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Pesquisa Fecomércio-AC e Data Control: pouco mais de 25% da população acreana segue sem emprego

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
Levantamento, que tem por objetivo avaliar o mercado de trabalho em Rio Branco, reforça ainda que, da população empregada, apenas 42,1% contam com carteira assinada
Ao menos 25,2% da população rio-branquense está desempregada, segundo pesquisa realizada no último dia 4 de novembro junto a 202 pessoas pela Fecomércio-AC, em parceria com o Data Control Instituto de Pesquisas. Ainda segundo o estudo, 47% dos moradores da capital acreana estão empregados; outros 13,9%, prestam serviços como “bico” e, 13,9% são aposentados.
O levantamento, que tem por objetivo avaliar o mercado de trabalho em Rio Branco, reforça ainda que, da população empregada, apenas 42,1% contam com carteira assinada, de modo que a maior parte dos entrevistados do estudo (57,9%) trabalha na condição de empregada, mas sem carteira assinada.
Quanto à renda mensal dos entrevistados, 55,4% admitem renda de até R$1,1 mil; 30,2%, entre R$ 1.101 a R$ 2 mil e, 10,4%, de R$ 2.001 a R$ 3 mil. Apenas 4% informam renda mensal acima de R$ 3 mil.
O estudo avalia, ainda, que, da parcela populacional desempregada ou que vive de “bico”, 30,4% não estão à procura de emprego; 16,5% procuram emprego há menos de um ano e, 17,7%, há mais de um ano. Além disso, 35,4% se apresentam na condição de aposentada e, 2%, não informam.
Ainda em relação à população desempregada, segundo a pesquisa, 45,6% enfrentam a situação há mais de dois anos; 16,5%, há menos de dois anos; 21,5%, há menos de um ano e; 26,5 admitem esquecimento quanto ao tempo na condição de desempregado.
O estudo aponta ainda que 72,3% da população com emprego permanece no mesmo vínculo nos últimos 12 meses. Apenas 6,4% experimentaram mudanças nesse período; também, 21,3% continuaram desempregada no período. Além disso, o levantamento verifica que 21,3% da população informa trabalhar distante do local de trabalho; outros 22,8% admitem moradia próxima ao trabalho; 11,4% consideram moradia “mais ou menos” distante com relação ao local de trabalho; enquanto 36,1% dizem não trabalhar e; 6,4% trabalham em locais diversos.
Para deslocamentos ao trabalho, 11,4% da população utilizam transporte coletivo. Outros 14,4% usam moto, e 14,4% o carro próprio. Também se verifica as pessoas que vão caminhando a pé (17,3%) ou de bicicletas (6,4%). O estudo mostra, ainda, 36,1% sem trabalho.
Da população empregada, 25,7% trabalha no comércio local e; 20,3% em atividades de serviços. Outras parcelas informam trabalhar na agricultura (4,4%), no setor público (9,9%), com turismo (0,5%). O estudo destaca mais 39,1% sem emprego fixo.
População empregada e satisfeita com o salário mensal
Para 36,6% os ganhos mensais são suficientes para as necessidades domésticas, enquanto 43,6% se mostram insatisfeitos com relação a esse aspecto. Para mais 17,3%, o ganho mensal é razoável e 2,5% não têm salário.
Além disso, 46,5% da população empregada tem as despesas da casa assumidas por 02 pessoas. 43,1%, afirmam ser de responsabilidade de 01 pessoa, e 5,9%, por 03 pessoas. Apenas 4,5% informam contar com 04 ou mais pessoas na divisão das despesas domésticas.
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.







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