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Operação nacional apreende armas, bilhetes e tabaco no Complexo Prisional de Rio Branco

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Ação ocorreu em todo país coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen). Equipes revistaram os pavilhões da Unidade de Recolhimento Provisório (URP) nessa terça-feira (19).

Operação Mute ocorreu dentro do Complexto Prisional de Rio Branco. Foto: assessoria

A 6ª fase da Operação Mute apreendeu diversos materiais ilícitos no Complexo Prisional de Rio Branco nessa terça-feira (19). A ação ocorreu em todo país e é coordenada pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen).

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Dentre os objetos apreendidos estava armas artesanais, bilhetes, tabaco, teresas, que cordas feitas com tecido usadas durante as fugas, dentre outros ilícitos. A quantidade de material apreendido não foi divulgada.

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“Objetivo principal foi a apreensão de aparelhos celulares e a verificação da estrutura do interior dos pavilhões”, exemplificou o diretor-presidente do Instituto Penintenciário do Acre (Iapen-AC), Marcos Frank.

Sextaª fase da Operação Mute é deflagrada no Complexo Penitenciário de Rio Branco. Foto: Lucas Manoel/Iapen

No Acre, a Polícia Penal e equipes das divisões Penitenciária de Operações Especiais (Dpoe), do Serviço de Operações e Escolta (Dsoe), de Operações com Cães (DOC), da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), das polícias Federal, Militar, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) revistam os pavilhões na Unidade de Recolhimento Provisório (URP).

O representante da Senappen na ação, Cyro Maisonnete, destacou que a operação é feita em todos os estados em conjunto com as polícias para a retirada de objetos e materiais que ligam os presos a organizações criminosas.

“Para justamente tentar evitar os crimes internos e fora do sistema prisional. A operação está sendo um sucesso, estamos na 6ª fase e cada vez apreendido mais celulares e drogas”, resumiu.

Cordas feitas com pedaços de tecidos foram apreendidas na operação — Foto: Arquivo/Isabelle Nascimento

Veja vídeo:

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Polícia Federal em ação conjunta prende duas pessoas com 350 quilos de cocaína

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A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar/RO, deflagrou nesta quarta-feira, 2/4, a Operação Curral Novo e apreendeu aproximadamente 350 kg cocaína em uma residência localizada no centro urbano da cidade de Alta Floresta d’Oeste.

Cumprindo mandado de busca e apreensão, as equipes policiais localizaram a droga depositada na casa do alvo onde seria transportada por um veículo utilitário. Uma segunda pessoa fazia a segurança da carga ilícita no imóvel.

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar/RO, deflagrou nesta quarta-feira, 2/4, a Operação Curral Novo e apreendeu aproximadamente 350 kg cocaína em uma residência localizada no centro urbano da cidade de Alta Floresta d’Oeste.

Cumprindo mandado de busca e apreensão, as equipes policiais localizaram a droga depositada na casa do alvo onde seria transportada por um veículo utilitário. Uma segunda pessoa fazia a segurança da carga ilícita no imóvel.

Após receberem informações de denunciantes e de inteligência, as forças de segurança passaram a investigar no intuito de confirmar as informações. Com isso, identificaram a casa do denunciado como local suspeito do armazenamento de considerável quantidade de droga.

Na ação conjunta da PF e PM/RO duas pessoas pessoas foram presas em flagrante com 350 kg de drogas.

Compilados os indícios, apresentados os fatos à Vara Criminal de Alta Floresta d’Oeste/TJ/RO, após manifestação do Ministério Público/RO, houve o deferimento da Medida de Busca e Apreensão.

A Polícia Federal destaca que qualquer pessoa pode colaborar, prestando informações que ajudem no combate aos crimes, sendo sempre mantido o sigilo da fonte.

Fonte: Assessoria da Polícia Federal

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MPAC visita Unidade de Monitoramento Eletrônico para aprimorar proteção a vítimas de violência doméstica no Acre

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Promotorias Criminal e da Mulher avaliam sistema de tornozeleiras eletrônicas para agressores; iniciativa busca melhorar eficácia da Lei Maria da Penha

A promotora de Justiça Dulce Helena Franco explicou que a medida segue diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Foto: cedida 

O Ministério Público do Acre (MPAC) realizou na segunda-feira (31) uma visita técnica à Unidade de Monitoramento Eletrônico (UMEP) como parte de um esforço para fortalecer a proteção às vítimas de violência doméstica no estado. A ação foi conduzida pelas coordenadoras do Centro de Apoio Operacional Criminal, promotora Aretuza de Almeida Cruz, e do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Mulher, promotora Dulce Helena Franco.

Objetivos da visita:
  • Conhecer em detalhes o funcionamento do monitoramento eletrônico de agressores
  • Avaliar a eficácia das tornozeleiras eletrônicas como medida protetiva
  • Identificar pontos de melhoria no fluxo de trabalho entre as instituições
  • Adequar os procedimentos às recomendações do Conselho Nacional do MP

Durante a visita, as promotoras foram recebidas pelo diretor da unidade, que apresentou toda a operação do sistema de monitoramento. “Estamos analisando a documentação existente para propor melhorias, especialmente no que diz respeito à aplicação da Lei Maria da Penha”, explicou a promotora Aretuza Cruz.

Dados relevantes:

Sistema monitora agressores em tempo real
Tecnologia ajuda a garantir o cumprimento de medidas protetivas
Acre busca se alinhar às melhores práticas nacionais

A promotora Dulce Helena Franco destacou que a iniciativa segue determinação do CNMP: “Estamos mapeando todo o fluxo institucional para criar protocolos mais eficientes, tanto no monitoramento dos agressores quanto na proteção das vítimas”.

Próximos passos:

As promotorias devem emitir um relatório com recomendações para otimizar o sistema, incluindo possíveis ajustes tecnológicos e de capacitação de pessoal. A medida reforça o compromisso do MPAC no combate à violência contra a mulher e na efetividade das políticas de proteção no estado.

A visita integra um amplo programa de modernização do sistema de justiça criminal no Acre, com foco especial nos casos de violência doméstica e familiar.

A presença da promotora Aretuza de Almeida Cruz, e promotora de Justiça Dulce Helena Franco, teve o objetivo de conhecer e acompanhar a gestão de casos de homens agressores monitorados por tornozeleiras eletrônicas. Foto: cedida 

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Operação conjunta prende criminosos que aplicavam “golpe do Pix” no Acre

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e a Assessoria de Inteligência da Polícia Militar, deflagrou nesta quarta-feira, 2, uma operação contra uma organização criminosa especializada em aplicar o “golpe do Pix”.

Foram efetuadas 13 prisões em flagrante e buscas em uma residência que servia como central das atividades ilegais. No local, os criminosos mantinham um esquema estruturado, utilizando múltiplos aparelhos celulares para cometer fraudes.

De acordo com as investigações, o grupo se passava por uma agência bancária para enganar as vítimas e obter transferências indevidas. O golpe do Pix, utilizado pelo grupo, envolve práticas fraudulentas que exploram o sistema de pagamentos instantâneos, com o objetivo de induzir os usuários a realizar transações sob falsos pretextos.

Além das prisões, foram apreendidos celulares, chips e carregadores utilizados nos crimes.

Fotos: Gaeco

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