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Operação da Polícia Civil prende dois suspeitos por tráfico de drogas em Rodrigues Alves

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PCAC, GEFRON e IAPEN atuam juntos no combate ao tráfico de drogas no interior do Acre. Foto: cedida

Ação integrada foi desencadeada após denúncia sobre possível esconderijo de foragidos do presídio Manoel Neri

A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Rodrigues Alves, realizou na manhã desta terça-feira (17) uma operação integrada após receber denúncia anônima indicando que foragidos do presídio Manoel Neri estariam escondidos no município.

A ação contou com o apoio do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e do Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), que realizaram incursões em diversos pontos considerados suspeitos.

Durante a operação, em um dos endereços alvo, os policiais localizaram dois indivíduos em posse de drogas e materiais utilizados no tráfico. Diante da situação, os suspeitos foram presos em flagrante e autuados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

Denúncia anônima leva à prisão de dois indivíduos com drogas e apetrechos do tráfico. Foto: cedida

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Marcílio Laurentino, o imóvel já vinha sendo monitorado após sucessivas denúncias da população.

Segundo ele, havia informações de que o local funcionava como ponto de venda de entorpecentes, além de registrar intensa movimentação de usuários, o que motivou a ação policial.

Os presos serão apresentados à audiência de custódia nesta quarta-feira, quando o Juízo das Garantias deverá decidir sobre a manutenção das prisões.

A Polícia Civil segue com as investigações para verificar a possível ligação dos detidos com foragidos do sistema prisional.

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PRF recupera veículo roubado e identifica adulteração de sinal identificador em ações no Acre

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A PRF reforça a importância de verificar a procedência e a integridade dos sinais identificadores (chassi, motor e placas) antes de adquirir um veículo

Em operações de combate ao crime realizadas no início de abril de 2026, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou uma motocicleta roubada e identificou inconsistências graves em um veículo transportado por guincho. As ações ocorreram nos municípios de Plácido de Castro e Cruzeiro do Sul.

Recuperação em Plácido de Castro

Na manhã da última quinta-feira (02), durante fiscalização de rotina no KM 75 da BR-364, uma equipe abordou uma motocicleta. A análise técnica revelou que, apesar da placa ostentada, a numeração do chassi remetia a uma identificação diferente, com registro de roubo/furto ocorrido em 2025, em Rio Branco.

O condutor relatou ter adquirido o veículo por um valor abaixo do mercado e não apresentou comprovantes legais da transação. O homem e a motocicleta foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Plácido de Castro para os procedimentos necessários e posterior restituição ao proprietário.

Irregularidades em Cruzeiro do Sul

Na tarde de quarta-feira (01), no KM 182 da BR-307, os policiais abordaram um caminhão guincho que transportava um carro de passeio. A consulta ao sistema apontou que a placa do automóvel transportado pertencia a um veículo de marca e modelo totalmente diferentes.

A inspeção detalhada confirmou que o carro utilizava a identificação de outro automóvel, embora sua placa original não tivesse queixa de roubo. A ocorrência mobilizou o apoio do Canil da Polícia Militar (CP Cães) para uma vistoria minuciosa, que não encontrou outros ilícitos.

Durante a identificação dos ocupantes do guincho, os sistemas apontaram um mandado de prisão em aberto contra o passageiro do caminhão. Todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul para prestar esclarecimentos sobre a adulteração e o cumprimento da ordem judicial.

Recomendações de Segurança

A PRF reforça a importância de verificar a procedência e a integridade dos sinais identificadores (chassi, motor e placas) antes de adquirir um veículo.

Atenção: Transações com valores muito inferiores aos de mercado e ausência de documentação de transferência podem envolver o comprador em problemas criminais.

A Polícia Rodoviária Federal reforça que a desobediência a ordens de paragem e a condução perigosa são atos que atentam contra a vida de toda a coletividade. Foto: captada 

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Polícia Civil do Acre coordena curso nacional de investigação financeira com participação de policiais de 12 estados da federação

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O Acre está sediando a 8ª edição do Curso de Investigação Financeira e Análise Patrimonial (Cifap), que reúne 40 policiais civis de 12 estados brasileiros. A abertura oficial foi realizada na manhã desta segunda-feira, 6, no auditório do Museu dos Povos Acreanos, em Rio Branco.

O evento contou com a presença de diversas autoridades da segurança pública, entre elas o delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC), coronel Charles Santos, o coordenador de Combate ao Crime Organizado da DIOP, Getúlio Monteiro e o superintendente regional da Polícia Federal no Acre, Carlos Rocha Sanches.

Participam do curso policiais oriundos dos estados do Pará, Roraima, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Amazonas, Goiás, Distrito Federal, São Paulo, Amapá e Acre, reforçando o caráter nacional e integrado da capacitação.

Autoridades da segurança pública participam da abertura do Cifap em Rio Branco, reforçando a integração entre as instituições. Foto: Emerson Lima/ PCAC

Promovido pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, o curso ocorre entre os dias 6 e 17 de abril, na Academia de Polícia Civil (Acadepol/ AC).

A capacitação tem como objetivo qualificar policiais civis, oferecendo conhecimentos sobre princípios, conceitos, procedimentos e técnicas voltadas à investigação financeira e análise patrimonial. Além disso, o curso aborda o uso de ferramentas tecnológicas e modelos modernos aplicados ao enfrentamento de crimes financeiros e ao combate às organizações criminosas.

Durante a abertura, o delegado-geral destacou a importância de sediar uma capacitação dessa magnitude no estado. “Receber um curso como o Cifap no Acre demonstra o avanço e o reconhecimento do nosso trabalho na área de investigação. Essa capacitação fortalece não apenas a Polícia Civil do Acre, mas toda a integração entre as forças de segurança do país, ampliando nossa capacidade de combater o crime organizado com inteligência e eficiência”, afirmou José Henrique Maciel.

Policiais civis de 12 estados participam do curso de investigação financeira realizado no Acre. Foto: Emerson Lima/ PCAC

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública também ressaltou o impacto da formação para o fortalecimento das instituições. “Investir na qualificação dos nossos profissionais é fundamental para enfrentarmos os desafios cada vez mais complexos da criminalidade. A investigação financeira é uma ferramenta estratégica no combate ao crime organizado, pois atinge diretamente as estruturas econômicas dessas organizações”, destacou José Américo Gaia.

A realização do curso no estado reforça o compromisso das instituições de segurança pública com a capacitação contínua dos seus agentes e com o aprimoramento das estratégias de enfrentamento à criminalidade, especialmente no campo da inteligência e da investigação patrimonial.

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Mulher é presa ao apresentar documento falso na OCA em Rio Branco

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Suspeita tentou obter autorização para visitar detento e pode responder por falsidade ideológica e associação criminosa

A Polícia Civil do Acre, por meio do Departamento de Polícia da Capital e do Interior (DPCI), prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (6), uma mulher de 34 anos, identificada pelas iniciais R.N.C.S., nas dependências da Organização em Centros de Atendimento, em Rio Branco.

A prisão ocorreu por volta das 10h, após a suspeita apresentar uma certidão de casamento com indícios de falsificação. Segundo as investigações, o objetivo seria obter um documento de autorização para visitar um detento em uma unidade prisional da capital.

Durante a análise, os investigadores identificaram sinais visíveis de adulteração no documento. Após verificação junto ao cartório de origem, foi confirmado que a certidão era falsa, momento em que foi dada voz de prisão ainda no local.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher poderá responder, em tese, pelos crimes de uso de documento falso, associação criminosa e falsidade ideológica, conforme previsto no Código Penal.

A Polícia Civil do Acre dará continuidade às investigações para apurar a possível existência de um grupo criminoso envolvido na falsificação de documentos no estado.

A suspeita foi encaminhada à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça.

Com informações de PCAC

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