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Ônibus com Peruanos retido na divisa do Acre com Rondônia e entregue pela PRF à polícia peruana

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PRF escoltou grupo de imigrantes até Assis Brasil, onde foi entregue à polícia peruana.

Grupo de peruanos seguiu viagem para o Iñapari após ficar ‘preso’ em posto fiscal da fronteira do Acre — Foto: Arquivo pessoal

Por Aline Nascimento

O grupo de peruanos que estava dormindo dentro de um ônibus particular retido no Posto Fiscal da Tucandeira, na BR-364, em Rio Branco, conseguiu liberação para seguir viagem para o Peru ainda na sexta-feira (8). Escoltados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), os imigrantes foram levados até Assis Brasil, onde foram entregues à polícia peruana.

A Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) informou que as autoridades peruanas garantiram que tomariam as medidas necessárias para atender e colocar o grupo em quarentena no país.

A PRF informou que ainda na madrugada deste sábado (9) o grupo chegou à ponte que liga Assis Brasil ao Peru.

Também na sexta, o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública do Acre (DPU) emitiram uma recomendação, com urgência, para que a Polícia Federal e a empresa de ônibus prestassem atendimento com hospedagem e alimentação adequadas aos peruanos.

A medida dos órgãos fiscalizadores ocorreu porque o grupo, sem dinheiro, estava sendo alimentado por funcionários do posto de fiscalização, que se reuniram para ajudar.

‘Presos’ na divisa do Acre e Rondônia devido à pandemia, 40 peruanos dormem dentro de ônibus em posto fiscal no AC — Foto: Arquivo pessoal

Foi dado o prazo de 24 horas para o cumprimento da recomendação e que fossem relatadas aos órgãos as ações adotadas para o acolhimento, mas a liberação ocorreu antes disso.

Retido

Com a fronteira fechada devido à pandemia de Covid-19, o ônibus, que saiu de São Paulo com destino a Iñapari, no Peru, foi barrado no posto fiscal de Rio Branco na quinta-feira (7). A Polícia Militar do Acre (PM-AC) mantém uma barreira no posto fiscal 24 horas para impedir a entrada e saída de veículos durante a quarentena.

No final da tarde de sexta, a coordenação da Vigilância Sanitária de Acrelândia, no interior do estado, informou que o grupo ia seguir viagem para o país vizinho. Além disso, foi dada alimentação para o grupo levar durante a viagem.

“A Vigilância Sanitária em parceria com a Secretaria de Saúde, Assistência Social garantiram a alimentação para o grupo. Teve intervenção do Ministério Público e a Vigilância Sanitária e foi acionado até o Itamaraty para fazer a liberação”, explicou o coordenador Willian Belmonte.

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Assembleia aprova Projeto de Lei e Estado vai investir R$ 2 milhões no futebol

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Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta, 4, um Projeto de Lei onde autoriza o governo do Estado investir R$ 2 milhões no futebol. O repasse será feito para os clubes por intermédio da Federação de Futebol do Acre(FFAC). “Priorizamos esse projetos porque acreditamos no esporte como uma ferramenta transformadora principalmente para a nossa juventude”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior(PP). Proposta encaminhada …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Justiça nega ação de Vini Jr. contra empresa de energia no Rio

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Franco Arland/Getty Images
Vini Jr. Brasil x Tunísia

A Justiça do Rio de Janeiro negou uma ação movida pelo jogador Vinícius Júnior que questionava uma cobrança de quase R$ 275 mil da empresa de energia Light.

Vini Jr. foi cobrado em R$ 274.552,23 por obras de adequação elétrica em um imóvel no Rio. O atacante do Real Madrid afirmou ter quitado o valor integralmente, mas alegou que um erro no sistema da Light impediu o reconhecimento do pagamento, gerando novas cobranças indevidas e risco de corte de energia.

O jogador sustentou ainda que funcionários da empresa teriam falado que o cálculo da obra foi superior ao devido, o que geraria um crédito de R$ 162.531,00 ou estorno do valor. No último dia 20 de fevereiro, no entanto, a 7ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca negou o pedido da defesa do jogador sobre a produção antecipada de provas.

Pedido de Vini Jr.

Vini Jr. solicitou à Justiça que a Light exibisse uma série de documentos, incluindo gravações de chamadas, protocolos de atendimento e registros sistêmicos, para comprovar a existência de um suposto crédito de R$ 162.531,00 que teria sido informado verbalmente por funcionários da empresa após o pagamento da obra de adequação elétrica.

No entanto, a Justiça recusou o pedido por entender que o atleta não demonstrou a “utilidade concreta” ou a necessidade urgente da medida, uma vez que não comprovou o risco de os documentos desaparecerem, nem apresentou indícios mínimos de que o crédito realmente existia antes de exigir que a empresa produzisse tal prova.

O magistrado ressaltou que a ação de produção antecipada de provas não deve ser utilizada para “diligências investigativas genéricas” ou como substituto de procedimentos administrativos quando a empresa já havia negado a existência de valores a serem devolvidos.

Versão da Light

A Light negou a existência de qualquer crédito disponível para ressarcimento de Vini Jr. A empresa afirmou que a fatura de outubro de 2023 foi refaturada em novembro daquele ano para cobrar apenas o consumo real de energia, inexistindo saldo remanescente ou valores a serem devolvidos ao autor.

Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que o pedido de produção antecipada de provas não preenchia os requisitos legais.

“Verifica-se que o pedido formulado se volta à tentativa de obtenção de elementos para eventual futura demanda, sem que tenha sido demonstrado, contudo, o requisito da utilidade concreta e da necessidade da medida”, registrou a sentença. “Os pedidos foram julgados improcedentes, e, por se tratar de um procedimento preparatório, não houve condenação ao pagamento de honorários de sucumbência”, determinou o juiz.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE

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Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida 

O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.

A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.

“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.

 

Auxílio financeiro e dados estaduais

Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.

De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.

As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada 

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