Acre
Na última noite da Expoacre, Bocalom e Rennan celebram conquistas da Saúde de Rio Branco: “Saúde mais humana”

A última noite da Expoacre 2025 foi marcada por um momento simbólico para a gestão municipal. Em entrevista coletiva concedida à imprensa neste domingo (3), o prefeito Tião Bocalom, acompanhado do secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, celebrou os resultados alcançados ao longo dos nove dias de participação da Secretaria Municipal de Saúde na maior feira de exposições do Acre.
De 26 de julho a 3 de agosto, a Saúde de Rio Branco esteve presente todos os dias com uma estrutura ampla, moderna e acolhedora, oferecendo serviços gratuitos à população, ações educativas, cuidado direto e uma mostra real dos avanços da gestão.
“Nosso compromisso é humanizar a saúde. Aqui na Expoacre, as pessoas foram atendidas, acolhidas e medicadas com dignidade. Isso é cuidado. Isso é respeito. Isso é fazer gestão pensando em gente”, afirmou o prefeito Bocalom.

Fazendo História, Cuidando de Gente
Durante a coletiva, foi lançado oficialmente o novo conceito da campanha “Fazendo História, Cuidando de Gente”, que simboliza os novos rumos da política pública de saúde em Rio Branco. A campanha reforça o modelo de atenção baseado no acolhimento, na descentralização dos serviços e na valorização dos profissionais.
“Esse selo representa muito mais do que uma marca. Ele carrega a identidade de uma saúde que olha no olho, que escuta, que resolve e que cuida com amor. A gente está fazendo história em Rio Branco, com 40 unidades de saúde completamente reformadas, filas zeradas e uma gestão que leva resultado para dentro da casa das pessoas”, destacou o secretário Rennan Biths.
Nove noites de cuidado, inovação e inclusão
A participação da Saúde de Rio Branco na Expoacre foi marcada por uma programação intensa, com temas específicos e ações direcionadas a cada noite:
•Sexta, 26 de julho – Combate à dengue: A abertura da programação trouxe uma grande ação de educação em saúde com foco no combate ao mosquito Aedes aegypti. Profissionais da Vigilância Ambiental realizaram panfletagem, orientação prática e exposição de armadilhas e larvas para conscientização dos visitantes.
•Sábado, 27 de julho – Promoção da saúde e autocuidado: O estande virou um verdadeiro spa de saúde, com bioimpedância, sucos terapêuticos, aromaterapia, orientações nutricionais e atividades da Academia da Saúde, promovendo o autocuidado e hábitos saudáveis.
•Domingo, 28 de julho – Saúde mental: Antecipando o Setembro Amarelo, a programação foi voltada à valorização da vida. A equipe de saúde mental realizou rodas de conversa, dinâmicas sobre ansiedade, escuta qualificada e ações de acolhimento psicológico.
•Segunda, 29 de julho – Práticas Integrativas e Complementares (PICS): Técnicas como Reiki, auriculoterapia, fitoterapia e massagem terapêutica foram demonstradas ao público, mostrando as possibilidades de tratamento que já estão disponíveis na rede municipal.
•Terça, 30 de julho – Petinder: A noite foi de amor e responsabilidade com a realização da Feira de Adoção de Pets. Cães e gatos resgatados por ONGs e parceiros estiveram disponíveis para adoção responsável, com vacinação e orientação veterinária.
•Quarta, 31 de julho – Hanseníase: A equipe realizou exames dermatológicos, triagens, orientações sobre sinais e sintomas da doença e distribuição de material informativo, reforçando o diagnóstico precoce como ferramenta de combate à hanseníase.
•Quinta, 1º de agosto – Saúde bucal: Voltada ao público infantil, a noite foi lúdica e educativa, com jogos, fantoches, escovação supervisionada e distribuição de kits de higiene. A intenção foi reforçar desde cedo a importância da prevenção.
•Sexta, 2 de agosto – Inclusão e neurodiversidade: Com o projeto Mundo Azul, a saúde deu visibilidade à população com deficiência. A noite teve espaço sensorial, distribuição de Carteiras da Pessoa com Fibromialgia e do Autista, e uma verdadeira aula de empatia e respeito às diferenças.
•Domingo, 3 de agosto – Encerramento com a campanha “Fazendo História, Cuidando de Gente”: No último dia da feira, o estande se transformou numa vitrine dos programas, projetos e conquistas da saúde municipal. O público pôde conhecer de forma interativa os avanços alcançados e os próximos passos da política pública da capital.
Presença forte e prestação de contas
Durante todos os dias da feira, os visitantes tiveram acesso a atendimentos clínicos, odontológicos, vacinação, aferição de pressão, testes rápidos e muito mais. A parceria com o Hospital de Amor levou a Carreta Educativa ao parque, promovendo a prevenção do câncer de forma moderna e acessível.

Além de Bocalom e Rennan, participaram da coletiva a chefe de gabinete Kelen Bocalom e o vereador Bruno Morais. Ao longo das noites, o estande recebeu a visita de diversos parlamentares, gestores e autoridades públicas, reconhecendo o espaço como exemplo de gestão.
“Saímos dessa Expoacre com orgulho. A saúde de Rio Branco está crescendo, se modernizando e dando resultados reais. Fizemos história esses dias. E o mais bonito foi ver o povo sentindo que é prioridade”, finalizou Rennan.
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Acre
Renda per capita no Acre é a 2ª pior do Brasil em 2025, aponta IBGE; estado registra R$ 1.392
Média nacional ficou em R$ 2.316; Acre supera apenas Maranhão (R$ 1.219) e Ceará (R$ 1.390) no ranking das 27 unidades da federação

Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foto: art
O rendimento domiciliar per capita para o Brasil, em 2025, ficou em R$ 2.316. O valor representa um avanço em relação a 2024, quando a renda média dos residentes no país ficou em R$ 2.069. Foi maior também na comparação com anos anteriores: R$ 1.893, em 2023, e R$ 1.625, em 2022.
Os dados registrados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínuadivulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com dados do IBGE, a renda per capita no Acre foi de R$ 1.392,00 em 2025, uma das piores do Brasil. O estado aparece à frente apenas do Maranhão (R$ 1.219) e do Ceará (R$ 1.390). A pesquisa mostra que as menores médias estão concentradas nas regiões Nordeste e Norte. O Distrito Federal lidera o ranking nacional com R$ 4.538, enquanto São Paulo aparece em segundo lugar com R$ 2.956.
Critérios da pesquisa
A PNAD Contínua é uma pesquisa domiciliar, amostral, realizada pelo IBGE desde janeiro de 2012. O rendimento domiciliar per capita é calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares (nominais) e o total dos moradores, considerando rendimentos de trabalho e de outras fontes, inclusive pensionistas e empregados domésticos.
Os números divulgados resultam da soma dos rendimentos brutos recebidos no mês de referência da pesquisa, com base nas primeiras entrevistas realizadas ao longo dos quatro trimestres de 2025.
A divulgação atende à Lei Complementar 143/2013, que estabelece os critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).
Renda Domiciliar per Capita – Brasil (2022–2025)
| Ano | Renda Média (Brasil) |
|---|---|
| 2022 | R$ 1.625 |
| 2023 | R$ 1.893 |
| 2024 | R$ 2.069 |
| 2025 | R$ 2.316 |
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O país registrou crescimento contínuo no período, com alta de R$ 691 (42,5%) entre 2022 e 2025.
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Nove estados e o Distrito Federal superaram a média nacional.
Renda Domiciliar per Capita – Acre (2025)
| Indicador | Valor |
|---|---|
| Renda per capita no Acre | R$ 1.392 |
| Posição no ranking nacional | 26º lugar (entre 27 UFs) |
| Comparativo com a média nacional | R$ 924 abaixo da média (R$ 2.316) |
| Estados com menor renda | Maranhão (R$ 1.219), Ceará (R$ 1.316) e Acre (R$ 1.392) |
Maiores e Menores Rendas por UF (2025)
| Posição | Unidade da Federação | Renda per capita |
|---|---|---|
| 1º | Distrito Federal | R$ 4.538 |
| 2º | São Paulo | R$ 2.956 |
| 3º | Rio Grande do Sul | R$ 2.839 |
| 4º | Santa Catarina | R$ 2.809 |
| 5º | Rio de Janeiro | R$ 2.794 |
| … | … | … |
| 25º | Ceará | R$ 1.316 |
| 26º | Acre | R$ 1.392 |
| 27º | Maranhão | R$ 1.219 |
Análise dos Dados
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Crescimento nacional consistente: A renda per capita brasileira apresentou evolução real nos últimos quatro anos, refletindo recuperação econômica e políticas de transferência de renda.
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Acre abaixo da média nacional: Com R$ 1.392, o estado está 42% abaixo da média do país (R$ 924 de diferença).
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Concentração regional: As maiores rendas permanecem no Centro-Sul (DF, SP, Sul e Sudeste), enquanto as menores se concentram no Norte e Nordeste.
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Posição no ranking: O Acre ocupa a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão, mas atrás do Ceará e de todos os demais estados das regiões Norte e Nordeste com dados disponíveis.
Fonte dos Dados
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Pesquisa: PNAD Contínua – Rendimento de todas as fontes
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Órgão: IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
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Ano-base: 2025
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Divulgação: 27 de fevereiro de 2026
Esses dados reforçam a importância de políticas públicas voltadas à geração de emprego, formalização do trabalho e transferência de renda no Acre, especialmente para reduzir as desigualdades regionais persistentes.
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Acre
Bocalom revela conversa com Valdemar da Costa Neto e diz que permanência no PL depende de reunião com Márcio Bittar
Prefeito afirma que presidente nacional do partido “ficou perplexo” com carta da direção estadual que o excluiu da disputa ao governo; decisão deve sair nesta semana

Bocalom informou que a conversa com o Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido. Foto: captada
O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), revelou à imprensa acreana que conversou pessoalmente com o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, sobre a possibilidade de disputar o governo do Acre pelo partido, mesmo após resistência por parte do senador Márcio Bittar e de boa parte da direção da sigla no estado.
De acordo com Bocalom, a permanência no PL não está definida e dependerá de uma conversa que deve ocorrer nesta semana entre Valdemar e o senador Márcio Bittar (PL), um dos maiores interessados no assunto, já que o parlamentar sonha em contar com o apoio do governo Gladson na disputa ao Senado.
Conversa com Valdemar
Bocalom informou que a conversa com Valdemar foi “muito boa” e que ele está confiante na permanência no partido:
“Eu realmente não tinha conversado com o nosso presidente Valdemar em momento nenhum sobre essa situação. Tudo isso estava sendo coordenado lá pelo senador Márcio Bittar. Aí eu fui a Brasília e tivemos uma conversa muito boa, de mais de uma hora. Foi uma conversa muito sincera. Estávamos eu e o João Marcos. Eu vi nele o nosso presidente como um paizão, nos recebeu muito bem. Fiquei muito feliz e ele nos deixou aberta a conversa de que vai falar com o senador Márcio Bittar a respeito dessa situação na semana que vem”, declarou.
Desejo de permanência
Bocalom garantiu que deseja permanecer no PL e afirmou que faz parte da “verdadeira direita” no Acre:
“Então eu estou tranquilo. Podemos, até com certeza, ficar no PL, que é o lugar onde eu quero estar. Eu gostaria muito de estar no PL, todo mundo junto, porque nós somos direita para valer e de verdade neste estado. Juntamente com o senador Márcio Bittar, conseguiríamos formar uma bela chapa de deputado federal e, com certeza, Brasília e o Acre vão ganhar com isso”, comentou .
Carta da direção estadual
Por fim, o prefeito disse que Valdemar não estava ciente da carta que o PL do Acre divulgou com a intenção de priorizar apenas a disputa ao Senado no estado:
“Eu mostrei a carta para o presidente e ele ficou perplexo. Ele não sabia da carta. Então vamos ver agora qual será a posição. A carta foi dada aqui pelo presidente regional, Edson Bittar. Diziam que tinha anuência da nacional, mas o que deu para ver lá em Brasília é que o presidente não sabia disso. Até semana que vem ele vai dar a definição. O João estava junto comigo e viu tudo o que aconteceu”, concluiu.

Cumprindo agenda em Brasília, o prefeito Tião Bocalom, teve encontro com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). Foto: captada
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Acre
Guerra entre EUA e Irã deve elevar preço da gasolina e do diesel no Acre
Presidente da CDL afirma que combustíveis já começaram a subir e alerta para novos reajustes durante o conflito







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