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No AC, produtor rural doa quase 2 mil quilos de melancia para instituições que atendem famílias carentes

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Quase dois mil quilos de melancias foram doados a instituições carentes de Rio Branco por produtor rural — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

No Acre, um produtor rural decidiu doar quase dois mil quilos de melancia para instituições que atendem pessoas carentes em Rio Branco. João Vieira é dono de uma área de terras que fica no Quixadá, zona rural da capital acreana.

A plantação fica do outro lado do Rio Acre e foi de lá que ele tirou as melancias para doar e se diz muito feliz em poder ajudar o próximo. Ele doou para as instituições Mesa Brasil e também para o Banco de Alimentos de Rio Branco.

O produtor disse que pensou em ajudar as pessoas que não tem o que comer nesse momento tão difícil em que a população se encontra, até devido às dificuldades relacionadas à pandemia.

“Para mim, é um prazer poder doar essas melancias, porque quando você chega no mercado eu vejo a melancia sendo vendida o quilo por R$8 reais e têm muitas pessoas que não sabem nem o que é melancia por não ter condições de comprar. E, eu doando essas melancias, achei que estaria fazendo uma coisa de bom coração, achei que seria melhor eu doar do que estragar”, falou.

Depois de fazer a doação, seu João diz que já começou um novo plantio — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Depois de fazer a doação, seu João diz que já começou um novo plantio — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Depois de fazer a doação para as instituições, seu João logo decidiu começar um novo plantio de melancias e ele já tem mais de 700 mudas prontas para serem plantadas. O produtor falou que investiu no plantio de melancias por ser uma fonte rápida de renda e que sempre que pode faz doações para ajudar outras pessoas.

“A terra já está pronta e a tendência é que mil pés já possam ser plantados, minha ideia é poder doar novamente”, finalizou.

Melancias foram doadas a instituições que atendem famílias carentes na capital acreana — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

Melancias foram doadas a instituições que atendem famílias carentes na capital acreana — Foto: Reprodução/Rede Amazônica Acre

 

 

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Polícia apreende drogas e munições e prende dois em ponto de venda em Sena Madureira

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Entre os detidos está homem que já cumpria pena com tornozeleira eletrônica; ação seguiu denúncia de moradores

Dois suspeitos foram detidos no local: um menor de idade e um homem que já cumpria pena em regime de monitoramento eletrônico. Foto: captada 

A Polícia Militar, por meio do 8º Batalhão (8º BPM), apreendeu 362 gramas de maconha, três munições calibre 16, dinheiro e materiais usados no tráfico de drogas durante uma ação na noite de terça-feira no bairro Eugênio Augusto Areal, em Sena Madureira. Dois suspeitos foram presos no local.

A operação ocorreu por volta das 23h30 na Rua Avestruz, após denúncias de que uma residência funcionava como ponto de venda de entorpecentes. Após monitoramento, os policiais confirmaram a informação e adentraram o imóvel.

Foram detidos um menor de idade e um homem que já cumpria pena em regime de monitoramento eletrônico. Ambos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais. A ação integra as operações de combate ao tráfico realizadas pelo 8º BPM na região.

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Sumiço de 50 metros de meio-fio em Sena Madureira vira caso de polícia

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Secretaria de Obras registrou BO por furto qualificado após moradores questionarem retirada das estruturas; PC deve investigar

A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência junto à Polícia Civil após constatar o sumiço dos blocos de concreto que faziam parte da estrutura da via. Foto: captada 

O desaparecimento de aproximadamente 50 metros de meio-fio no Beco Beija-Flor, no bairro Jardim Primavera, em Sena Madureira, agora é tratado como caso de polícia. A Secretaria Municipal de Obras, Urbanismo e Ramais registrou um Boletim de Ocorrência por furto qualificado após constatar que os blocos de concreto foram retirados sem autorização.

Inicialmente, moradores procuraram a prefeitura acreditando que a própria administração municipal havia removido as estruturas. No entanto, a secretaria afirmou que não realizou qualquer intervenção no local e formalizou a denúncia junto à Polícia Civil.

Em depoimento, o subsecretário de Obras destacou que os blocos são pesados, levantando a suspeita de que mais de uma pessoa tenha participado da ação. O caso foi enquadrado no artigo 155 do Código Penal, com o Município de Sena Madureira figurando como vítima.

A Polícia Civil apurar as circunstâncias do desaparecimento, identificar os responsáveis e adotar as medidas cabíveis. O registro oficial busca esclarecer que a prefeitura também foi prejudicada, após a repercussão do caso entre os moradores da região.

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Mulher é indiciada por homicídio após matar idoso com canivete em praia de Feijó

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Polícia Civil afastou tese de legítima defesa com base em vídeo que mostra vítima tentando se esquivar; investigada foi presa em flagrante

De acordo com o inquérito, há um vídeo nos autos que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões, enquanto a investigada avança contra ele de forma reiterada. Foto: captada 

Uma mulher identificada como M.R.N.P. da Silva foi indiciada por homicídio pela morte de um homem com mais de 60 anos ocorrida em uma praia de Feijó, no interior do Acre. A Polícia Civil finalizou o inquérito e afastou a tese de legítima defesa apresentada pela investigada, que foi presa em flagrante logo após o crime.

Conforme a investigação, o idoso foi atingido por golpes de canivete durante uma briga e não resistiu aos ferimentos. Testemunhas foram ouvidas e provas foram reunidas, incluindo um vídeo que mostra a vítima tentando se esquivar das agressões enquanto a mulher avança contra ele de forma reiterada.

O delegado titular de Feijó, Dione Lucas, afirmou que as imagens e depoimentos demonstram que a vítima tentou evitar a agressão e que a investigada partiu para o ataque, o que descaracteriza a legítima defesa. “A investigação foi conduzida com base em provas técnicas que apontam a autoria e a materialidade do crime”, declarou.

Com o inquérito finalizado, o caso foi encaminhado ao Poder Judiciário para as providências cabíveis.

As imagens reforçam a conclusão de que não houve situação que justificasse a alegação de legítima defesa. Foto: captada 

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