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Acre

PEC dos Soldados da Borracha poderia ajudar em muito a economia do Acre

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Da redação, com Acreucho Nascimento

Durante a Segunda Guerra Mundial, o mundo precisava de borracha para os pneus das viaturas militares e outras aplicações. O Brasil à época tinha essa borracha, que estava incrustrada nas florestas da Amazônia. A exploração do caucho já era feita havia anos, mas, precisava ser incrementada para atender a demanda da guerra. Foi nesta época que milhares de nordestinos e outros brasileiros vieram para a Amazônia para trabalhar nos seringais, ou melhor, para aumentar a já existente produção do latex. Eles entre outras coisas, foram os responsáveis pelo povoamento da até então quase intocada “maior floresta tropical do mundo”. O “soldado da borracha” como ficaram conhecidos, ao término da guerra, ficaram onde haviam trabalhado, formando comunidades que existem até hoje.

Os que conseguiram sua “aposentadoria” como soldado da borracha recebem o equivalente à dois salários mínimos, mas, está na Câmara Federal um projeto de Lei (PEC 556) para que o salário desses sofridos “soldados” seja equiparado aos dos pracinhas que foram aos campos de batalha, hoje em torno de R$ 4.746,00. Eles têm hoje entre 75 e 90 anos de idade, alguns até mais, no Acre são mais de 7 mil, e o Estado é o local onde moram cerca de 60% de todo o contingente que trabalhou no período da guerra. Dos pracinhas que foram aos campos de batalha 471 não retornaram para casa vivos. Nos seringais da região norte existem milhares de sepulturas de seringueiros que perderam suas vidas extraindo o latex para a indústria bélica.

Contrapondo esta proposta (da PEC 556) o Governo Federal tem proposto apenas o acréscimo de “mais um salário mínimo” ao provento, eles passariam portanto a receber 3 salários mínimos. Inúmeros políticos tem feito gestão para a aprovação desta PEC que equipararia o provento do seringueiro com o do pracinha, mas, o Governo Federal tem sido resistente.

O Governo do Acre deveria também entrar nesta luta, visto nosso governador Sebastião Viana já ter sido liderança no Congresso Nacional e seu irmão senador Jorge Viana ser o atual vice-presidente do Senado, para incampar a implantação desta Lei, pois, os benefícios para o estado seriam enormes. Hoje os soldados da borracha no Acre representam todos os meses cerca de 7 milhões de reais na economia do Estado, com o recebimento de suas aposentadorias, se a PEC for aprovada, esse montante passaria para cerca de 35 milhões de reais todos os meses e poderia alavancar o comércio, a indústria da construção civil e outros setores. O melhor de tudo isso é que o Governo do Estado não teria que investir um único centavo, pois, o dinheiro seria pago pela União, o Acre só terá a ganhar com a aprovação desta Lei.

Assessoria

 

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Acre

Acre está entre os piores do país em perdas de água tratada, aponta estudo nacional

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Levantamento revela desperdício superior a 62% na distribuição e expõe desafios no saneamento básico do estado

No último domingo (22), data em que se celebrou o Dia Mundial da Água — instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 para reforçar a importância da preservação e do uso sustentável dos recursos hídricos — um levantamento nacional chama atenção para a situação do Acre no cenário do saneamento básico.

O Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, divulgou o “Estudo de Perdas de Água 2025 (SINISA, 2023)”, que analisa a eficiência dos sistemas de abastecimento no país. Segundo o estudo, o Brasil desperdiça 40,31% da água tratada antes que ela chegue às torneiras — um problema de impacto ambiental, econômico e social. No recorte estadual, o Acre aparece entre os estados com os piores indicadores do país.

De acordo com o levantamento, o Acre apresenta Índice de Perdas na Distribuição de 62,25%, percentual muito acima da média nacional (40,31%). Isso significa que mais da metade da água tratada no estado se perde ao longo da rede de abastecimento antes de chegar aos consumidores.

O estado figura entre os quatro piores do país nesse indicador, ao lado de Alagoas (69,86%), Roraima (62,51%) e Pará (58,71%). O estudo aponta que as maiores ineficiências estão concentradas principalmente nas regiões Norte e Nordeste.

Em contraste, estados como Goiás (25,68%), Distrito Federal (31,46%), São Paulo (32,66%) e Paraná (33,11%) apresentam índices inferiores a 35%, demonstrando maior eficiência na gestão do sistema.

No Índice de Perdas por Ligação, que mede o volume médio perdido por ponto de consumo ativo, o Acre também apresenta um dos piores desempenhos do país. O estado registra 1.001,04 litros por ligação por dia, quase três vezes acima da média brasileira, que é de 348,86 litros por ligação por dia.

Apenas o Amapá (1.057,73 L/lig/dia) e Roraima (933,03 L/lig/dia) apresentam índices semelhantes ou superiores. Já estados como Goiás (124,25 L/lig/dia), Tocantins (178,81 L/lig/dia) e Paraná (221,97 L/lig/dia) estão entre os mais eficientes nesse indicador.

Segundo o estudo, os dados evidenciam desigualdades regionais persistentes em infraestrutura, capacidade de investimento e maturidade operacional das companhias de saneamento. Estados que apresentam simultaneamente altos índices de perdas na distribuição e por ligação — como o Acre — enfrentam maior risco de intermitência no abastecimento, pressão sobre mananciais e necessidade de investimentos mais robustos para recuperar eficiência.

Em comparação internacional, o Brasil também apresenta desempenho abaixo do ideal. Enquanto o país registrou perdas de cerca de 40% em 2023, a média de países desenvolvidos, segundo o Banco Mundial, gira em torno de 15%.

O estudo ainda aponta pouca evolução nos últimos anos. Entre 2019 e 2023, o índice nacional de perdas na distribuição subiu de 39,24% para 40,31%, distante da meta de 25%. Já as perdas por ligação aumentaram de 339,48 litros por dia para 348,86 litros por dia no mesmo período, também acima da meta de 216 litros estabelecida pelo governo federal.

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Acre

Semana começa com calor, sol entre nuvens e pancadas de chuva no Acre

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Previsão indica temperaturas elevadas em todo o estado, com chuvas rápidas e baixo risco de temporais

 

A previsão do tempo para esta segunda-feira (23) indica predominância de clima quente em todo o Acre, com sol entre nuvens e ocorrência de chuvas passageiras e pontuais. Em algumas áreas, as pancadas podem ser mais intensas. As informações são do portal O Tempo Aqui.

O mesmo padrão climático também deve atingir estados como Amazonas, Rondônia, Mato Grosso e Goiás, além do Distrito Federal, da região de planícies da Bolívia e da selva peruana.

Nas microrregiões de Rio Branco, Brasileia e Sena Madureira, o dia será marcado por calor, aumento de nuvens e chuvas rápidas e isoladas, com média probabilidade de ocorrência de chuvas mais fortes, mas com baixa chance de temporais.

A umidade relativa do ar deve variar entre 50% e 60% durante a tarde, alcançando índices entre 85% e 95% ao amanhecer. Os ventos sopram entre fracos e calmos, predominando do norte, com variações ao longo do dia. O risco de ventos fortes é considerado muito baixo.

Já nas microrregiões de Cruzeiro do Sul e Tarauacá, o cenário é semelhante, com calor, presença de nuvens e chuvas passageiras. A probabilidade de chuvas fortes é média, enquanto o risco de temporais segue baixo.

Nessas regiões, a umidade mínima deve oscilar entre 55% e 65% no período da tarde, podendo atingir até 100% nas primeiras horas do dia. Os ventos também permanecem fracos, com baixa possibilidade de rajadas intensas.

As temperaturas seguem elevadas em todas as regiões do estado, com mínimas variando entre 22°C e 25°C e máximas podendo chegar a 34°C, especialmente nas cidades do interior.

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Acre

Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026

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O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.

Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.

No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.

Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.

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