

Consulte o seu médico

Se você sofre de enxaquecas crônicas, converse com seu médico sobre os níveis de vitamina D. Ele pode recomendar um exame de sangue para determinar seus níveis de 25-hidroxivitamina D. Se você tiver menos de 20 ng / ml, você está deficiente. Os níveis de 20 a 30 ng / ml são ligeiramente baixos e 30 a 74 ng / ml é o intervalo normal.

Nossos corpos podem ter dificuldade para produzir vitamina D suficiente, pois somos encorajados a proteger nossa pele do sol ficando em casa e usando protetor solar ou roupas protetoras. O governo atualmente recomenda 600 UI de vitamina D por dia para adolescentes e adultos de até 70 anos de idade.

Algumas boas fontes de alimentos são leite fortificado, cogumelos e peixes gordurosos como salmão e atum. Se seus níveis estiverem baixos, seu médico pode recomendar um suplemento de vitamina D.

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Ministério da Saúde abre 18 vagas no Acre para especialistas em hospitais e ambulatórios do SUS; para Rio Branco, Brasiléia e Cruzeiro do Sul

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Inscrições do programa Mais Médicos Especialistas vão até 19 de fevereiro, atualmente, cinco médicos especialistas já atuam pelo programa no Acre, nas áreas de cirurgia ginecológica e oncológica, concentrados na capital

Em todo o país, o edital prevê a seleção de 900 médicos especialistas, distribuídos em 16 especialidades prioritárias, entre elas anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica. Foto: captada 

O Ministério da Saúde abriu 18 vagas imediatas do programa Mais Médicos Especialistas para atuação em hospitais e ambulatórios do SUS nos municípios de Rio Branco, Brasiléia e Cruzeiro do Sul. As inscrições seguem até 19 de fevereiro e devem ser feitas exclusivamente pela plataforma da UNA-SUS. O edital integra o segundo ciclo do programa, que visa ampliar o acesso a consultas, exames e cirurgias especializadas na rede pública.

No Acre, atualmente atuam cinco médicos do programa, nas áreas de cirurgia ginecológica e oncológica, todos na capital. A nova chamada busca expandir a cobertura para regiões com maior demanda reprimida e vulnerabilidade social. Em nível nacional, o edital prevê a seleção de 900 profissionais em 16 especialidades prioritárias, como anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica.

O Mais Médicos Especialistas está vinculado ao programa Agora Tem Especialistas e permite a contratação imediata de médicos recém-formados em residência, com o objetivo de acelerar a fixação de profissionais no interior e ampliar o atendimento especializado.

Distribuição das especialidades (no país):

O edital nacional prevê 900 vagas em 16 especialidades prioritárias, incluindo anestesiologia, cirurgia geral, radiologia, mastologia, ginecologia e oncologia clínica.

Atualmente, cinco médicos especialistas já atuam pelo programa no Acre, nas áreas de cirurgia ginecológica e oncológica, concentrados na capital. A ampliação visa reduzir filas de espera por consultas, exames e cirurgias em regiões de maior vulnerabilidade social.

Dados nacionais do programa:
  • Atuação atual: 583 especialistas em todo o Brasil

  • Meta com novo edital: Ampliar para 1.500 profissionais

  • Distribuição geográfica: 48,7% atuam no interior, 34% em regiões metropolitanas

Público-alvo:

Médicos recém-formados em residência podem se inscrever, com o objetivo de acelerar a fixação de especialistas na rede pública.

Impacto local:

A expansão do programa pode reduzir a dependência do estado de profissionais volantes(interiorização temporária) e diminuir a migração de pacientes para outros estados em busca de atendimento especializado.Os selecionados serão alocados conforme a necessidade de cada município e receberão bolsa mensal de R$ 18 mil (40h semanais) ou R$ 9 mil (20h).

A inclusão de Brasiléia e Cruzeiro do Sul é estratégica: ambos são municípios-polo de saúde que atendem populações de fronteira e de áreas rurais isoladas, onde a ausência de especialistas é uma das principais causas da mortalidade evitável.

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Acre aprova isenção de taxas em concursos para doadoras de leite materno

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Lei exige três doações nos últimos 12 meses e documento de banco de leite como comprovante; estoque na maternidade de Rio Branco cresceu 32% em 2025

Qualquer quantidade de leite materno é importante e pode ser doada, já que nem todas as mulheres podem amamentar seus bebês. Foto: captada 

As doadoras de leite materno no Acre agora têm direito à isenção de taxas de inscrição em concursos públicos e vestibulares estaduais. A lei, de autoria do deputado Adailton Cruz e em vigor desde 19 de janeiro, exige que a mulher tenha realizado pelo menos três doações nos 12 meses anteriores ao edital e apresente comprovante de cadastro em um banco de leite.

A medida visa ampliar o estoque de leite materno no estado, essencial para recém-nascidos internados. Na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, o volume armazenado aumentou 32% em 2025, passando de 488 litros para 647 litros em relação a 2024.

Para a doadora Terezinha Cavalcante, o gesto já é gratificante. “É muito bom você saber que está ajudando uma criança a ter uma vida melhor com o leite materno”, disse à Rede Amazônica Acre. A gerente da maternidade, Simone Prado, destacou o potencial da nova lei:

“Vai incentivá-las a virem procurar a maternidade para doar o leite. Todo mundo ganha”.

O texto prevê punições, como exclusão do certame, em caso de tentativa de fraude. Interessadas em doar devem estar saudáveis, sem uso de medicamentos que interfiram na amamentação, e podem obter informações pelo telefone (68) 99233-4820.

As doadoras também precisam apresentar um documento por um banco de leite que comprove o cadastro. Em caso de tentativas de fraude, as candidatas poderão ser punidas com a exclusão dos certames. Foto: captada 

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Em Rio Branco, Rio Acre sai da cota de transbordamento, marcando 13,99 m, na tarde desta quarta

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O Rio Acre saiu da cota de transbordamento nesta quarta-feira, 4, em Rio Branco. De acordo com o último boletim publicado pela Defesa Civil do Estado, às 15 horas de hoje, o rio apresentou um recuo de 31 centímetros, indo de 14,46 m na medição das 6 horas para 13,99 m, na medição das 15 horas. Mesmo com a diminuição, o governo do Acre segue acompanhando e reforçando o alerta à população, pois o manancial encontra-se, agora, em cota de alerta.

Rio Acre saiu da cota de transbordamento nesta quarta-feira, 4, em Rio Branco. Foto: Alice Leão/Secom

No município de Cruzeiro do Sul, o Rio Juruá apresentou um aumento de 12 centímetros e, em Plácido de Castro, o Rio Abunã manteve-se estável, marcando 12,69 metros. Nos três municípios citados, os afluentes continuam acima de suas respectivas cotas de transbordamento.

Porto Acre, banhada também pelo Rio Acre, e Sena Madureira, pelo Rio laco, permanecem em cota de alerta, mas apresentando vazante, com menos 1 cm e 7 cm, respectivamente.

Estão estáveis os afluentes que perpassam Brasileia e Epitaciolândia, Xapuri e Plácido de Castro. Em níveis normais e apresentando vazante a Aldeia dos Patos, com menos 5 cm, Assis Brasil, com menos 8 cm, Capixaba, menos 27 cm, e Riozinho do Rola, com menos 4cm.

Nível do Rio Acre continua em queda acentuada na capital. Foto: Alice Leão/Secom

O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Carlos Batista, informou que o nível do Rio Acre continua em queda acentuada na capital e que “apenas dez famílias seguem desabrigadas, distribuídas em dois pontos: no Parque de Exposições e na Escola Leôncio Carvalho, onde estão acolhidas famílias de comunidades indígenas”. Segundo o coronel, são as mesmas famílias já acompanhadas pela Defesa Civil, concentradas exclusivamente nesses dois locais em Rio Branco.

O gestor ressalta que moradores que se sentirem em situação de risco, especialmente quando as águas se aproximarem das residências, podem acionar o número 193, para que equipes sejam enviadas ao local e prestem o atendimento necessário.

Luiz de Freitas, morador do bairro Cidade Nova, conta que já enfrentou muitas alagações nos mais de 50 anos em que reside na capital e está otimista com a vazante do Rio Acre. Foto: Alice Leão/Secom

Luiz de Freitas, morador do bairro Cidade Nova, conta que já enfrentou muitas alagações nos mais de 50 anos em que reside na capital e está otimista com a vazante do Rio Acre: “Até agora tivemos sorte de não enfrentar nenhuma grande enchente e espero que Deus continue nos protegendo”.

O Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) também atua neste momento de crise ambiental. Em colaboração com os demais órgãos, as equipes prestam todo o suporte necessário às famílias já afetadas pelas cheias dos rios e enxurradas dos igarapés em todo o estado.

Confira a medição completa

Fonte: Defesa Civil estadual





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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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