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ONU: Coreia do Norte aumentou repressão com mais vigilância e execuções
Novo relatório de direitos humanos concluiu que país é o mais restritivo do mundo

O líder norte-coreano Kim Jong Un em uma coletiva de imprensa em Pyongyang em 19 de junho de 2024 durante a visita do presidente russo Vladmir Putin • Contributor/Getty Images/File via CNN Newsource
Um novo relatório de direitos humanos da ONU nesta sexta-feira (12) concluiu que a repressão na Coreia do Norte se aprofundou em muitas áreas, com o aumento da vigilância, a expansão do uso de trabalho forçado e execuções mais frequentes, tornando-se o país mais restritivo do mundo.
A ampla revisão ocorre mais de uma década depois que um relatório histórico da ONU concluiu que a Coreia do Norte havia cometido crimes contra a humanidade. O novo relatório, que abrange os acontecimentos desde 2014, baseia-se em entrevistas com mais de 300 testemunhas e vítimas que fugiram do país e relataram uma maior erosão das liberdades.
A vigilância se tornou mais difundida com a ajuda de novas tecnologias, enquanto as punições se tornaram mais severas — incluindo a introdução da pena de morte para delitos como o compartilhamento de programas de TV estrangeiros, segundo o relatório.
“De acordo com as leis, políticas e práticas introduzidas desde 2015, os cidadãos foram submetidos a maior vigilância e controle em todas as partes da vida”, informou o relatório de 14 páginas da ONU em sua conclusão. “Nenhuma outra população está sujeita a tais restrições no mundo de hoje.”
A missão diplomática da Coreia do Norte em Genebra e sua embaixada em Londres não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
A Coreia do Norte disse, em resposta aos investigadores, que rejeita uma resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU que autorizou o último relatório.
O relatório também encontrou algumas melhorias limitadas, como a redução do uso de violência pelos guardas nos centros de detenção e novas leis que parecem fortalecer as garantias de julgamento justo.
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Bolsonaro está com o rim sobrecarregado e segue na UTI, diz Flávio

O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL) visitou o pai, Jair Bolsonaro, no Hospital DF Star, na noite deste sábado (14/3). Em entrevista na saída da unidade médica, disse que o ex-presidente apresentou piora no quadro de saúde.
“Os médicos me informaram ali que além da questão do pulmão também de ontem para Hoje foi o rim que também foi afetado, né, sobrecarregado aí com em função da reação do corpo dele”, disse o senador.
Mais cedo, o hospital emitiu boletim médico informando uma piora na função renal e aumento dos indicadores inflamatórios de Jair Bolsonaro, apesar do quadro estar “estável clinicamente”. Ele continua na UTI tratando uma broncopneumonia bilateral grave e sem previsão de alta.
Segundo Flávio, a sobrecarga no rim é em decorrência da quantidade de líquido no pulmão. “É uma sobrecarga sobrecarga do em função do pulmão dele ainda tá com bastante líquido, tá? Eles me disseram mais uma vez ali, mostraram até uma imagem do pulmão dele bastante comprometido em função do do líquido, né, que foi broncoaspirado”, explicou.
O senador afirma que não é a primeira vez que o pai enfrenta esse problema. “Tem que filtrar o sangue que tá com tá com contaminações ali vindo do pulmão, por isso que eu entendi. Então, mas assim, mais uma vez disseram para não preocupar, mas que era um uma coisa para ficar em observação ali para acompanhar melhora daqui pra frente”, disse.
De acordo com informações antecipadas pela equipe médica, Bolsonaro apresentou febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese intensa e calafrios enquanto estava detido na Papudinha, em Brasília.
O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Chefe do CV na região serrana do Rio é preso em resort de luxo. Vídeo
Um dos principais chefes do tráfico de drogas na região serrana do Rio de Janeiro foi preso na manhã deste sábado (14/3) em um resort de luxo à beira-mar no litoral sul fluminense. Matheus Eduardo Tentempo Lima, conhecido como “Dourado”, estava foragido da Justiça há mais de nove anos e, segundo a polícia, comandava o tráfico em comunidades de Petrópolis.
De acordo com a investigação, o suspeito tem oito passagens por tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídio qualificado, além de quatro mandados de prisão em aberto. Ele também é investigado por planejar um atentado contra policiais civis da 105ª Delegacia de Polícia. O plano, segundo a corporação, previa ataques no estacionamento da unidade policial.
Ainda conforme a apuração, o traficante se escondia na comunidade do Parque União, no Complexo da Maré, na zona norte da capital. No local, ele atuaria ao lado de outras lideranças do Comando Vermelho (CV) e seria responsável pelo envio de drogas para comunidades da região serrana.
A captura foi realizada por agentes da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Dourado vinha sendo monitorado pelos agentes de inteligência e acabou localizado em um resort considerado de alto padrão na região da Costa Verde, onde foi preso.
Ele foi encaminhado para a delegacia e ficará à disposição da Justiça.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Casal que matou corretora em Florianópolis tentou fugir para o RS

O casal suspeito de envolvimento na morte da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, de 47 anos, em Florianópolis (SC), chegou a tentar fugir para o Rio Grande do Sul após o crime, mas foi interceptado pela Polícia Rodoviária Federal. O homem, de 27 anos, e a companheira dele, de 30 anos, foram presos em Gravataí, a cerca de 430 km da Capital catarinense.
De acordo com a Polícia Civil, o homem estava foragido após ter cometido um latrocínio em 2022 em Laranjal Paulista, em São Paulo. Ele teria matado o proprietário de uma padaria com um tiro na cabeça. Ele e a companheira moravam em um apartamento vizinho ao de Luciani.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL


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