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Pedro, Gabigol e Arrascaeta somam 60 gols no ano, mais do que 50% do Flamengo em 2022

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Centroavantes somam 24 cada, enquanto uruguaio tem 12; nas assistências, 14 tem mais que os outros dois juntos

Arrascaeta resolveu contra o São Paulo no Maracanã. Já o fizera contra o Atlético-MG no mesmo estádio e abrira a conta com o Corinthians pela Libertadores, em Itaquera. Pedro e Gabigol também decidiram recentemente e decidem constantemente. Em 2022, o trio é responsável por mais de 50% dos 117 gols do Flamengo marcados em 62 jogos na atual temporada.

Arrascaeta, Pedro e Rodinei comemoram gol do Flamengo contra o São Paulo — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Arrascaeta, Pedro e Rodinei comemoram gol do Flamengo contra o São Paulo — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo

Empate em gols no ataque

Quando o assunto é restrito a gols marcados, a dupla ofensiva se iguala. Pedro e Gabigol dividem a artilharia na temporada. Ambos têm 24 gols, mas o camisa 21 jogou 52 vezes, duas a menos do que o 9. Pedro deu oito assistências, e Gabigol, cinco.

Pedro foi titular em 26 dos 52 jogos disputados em 2022. Gabi iniciou 47 das 54 partidas disputadas.

Gabigol tem 24 gols pelo Flamengo em 2022 — Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

Garçom tem o dobro de assistências dos artilheiros

Como era de se esperar, Arrascaeta, o grande nome da vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo no Maracanã, tem mais assistências que os principais atacantes do Flamengo. O que chama atenção é que ele tem mais passes para gol do que os dois juntos. O uruguaio soma 17 na atual temporada, enquanto o 9 e 21, juntos, somam 12.

Dentre as competições mais importantes, a Copa do Brasil é a na qual Arrascaeta mais fez gols. Tem três. No Brasileiro soma dois, mesmo número dos marcados na Copa do Brasil.

Um artilheiro diferente por campeonato

Com três, os dois contra o Atlético-MG e o feito contra o São Paulo, Arrascaeta é o artilheiro rubro-negro na Copa do Brasil. Gabigol, com nove, terminou não só como goleador do Flamengo no estadual, mas também na condição de líder dentre todos os clubes envolvidos na competição. Pedro, por sua vez, dificilmente será superado na Libertadores por qualquer rival de outro time com os 12 marcados. Está isolado no topo da competição. A média é de um por jogo.

O camisa 21 brilhou especialmente nos 7 a 1 sobre o Tolima, com quatro gols, e nos 4 a 0 sobre o Vélez, com três.

Trio municiado por Ribeiro

Com Bruno Henrique indisponível até 2023, o trio goleador conta com o empurrão do maestro Everton Ribeiro, de novo jogador de seleção brasileira e responsável por sete gols e oito assistências na temporada.

Com o Flamengo ajustado e os homens de frente em sintonia, eis a notícia não tão animadora. Em 2022, o Flamengo joga apenas mais 15 vezes. Faltam 12 partidas pelo Brasileiro, duas pela Copa do Brasil e uma pela Copa do Brasil. Diante do que desenha, esses rubro-negros deixarão saudade em seus torcedores durante a época de Copa do Mundo e férias.

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Acre registra aumento de hospitalizações por influenza A, aponta Fiocruz

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. Foto: captada 

O Acre continua registrando incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo, segundo a nova edição do Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgada nesta quinta-feira, 22.

O avanço dos casos no estado vem sendo impulsionado principalmente pela influenza A, responsável pelo aumento das hospitalizações em crianças pequenas, jovens, adultos e idosos.

A análise tem como base a Semana Epidemiológica 2, correspondente ao período de 11 a 17 de janeiro, e também aponta situação semelhante no Amazonas. Diferentemente do cenário observado no Acre, o panorama nacional indica queda de casos de SRAG tanto na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, quanto na de curto prazo, referente às últimas três semanas.

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas no país, entre os casos positivos de SRAG, a prevalência foi de 20,5% de influenza A, 2,6% de influenza B, 8,5% de vírus sincicial respiratório, 33,2% de rinovírus e 19,3% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos registrados no mesmo período, a presença dos vírus foi de 29,4% de influenza A, 3,2% de influenza B, 4,8% de vírus sincicial respiratório, 19% de rinovírus e 32,5% de Sars-CoV-2.

Diante do cenário no Acre, a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas de proteção pela população, como o uso de máscaras em postos de saúde e em locais fechados com grande circulação de pessoas. Ela também reforça a importância da vacinação.

“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário, a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade, tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, afirmou.

Situação em outros estados e capitais

Em estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe, as hospitalizações por influenza A apresentam sinal de interrupção do crescimento ou início de queda. Na Paraíba, há um leve aumento das hospitalizações por vírus sincicial respiratório, ainda sem reflexo no crescimento de casos de SRAG em crianças pequenas.

Até a Semana Epidemiológica 2, apenas três das 27 capitais brasileiras apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com crescimento na tendência de longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Incidência, mortalidade e dados de 2026

Em nível nacional, os dados indicam estabilidade ou leve queda dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, associadas à baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios. A exceção é a influenza A, que, apesar de apresentar baixa circulação na maior parte do país, tem impulsionado o aumento dos casos no Acre e no Amazonas.

A incidência e a mortalidade semanais médias, nas últimas oito semanas epidemiológicas, mantêm maior impacto nos extremos etários. A incidência de SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente entre os idosos. Casos associados à influenza A e ao Sars-CoV-2 apresentam maior incidência em crianças pequenas e idosos, com mortalidade mais acentuada na população idosa.

Em relação ao ano epidemiológico de 2026, já foram notificados 1.765 casos de SRAG no país. Desses, 399 (22,6%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 611 (34,6%) apresentaram resultado negativo e 615 (34,8%) ainda aguardam resultado.

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Menino de 6 anos aguarda há mais de 2 semanas por otorrino no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul

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Criança tem infecção com pus e dor constante; mãe denuncia que, mesmo com especialista no hospital, atendimento só tem sido feito por clínico geral

De acordo com a mãe da criança, o ouvido do menino apresenta pus visível, dor constante e não responde aos medicamentos prescritos por médicos clínicos gerais. Foto: captada 

Há mais de duas semanas, um menino de 6 anos enfrenta uma infecção no ouvido com pus, dor persistente e sem resposta ao tratamento prescrito por clínicos gerais no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. A mãe da criança denuncia que, apesar de várias idas à UPA e ao hospital, o garoto ainda não foi avaliado por um médico otorrinolaringologista.

Segundo ela, o quadro não melhora com os medicamentos receitados, e os pedidos por um especialista foram respondidos com a informação de que “o atendimento não funciona dessa forma”. Na última quarta-feira, a criança passou a tarde inteira no hospital sem ser atendida pelo otorrino, mesmo havendo um profissional disponível na unidade.

A família teme o agravamento da infecção e busca visibilidade para o caso na expectativa de que a criança receba o atendimento especializado necessário. A Secretaria de Saúde do Acre ainda não se pronunciou sobre a situação.

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Lucas Sanchez sofre fratura e está fora do Campeonato Estadual

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Foto Glauber Lima: O prazo de recuperação para Lucas Sanchez é de 45 dias

O atacante Lucas Sanchez, do Santa Cruz, sofreu uma fratura na clavícula esquerda durante o confronto contra o Humaitá nessa quinta, 22, na Arena da Floresta, e está fora do Campeonato Estadual Sicredi de 2026.

O atleta foi atendido no Pronto Socorro de Rio Branco e o prazo de recuperação para a lesão é de 45 dias.

Volta aos treinos

O elenco do Santa Cruz volta aos treinos nesta sexta, 23, no CT do Cupuaçu, para um trabalho de recuperação física e inicia a preparação para o confronto contra o Vasco programado para o dia 31, no Tonicão.

Aumentar a pressão

A derrota para o Humaitá deve aumentar a pressão no Santa Cruz para o duelo da 3ª rodada. A equipe ainda não venceu no Estadual e ganhar do Vasco transformou-se em obrigação para manter as boas chances de classificação para as semifinais.

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