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Peritas criminais do Acre passam a representar Região Norte em Comitê Gestor da Rede Nacional de Perfis Genéticos
As peritas oficiais criminais da Polícia Civil do Acre (PCAC), Mônica Gabrielle Paêlo e Suênia Geysa Cardoso de Almeida, passam a integrar o Comitê Gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG), colegiado nacional responsável pela gestão estratégica dos bancos de DNA no Brasil. A designação foi oficializada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) por meio da Portaria nº 34/2026.

Especialistas em genética forense, as profissionais representarão a Região Norte no comitê. Mônica Gabrielle Paêlo atuará como membro titular, enquanto Suênia Geysa Cardoso de Almeida exercerá a função de suplente, garantindo a participação da região nas decisões técnicas e estratégicas relacionadas ao uso de perfis genéticos nas investigações criminais.
A Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos é considerada uma ferramenta fundamental para a elucidação de crimes complexos, identificação de pessoas desaparecidas e fortalecimento da produção de provas científicas no sistema de justiça. O Comitê Gestor tem a atribuição de coordenar a integração dos bancos de dados estaduais e federais, além de estabelecer padrões técnicos e éticos para o uso dessas informações.
O diretor do Departamento de Polícia Técnico-Científica da PCAC destacou que a escolha das peritas acreanas evidencia o reconhecimento do trabalho desenvolvido no estado. “A participação das nossas peritas no Comitê Gestor da Rede Nacional de Perfis Genéticos demonstra o alto nível técnico da Polícia Científica do Acre e reforça a importância de integrar a Região Norte nas decisões que orientam o uso da genética forense no país”, afirmou.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a indicação representa um avanço institucional. “A presença de profissionais da Polícia Civil do Acre em um comitê nacional dessa relevância demonstra a confiança no trabalho desenvolvido pela nossa perícia criminal e reforça o compromisso da instituição com a ciência e a inovação no enfrentamento à criminalidade”, declarou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Motociclista fica ferido após colidir contra veículo que transportava portas na BR-364
Acidente ocorreu no Segundo Distrito de Rio Branco e vítima foi socorrida pelo Samu
O motociclista Geogladson da Silva, de 44 anos, ficou ferido após colidir a motocicleta que conduzia contra a traseira de um veículo que transportava portas de madeira, na tarde desta terça-feira (10), na BR-364, no bairro Belo Jardim II, na região do Segundo Distrito de Rio Branco.
Segundo testemunhas, Geogladson trafegava no sentido bairro-centro quando acabou batendo na traseira de uma Chevrolet Montana de cor branca, que seguia no mesmo sentido transportando portas de madeira na carroceria.
Com o impacto, o motociclista atingiu o tórax nas portas e caiu no asfalto. Na queda, ele sofreu trauma fechado no tórax, com suspeita de fratura em algumas costelas, além de fratura na perna esquerda.
Populares que passavam pelo local prestaram os primeiros socorros e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Inicialmente, uma ambulância de suporte básico foi enviada para o atendimento, e posteriormente uma equipe de suporte avançado também foi deslocada para auxiliar no socorro.
Após ser imobilizado e estabilizado pela equipe médica, o motociclista foi encaminhado ao pronto-socorro da capital com estado de saúde considerado estável.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local, isolou a área para os trabalhos da perícia e, após os procedimentos de praxe, os veículos envolvidos foram removidos por um guincho.
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Motociclista por aplicativo sofre fratura exposta após colisão na Estrada do Calafate
Acidente ocorreu após motorista sair de rua lateral; ocupantes da outra moto deixaram o local após a batida
O motociclista por aplicativo Marcelo Cruz de Oliveira, de 40 anos, ficou ferido após um acidente registrado na tarde desta terça-feira (10) na Estrada do Calafate, no bairro Portal da Amazônia, na região do Calafate, em Rio Branco.
Segundo testemunhas, Marcelo seguia no sentido centro-bairro em uma motocicleta quando um carro modelo Chevrolet Onix, de cor branca, saiu repentinamente de uma rua lateral para acessar a via principal.
Ao se assustar e temer que o veículo entrasse na sua frente, o motociclista acabou invadindo a contramão e colidiu contra outra motocicleta que trafegava no sentido contrário.
Com o impacto, Marcelo foi arremessado ao asfalto e sofreu uma fratura exposta na tíbia da perna direita. A passageira que estava na garupa teve apenas escoriações leves.
Após a colisão, os dois ocupantes da motocicleta atingida — que carregavam uma bolsa nas costas — se levantaram, ergueram o veículo e deixaram o local.
Populares acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que enviou uma ambulância de suporte avançado para prestar atendimento. Após ser imobilizado e estabilizado pela equipe médica, Marcelo foi encaminhado ao pronto-socorro da capital com estado de saúde considerado estável.
A passageira não precisou de atendimento médico e deixou o local por meios próprios.
O Batalhão de Policiamento de Trânsito da Polícia Militar do Acre esteve na área e realizou o registro do Boletim de Acidente de Trânsito (BAT), já que a outra motocicleta envolvida não permaneceu na cena do acidente.
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Professora morre ao bater moto em material asfáltico deixado por obras em rodovia AC-475, estrada de Plácido de Castro
Maria Aparecida Lopes, de 48 anos, seguia para casa na AC-475 quando colidiu com amontoado; família e polícia apontam falta de sinalização no trecho

A Polícia Militar confirmou que a vítima estava sozinha na moto e morreu antes de chegar ao hospital. Foto: captada
A professora Maria Aparecida Lopes, de 48 anos, morreu na noite de segunda-feira (9) em um acidente na Rodovia AC-475, estrada de Plácido de Castro, no interior do Acre. Ela conduzia uma motocicleta quando bateu em um amontoado de material asfáltico deixado por obras no local.
De acordo com a Polícia Militar, o trecho onde o acidente ocorreu está em manutenção, mas não possui sinalização adequada para alertar os motoristas sobre o perigo. A vítima não visualizou o material e colidiu contra ele.
Testemunhas que passavam pelo local socorreram a professora e a levaram em um carro particular até o hospital, mas Maria Aparecida não resistiu aos ferimentos e morreu antes de chegar à unidade de saúde.
A professora trabalhava em uma escola de Plácido de Castro e estava voltando para casa, localizada no quilômetro 10 da rodovia, no sentido ao município de Acrelândia, quando ocorreu o acidente.
A manutenção da via é feita por equipes do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre). Em nota, o órgão afirmou que havia sinalização no local e que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Civil assim que tomou conhecimento do acidente.
“O órgão também buscou realizar o registro da ocorrência e permanece à disposição das autoridades para colaborar com a apuração dos fatos”, diz a nota do Deracre.
A versão do órgão, no entanto, contrasta com o relato da polícia e de testemunhas, que afirmam não haver sinalização no trecho. A Polícia Civil confirmou que instaurou inquérito para investigar as circunstâncias da morte da professora, incluindo a responsabilidade pela falta de alertas no local da obra.

Segundo a polícia, o trecho onde o acidente ocorreu está em manutenção e havia um amontoado de material asfáltico no local. Foto: captada
Nota na íntegra do Deracre
O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), informa que o trecho onde ocorreu o acidente estava devidamente sinalizado, em razão dos serviços de manutenção realizados no local.
Assim que tomou conhecimento do fato, o Deracre prestou apoio imediato à ocorrência, acionando o Samu e a Polícia Militar, além de deslocar equipe para auxiliar no atendimento.
O órgão também buscou realizar o registro da ocorrência e permanece à disposição das autoridades para colaborar com a apuração dos fatos.
Sula Ximenes
Presidente do Deracre






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