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Ossada humana é encontrada em ramal na estrada Transacreana
Um esqueleto humano foi encontrado na noite desta sexta-feira (3) no ramal União, localizada na reserva Chico Mendes, na estrada Transacreana.
A polícia do Batalhão Ambiental acionou o Instituto Médico Legal (IML) para atender a ocorrência, e junto com outros policiais da delegacia do DHPP foram até o local, onde estava a ossada, que pode ser de um homem.
Segundo os policiais, foram quase oito horas para poder chegar até o local e retornar para Rio Branco, devido as condições do ramal.
Os peritos acreditam que a ossada seja de um homem, que até o momento não foi identificado.
“Somente após exames mais detalhados é que poderemos saber a causa da morte e tentar descobrir de quem é a ossada”, disse um funcionário do IML.
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MP se posiciona sobre denúncias de violência sexual durante o Carnaval

Foto: Sérgio Vale/ac24horas
Após a repercussão de denúncias registradas no último fim de semana, quando duas mulheres denunciaram quatro jogadores do Vasco por estupro coletivo, o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) divulgou nota pública nesta terça-feira (18).
Na nota, o órgão ministerial reforçou que “toda denúncia dessa natureza deve ser apurada com rigor pelas instituições competentes, nos termos da lei”.
No comunicado, o órgão ministerial não cita casos específicos, mas ressalta que “a violência sexual é crime grave e não admite qualquer forma de relativização ou justificativa”.
A instituição também enfatiza que “nenhuma circunstância, comportamento, presença ou escolha da vítima pode ser utilizada para transferir responsabilidade pelo crime” e reforça: “A culpa jamais é da vítima”.
Ainda segundo o MP, no decorrer do plantão do Carnaval, o Ministério Público acompanhou o caso, adotando as providências cabíveis no âmbito de suas atribuições e assegurando o atendimento à vítima.
O MP reafirmou também sua confiança no trabalho das forças de segurança pública, especialmente da Polícia Civil e dos órgãos especializados no atendimento à mulher, responsáveis pela condução técnica e imparcial das investigações.
Por fim, a instituição destaca a importância de que “sejam preservadas a identidade, a intimidade e a dignidade da vítima, evitando-se o compartilhamento de conteúdos, comentários ou informações que possam gerar exposição indevida ou revitimização”, e ressalta que a prevenção à violência contra a mulher exige compromisso permanente de toda a sociedade.


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