Conecte-se conosco

Acre

Nicolau Júnior exige controle de peso para garantir durabilidade da BR-364

Publicado

em

Foto: Sérgio Vale

Durante a passagem da caravana parlamentar pela BR-364, o deputado estadual Nicolau Júnior (Progressistas) conversou com a equipe do programa Boa Conversa – Edição BR-364 e destacou a necessidade urgente de controle de peso dos caminhões e de união entre os entes políticos para garantir a durabilidade das obras na principal rodovia acreana. Em visita à ponte do Caeté nesta quinta-feira, 05, o parlamentar apontou os desafios enfrentados pela população e reforçou o compromisso da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) com a fiscalização das obras.

“A previsão do governo federal é fazer outra ponte aqui. Porque é importante conversar com as pessoas que moram aqui também e o que eles colocaram aqui, é uma coisa que a gente tem que colocar, e eu vou conversar com o Ricardo também, que é a questão do peso”, afirmou.

Segundo Nicolau, o excesso de peso em caminhões, especialmente no inverno, tem agravado os danos estruturais da estrada. “A manutenção é feita no verão, mas quando chega o inverno os caminhões estão ultrapassando o peso que podem, e por isso que tem que ter a balança. Então, isso, no inverno, devido também às carretas com o peso a mais, está acabando. Então, isso aí, o Dnit tem que ter esse controle maior da questão do peso”, relatou.

Ao comentar a precariedade do trecho, Nicolau reforçou o objetivo da caravana e defendeu o novo modelo de reconstrução da rodovia, com uso de macadame, apesar do custo mais elevado. “A situação é muito ruim. Vamos até Tarauacá, onde vai ser o almoço. Vai ter outras paradas importantes. E para lá está muito pior. Então, essa é a realidade que as pessoas do dia a dia passam aqui. E vocês estão tendo a oportunidade também de conviver hoje junto conosco. Por isso que essa caravana é justamente para chamar essa atenção, essa união do Governo Federal e da bancada também. Essa reconstrução agora com esse novo modelo do macadame, que está dando certo graças a Deus. Então, vai ser mais caro, mas é isso. É uma obra importante para o Acre também. E o Acre faz parte do Brasil”, salientou.

Ao fim da entrevista, Nicolau Júnior apelou por uma solução definitiva para a BR-364, com maior rigor na fiscalização e investimentos robustos.“As pessoas já estão sofrendo há muito tempo em relação a essa obra. Então, acho que a gente tem que chegar a um ponto definitivo, uma manutenção com uma fiscalização mais séria. Então, é a classe política unida para a gente poder chegar, se Deus quiser, em objetivos importantes para essa estrada, para essa obra que muita gente depende dela”, finalizou.

Comentários

Continue lendo
Publicidade

Acre

Rios do Acre seguem acima da média histórica e mantêm autoridades em alerta no fim de janeiro

Publicado

em

Boletim da Sema aponta níveis elevados nas principais bacias do estado, reflexo das chuvas intensas registradas desde o início do ano.

Os níveis dos principais rios do Acre permanecem elevados neste fim de janeiro, como reflexo direto do grande volume de chuvas registrado em todo o estado desde o início do ano. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado nesta segunda-feira (26) pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), mostram que, apesar de oscilações pontuais, a maioria dos mananciais ainda opera acima da média histórica para o período, mantendo as autoridades em estado de atenção.

O cenário mais emblemático é o do Rio Acre, em Rio Branco, que registrou 12,85 metros na medição do dia 26. Embora apresente redução em relação ao dia anterior, o nível segue bem acima da média histórica de 9,96 metros para janeiro. A marca mantém o rio próximo da cota de alerta, fixada em 13,50 metros, o que reforça a necessidade de monitoramento constante.

Em outros pontos da bacia do Rio Acre, a situação é semelhante. Em Xapuri, o nível permaneceu estável em 8,01 metros. Já em Brasiléia e Assis Brasil, houve redução, mas os volumes ainda são considerados elevados, compatíveis com um mês de chuvas acima da média. O boletim destaca que, mesmo com variações diárias, os rios seguem influenciados por um janeiro atipicamente chuvoso.

Na região do Purus, o Rio Iaco, em Sena Madureira, marcou 13,05 metros, também acima do comportamento médio esperado para o período. O Rio Purus, em Manoel Urbano, apresentou elevação e atingiu 11,34 metros, indicando que os efeitos das chuvas continuam se propagando pelas bacias hidrográficas do estado.

No Vale do Juruá, o Rio Juruá alcançou 11,89 metros em Cruzeiro do Sul, permanecendo acima da média histórica e muito próximo da cota de alerta. Mesmo em municípios onde houve recuo do nível, como Porto Walter, os registros seguem elevados para o padrão climatológico de janeiro, mantendo o cenário de atenção em todo o Acre.

Comentários

Continue lendo

Acre

Indígena Puyanawa fica ferido após disparo acidental durante caçada no interior do Acre

Publicado

em

Espingarda teria caído e disparado acidentalmente na Terra Indígena, em Mâncio Lima; vítima sofreu fratura e foi levada ao Hospital do Juruá.

Um indígena da etnia Puyanawa ficou ferido após sofrer um disparo acidental de arma de fogo na manhã desta segunda-feira (26), enquanto participava de uma caçada na Terra Indígena localizada no município de Mâncio Lima, no interior do Acre.

De acordo com familiares, a espingarda utilizada na atividade estava escorada em um pedaço de madeira quando caiu ao chão e disparou, atingindo a perna da vítima. O homem sofreu uma fratura em decorrência do ferimento.

Após o acidente, ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul, onde recebeu atendimento médico. “Eles foram caçar, ele escorou a espingarda em um pau. A espingarda caiu e disparou, atingindo a perna dele”, relatou uma parente do indígena.

O estado de saúde da vítima não foi detalhado até o momento.

Comentários

Continue lendo

Acre

Boletim indica precipitações intensas e continuidade das chuvas até fevereiro

Publicado

em

O Acre enfrenta um dos meses de janeiro mais chuvosos dos últimos anos, com acumulados expressivos registrados em todas as regiões do estado. Dados do Boletim do Tempo nº 14, divulgado pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema) nesta segunda-feira (26), mostram que, entre 1º e 26 de janeiro de 2026, vários municípios ultrapassaram com folga as médias climatológicas esperadas para todo o mês.

Segundo o levantamento, Brasiléia lidera o ranking de chuva acumulada, com 670,8 milímetros, seguida por Rio Branco, que já soma 542,4 mm. Também se destacam os volumes registrados em Manoel Urbano (418,8 mm), Jordão (344,8 mm), Assis Brasil (308,4 mm), Xapuri (300,4 mm) e Porto Acre (299,4 mm). Em praticamente todos esses municípios, os índices superam as médias históricas para o período, reforçando o cenário de chuvas acima do normal em 2026.

Além dos dados por município, estações e comunidades rurais também registraram acumulados elevados. Locais como Colônia Dolores (388,2 mm), Seringal Guarany (343,6 mm) e Seringal São José (308,8 mm) figuram entre os pontos com maior volume de precipitação no início do ano, evidenciando que as chuvas têm sido bem distribuídas tanto em áreas urbanas quanto rurais.

Previsão semanal mantém cenário de muita chuva

A tendência, segundo a Sema, é de continuidade das chuvas nos próximos dias. A previsão semanal, válida para o período de 26 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026, indica volumes entre 50 mm e 150 mm em grande parte do estado. O prognóstico do modelo NCEP/GFS aponta ainda anomalia positiva de precipitação, ou seja, chuvas acima do esperado para esta época do ano em boa parte do território acreano.

Esse cenário reforça o estado de atenção das autoridades, especialmente em regiões cortadas por grandes rios, já que o excesso de chuva contribui para a elevação gradual dos níveis fluviais. Por outro lado, o volume elevado de precipitação ajuda a reduzir riscos ambientais associados à estiagem, como queimadas e incêndios florestais.

A Sema destaca que o monitoramento hidrometeorológico segue contínuo e que novos boletins serão divulgados para acompanhar a evolução das chuvas e seus impactos. A orientação é para que a população fique atenta aos comunicados oficiais, especialmente em áreas historicamente suscetíveis a alagamentos e cheias.

Comentários

Continue lendo