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Brasil

Nova rodada do Auxílio Brasil de R$ 400 será paga a partir do dia 14

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O ministro da Cidadania, João Roma, participa do programa A Voz do Brasil

Ministro João Roma fala, ao vivo, sobre impacto econômico do programa

O ministro da Cidadania, João Roma, fala hoje (7) sobre o pagamento da nova parcela do Auxílio Brasil. O ministro discute também o pagamento residual de créditos do auxílio emergencial para pessoas que tiveram problemas cadastrais, além de falar sobre os impactos econômicos do benefício que substituiu o Bolsa Família. Roma fala, ainda, sobre o auxílio gás, o Bolsa Atleta e outros programas sociais do governo federal.

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Brasil

Genial/Quaest: governo Lula é desaprovado por 49% e aprovado por 47%

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Foto colorida mostra o presidente Lula - Metrópoles

Hugo Barreto/Metrópoles

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (14/1) mostra que mostra que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 49% dos eleitores e aprovado por 47%. Outros 4% não souberam ou optaram por não responder.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 8 e 11 de janeiro. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Em dezembro, os números indicavam empate técnico: a aprovação era de 48% e a desaprovação, de 49%. O mesmo cenário registrado no levantamento anterior, de novembro, quando 50% desaprovavam e 47% aprovavam o governo.

Avaliação 

Quanto à avaliação do governo federal, a pesquisa mostra que, entre os eleitores:

  • 39%consideram negativo;
  • 32% consideram positivo;
  • 27%consideram regular; e
  • 2% não soube responder.

A pesquisa também faz um levantamento da avaliação do governo de Lula seccionado em cinco grupos de orientações políticas: lulista; esquerda não lulista; independente,; bolsonarista e direita não bolsonarista.

  • Lulistas: 79% consideram positivo; 2% regular e 1% negativo.
  • Esquerda não lulista: 62% consideram positivo, 36% regular e 2% negativo. 1% não soube responder.
  • Independentes: 18% consideram positivo, 39% regular e 38% negativo.5% não soube responder.
  • Bolsonaristas: 4% consideram positivo, 10% regular e 86% negativo.
  • Direita não bolsonarista: 5% positivo, 18% regular e 77% negativo.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Menino de 10 anos é encontrado após ficar 8h à deriva em mar no RJ.

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imagem colorida menino resgatado apos ficar 8h a deriva no rj

Reprodução/Redes sociais

De acordo com o pai, Marcelo do Nascimento, Miguel utilizava um caiaque particular durante um passeio em família quando foi surpreendido por ventos fortes e correnteza, que acabaram afastando a embarcação da costa.

O menino conseguiu se aproximar da faixa de areia em Arraial do Cabo por conta própria. Ao perceber a presença de um bombeiro em um jet-ski, Miguel gritou por socorro e foi retirado da água em segurança.

A distância percorrida foi estimada em cerca de 12,6 quilômetros, entre o ponto de saída e o local do resgate.

Operação de resgate

Para o resgate do garoto, o CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro) informou que a operação de busca envolveu militares dos quartéis de São Pedro da Aldeia, Cabo Frio e Saquarema, com apoio da Marinha do Brasil, além de pescadores, moradores da região e voluntários. As equipes utilizaram drones, embarcações e jet skis para varredura da área costeira.

Após o atendimento inicial, o menino foi levado ao pronto-socorro de São Pedro da Aldeia e, posteriormente, encaminhado à UPA pediátrica, onde passou por exames de rotina. Segundo a família, não houve necessidade de internação e o menino passa bem.

Em nota, o Corpo de Bombeiros destacou a importância da supervisão de adultos durante atividades aquáticas, especialmente quando envolvem crianças, e da avaliação prévia das condições do mar e do vento antes da prática de esportes ou passeios recreativos.

O pai de Miguel também se manifestou nas redes sociais para agradecer às equipes e às pessoas que participaram das buscas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Venezuela diz que já libertou 400 presos; oposição e ONGs contestam

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© ARQUIVO DE VÍDEO/REUTERS

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, divulgou na noite de terça-feira (13) que já foram libertadas 400 pessoas consideradas presas políticas pela oposição. 

O balanço inclui 160 pessoas que foram soltas em 23 de dezembro de 2024. As demais deixaram as prisões depois que o país sofreu uma invasão militar dos Estados Unidos, na qual o presidente, Nicolás Maduro, foi sequestrado.

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Grupos que monitoram esses presos contestam esse número e pedem a divulgação da lista com os nomes. A libertação de presos visaria distensionar a situação política do país.

“A decisão de libertar certos presos — não presos políticos, mas políticos que cometeram crimes contra a lei e a Constituição — foi um ato deliberado. Pessoas que incitaram a invasão, e tiveram seus pedidos atendidos. Pessoas que incitaram a agressão militar contra a Venezuela, e tiveram seus pedidos atendidos”, disse Jorge, irmão da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

O presidente do Legislativo respondeu a provocação do deputado da oposição Luís Florido. Jorge acrescentou que a medida do governo visa “promover a convivência pacífica e a unidade nacional”, o que levou o Executivo a iniciar “um processo massivo de libertação”. Jorge Rodríguez prometeu disponibilizar a lista dos presos libertados.

“E continuarão a acontecer [as libertações], não porque vocês nos peçam, mas porque o governo bolivariano já o havia anunciado como um gesto unilateral do governo”, completou Jorge.

Após a sessão legislativa, o deputado oposicionista Luís Florido disse que aguardará a publicação da lista, ponderando que o número de 400 liberações não bate com os fornecidos por organizações sociais.

“Esperamos que possam nos fornecer essa informação para que possamos verificar os nomes daqueles que já foram liberados. Para além de entrarmos em discussões sobre um nome ou outro, acreditamos que há muitas pessoas que ainda não foram liberadas”, disse o deputado da oposição.

Entre os libertados, está o ex-candidato a presidência da Venezuela Enrique Márquez, preso acusado de tentativa de golpe de Estado no contexto das contestações a reeleição de Nicolas Maduro, em julho de 2024.


Family members of detainees sleep outside the El Rodeo jail for the sixth night, as Venezuela's government begins releasing some detainees, with the freeing of political prisoners marking a move long demanded by human rights groups, international bodies and opposition leaders, in El Rodeo, Guatire, Miranda state, Venezuela January 14, 2026. REUTERS/Gaby Oraa
Family members of detainees sleep outside the El Rodeo jail for the sixth night, as Venezuela's government begins releasing some detainees, with the freeing of political prisoners marking a move long demanded by human rights groups, international bodies and opposition leaders, in El Rodeo, Guatire, Miranda state, Venezuela January 14, 2026. REUTERS/Gaby Oraa
Familiares de presos dormem do lado de fora da cadeia de el Rodeo pela sexta noite aguardando libertações REUTERS/Gaby Oraa – Proibido reprodução

Números divergentes

A organização não governamental Foro Penal calcula que foram libertadas 116 pessoas, o que representaria 10% dos cerca 800 presos políticos que a ONG afirma existirem na Venezuela.

“O governo, nesses supostos gestos de libertação de prisioneiros, alega ter libertado 100 pessoas, mas o número real é de apenas 50. Por quê? Porque não publica a lista dos libertados e inclui pessoas que não são prisioneiros políticos”, disse Alfredo Romero, presidente do Foro Penal, em entrevista à France 24.

O governo venezuelano nega que essas pessoas sejam presas políticas e alega que foram encarceradas por crimes como insurreição, golpe de Estado ou por pedir e articular uma intervenção militar dos EUA contra o país sul-americano.

Por outro lado, o Observatório Venezuelano de Prisioneiros afirma que, até a manhã desta quarta-feira (14), foram confirmadas a liberação de 80 pessoas após o sequestro do presidente Nicolas Maduro, sendo 66 venezuelanos e 14 estrangeiros.

“Denunciamos que as libertações tem disso a conta gotas. A falta de transparência é uma política de Estado. Famílias continuam aguardando libertações em massa, enquanto algumas dormem ao relento perto de prisões, por não terem outro lugar para ficar, já que são originárias de outros estados”, afirmou a organização.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - INTERNACIONAL

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