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Brasil

Nove de cada dez lares brasileiros têm acesso à internet, mostra IBGE

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Acesso dos lares brasileiros à internet cresceu 6 pontos percentuais entre 2019 e 2021
PIXABAY

Celular e televisão são os equipamentos mais usados para acessar a internet no Brasil; microcomputador e tablet perdem espaço

O acesso dos lares brasileiros à internet cresceu 6 pontos percentuais em dois anos e passou a fazer parte da rotina de 90% das famílias brasileiras em 2021, segundo dados publicados nesta sexta-feira (16) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O avanço mais acentuado no número de domicílios no intervalo entre 2019 e 2021 ocorreu na zona rural. No período, o percentual de domicílios em que a internet era utilizada passou de 57,8% para 74,7%.

Na área urbana, o acesso das famílias à rede global de comunicação passou de 88,1% para 92,3%, de acordo com os números da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios).

Entre os 7,3 milhões de lares em que não havia utilização da internet, as principais motivações citadas são a falta de interesse (29,3%), o elevado preço do serviço (28,8%) e a ausência de conhecimento sobre como usar a internet (27,1%).

A indisponibilidade do serviço de acesso à internet na área do domicílio afeta 5,9% das residências em que não havia utilização da internet e o motivo de o equipamento eletrônico para acessar a rede ser caro foi citado por 4% das famílias.

Na zona rural, além dos três motivos mais alegados acrescenta-se a falta de disponibilidade do serviço de acesso, que afeta 16,2% dos lares que não utilizavam a internet, em contraste com somente 0,8% em área urbana.

Meio de acesso

Uso da internet pelo aparelho de TV saltou 12,1 pontos percentuais
Pixabay

O estudo revela ainda que, em 2021, o telefone celular foi o equipamento mais utilizado para acessar a internet no domicílio, bem próximo de alcançar a totalidade dos lares com acesso à rede (99,5%).

Na sequência, mas abaixo da metade dos domicílios em que havia acesso à internet, aparecem o aparelho de televisão (44,4%), seguido pelo microcomputador (42,2%) e pelo tablet (9,9%).

Entre 2019 e 2021, houve redução do uso do microcomputador e do tablet no acesso à internet, enquanto a utilização da televisão para tal finalidade aumentou em 12,1 pontos percentuais.

O uso do telefone móvel celular no acesso à internet, por sua vez, permaneceu estável no período. De acordo com o IBGE, trata-se da primeira vez que o uso da televisão superou o do microcomputador para tal finalidade.

A mesma tendência é observada tanto em área urbana quanto em zona rural, ainda que com percentuais substancialmente menores para o uso de microcomputador, televisão e tablet na comparação com os grandes centros.

Na área urbana, 47% dos domicílios que utilizavam a internet o faziam por meio da televisão, 45,6% pelo microcomputador e 10,7% pelo tablet. Por sua vez, na zona rural, esses percentuais eram de 23%, 14,6% e 3,1%, respectivamente.

Tipo de conexão

De acordo com o IBGE, a parcela de domicílios em que havia utilização da internet com conexão discada foi se tornando cada vez mais irrelevante no período compreendido entre 2016 e 2021, com uma redução de 0,6% para 0,1%.

Até 2019, ambos os tipos de conexão por banda larga mostraram gradual crescimento nos domicílios. Em 2021, a banda larga móvel (3G ou 4G) se reduziu e a fixa aumentou. Foi a primeira vez em que a proporção de lares com acesso à banda larga fixa superou a de acesso à banda larga móvel.

Nas residências em que havia utilização da internet, o percentual dos que usavam banda larga móvel passou de 81,2% para 79,2% entre 2019 e 2021. Ao mesmo tempo, o percentual dos domicílios que utilizavam a banda larga fixa aumentou de 78% para 83,5% no mesmo período.

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Governo do Acre lança Operação CERCO II para intensificar combate ao crime na faixa de fronteira

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Ação integrada reúne Polícia Civil, PM, Gefron, Ciopaer, PRF e Exército para enfrentar tráfico de drogas, contrabando e tráfico de pessoas

Autoridades de segurança do Acre lançaram, nesta sexta-feira (27), a Operação CERCO II, com foco no enfrentamento aos crimes na faixa de fronteira. A iniciativa conta com a participação da Polícia Civil do Acre (PCAC), representada pelo delegado-geral, Dr. José Henrique Maciel.

A solenidade ocorreu na base do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), situada no trevo de acesso ao município de Senador Guiomard. A operação tem como meta intensificar o combate a práticas criminosas como tráfico de drogas, contrabando e tráfico de pessoas.

Além disso, a ação pretende ampliar a presença das forças de segurança nas áreas mais sensíveis, fortalecendo a sensação de proteção entre os moradores, especialmente nas regiões próximas à fronteira.

Integração institucional

A operação é resultado da integração entre diferentes instituições, reunindo:

  • Polícia Militar

  • Polícia Civil

  • Grupo Especial de Fronteira (Gefron)

  • Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer)

  • Polícia Rodoviária Federal (PRF)

  • Exército Brasileiro

“Essa é uma operação estratégica que demonstra a força da atuação integrada. A Polícia Civil do Acre segue firme no compromisso de investigar, desarticular organizações criminosas e contribuir com ações conjuntas que garantam mais segurança à nossa população, especialmente nas regiões de fronteira”, afirmou Dr. José Henrique Maciel.

Ações previstas

Com a execução da CERCO II, as forças de segurança devem intensificar abordagens, fiscalizações e ações de inteligência em pontos considerados estratégicos, buscando uma resposta mais eficiente no combate à criminalidade no estado.

A solenidade ocorreu na base do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), situada no trevo de acesso ao município de Senador Guiomard. Foto: captada 

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Jovem morre após atendimento em farmácia de Tarauacá; família cobra investigação

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Mayko Oliveira França, de 21 anos, recebeu aplicação injetável no estabelecimento e teve quadro agravado; MP acompanha caso

Um caso trágico registrado em Tarauacá tem causado grande repercussão entre os moradores e acendido um alerta sobre a atuação de estabelecimentos de saúde no município. A morte do jovem Mayko Oliveira França, ocorrida após um suposto atendimento em uma farmácia da cidade, está sendo questionada por familiares e já chegou ao conhecimento das autoridades.

De acordo com informações encaminhadas ao Ministério Público do Acre (MPAC), o jovem procurou o local no dia 18 de março após sentir tonturas. No atendimento, ele teria recebido a recomendação de uma aplicação injetável, que foi realizada por uma atendente do próprio estabelecimento.

Após o procedimento, o quadro clínico se agravou rapidamente. Nos dias seguintes, ele passou a apresentar dores intensas e complicações que evoluíram de forma preocupante. Mesmo retornando ao local em busca de ajuda, não houve melhora no seu estado de saúde.

No dia 20 de março, já em estado crítico, o jovem foi levado ao Hospital Dr. Sansão Gomes. Profissionais da unidade teriam identificado indícios de possíveis irregularidades no atendimento inicial, levantando dúvidas sobre a forma como a medicação foi aplicada e a dosagem utilizada.

O paciente apresentou sinais graves, incluindo comprometimento dos rins e outras complicações clínicas. Após permanecer internado, ele foi transferido para Cruzeiro do Sul, mas não resistiu e faleceu no mesmo dia.

Investigação e mobilização

Diante da gravidade do caso, o episódio passou a ser acompanhado pelos órgãos competentes, que devem investigar as circunstâncias e apurar possíveis responsabilidades. Abalados, familiares e amigos iniciaram mobilizações e convocam a população para um ato público pacífico, cobrando esclarecimentos e justiça diante do ocorrido.

A morte do jovem Mayko Oliveira França, ocorrida após um suposto atendimento em uma farmácia da cidade, está sendo questionada por familiares e já chegou ao conhecimento das autoridades.

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Hotéis do Acre têm até 20 de abril para adotar Ficha Nacional de Registro de Hóspedes 100% digital

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Ferramenta online substitui formulários físicos, reduz custos operacionais e moderniza o setor hoteleiro

Atenção, hotéis do Acre! O governo federal divulgou que os empreendimentos da rede hoteleira têm até o dia 20 de abril para usar a Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) no formato 100% digital.

A ferramenta é 100% online e dispensa totalmente o uso de formulários físicos. A partir de agora, o armazenamento dos dados passa a ser feito de forma digital e vitalícia nos servidores do Governo Federal.

Para a rede hoteleira, essa mudança representa uma economia real de tempo e custos operacionais, além de garantir mais segurança jurídica para o empreendimento.

“A implementação definitiva da FNRH Digital é um marco para o turismo. Com a implementação definitiva da ferramenta digital, o setor entra em uma nova fase de modernização, eliminando processos burocráticos e facilitando o check-in tanto para os estabelecimentos quanto para os viajantes. Também significa uma redução de custos e mais tempo para o hoteleiro focar no que realmente importa: receber bem e com agilidade o turista que visita o nosso país”, destaca o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.

Para auxiliar gestores e profissionais nessa transição, o Ministério do Turismo tem desenvolvido uma série de ações educativas. Uma delas é o vídeo instrucional para os meios de hospedagem seguirem o passo a passo de como aderir à nova ficha.

Além do vídeo, o Ministério disponibiliza uma página dedicada exclusivamente a perguntas e respostas frequentes (FAQ) , na qual é possível tirar dúvidas sobre a operação do sistema.

Base legal e impacto estatístico

A transição para o modelo digital é amparada pela Lei Geral do Turismo (Lei 14.978, de 2025) e resolve um problema antigo: a falta de precisão em estatísticas colhidas de forma manual. Com a centralização das informações, o Ministério do Turismo passa a compreender com exatidão o perfil dos visitantes, os motivos da viagem e os meios de transporte usados.

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