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Na Câmara, confederação celebra 5 anos da Lei de Liberdade Econômica

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Na Câmara, confederação celebra 5 anos da Lei de Liberdade Econômica
Caio Barbieri

Na Câmara, confederação celebra 5 anos da Lei de Liberdade Econômica

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil ( CACB ) iniciou as comemorações pelos cinco anos da vigência da Lei de Liberdade Econômica (LLE) no Brasil.

O evento acontecerá na quarta-feira (5), às 11h, no Plenário da Câmara dos Deputados , com a presença do presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto ( foto em destaque ), e 200 lideranças empresariais de todo o país. O objetivo é debater os avanços conquistados com a lei e propor um pacto nacional pela implantação em cada município brasileiro.

Para Cotait Neto, a Lei de Liberdade Econômica foi um marco importante para o país ao simplificar processos, reduzir burocracias e transformar o ambiente de negócios no Brasil. No entanto, o presidente da CACB ressalta a importância de garantir a implementação completa da lei em todos os estados e cidades, para desburocratizar a economia e estimular o desenvolvimento e a geração de empregos.

“A CACB, todas as suas lideranças e as representações estaduais estão fazendo essa convocação para toda sociedade civil, parlamento, instituições públicas e agentes governamentais por um pacto nacional, de aspecto abrangente e apartidário, pela implantação completa da Lei da Liberdade Econômica em cada um dos municípios brasileiros. Esta lei simplificou processos e reduziu burocracias, transformando o ambiente de negócios brasileiro. Precisamos, cada vez mais, criar mecanismos mais dinâmicos, propícios ao desenvolvimento e à geração de novos empregos”, defendeu.

Cotait Neto destacou que, desde a aprovação da lei em 2019, mais de 1.380 municípios brasileiros (25% do total) já adotaram alguma forma da lei. Atualmente, 88,8% das capitais (incluindo o Distrito Federal) já aprovaram a LLE. No entanto, ainda faltam municípios importantes, como Campo Grande (MS), Goiânia (GO) e São Luís (MA), para completar a implantação da lei em todo o país.

“Com o passar dos anos, muitas pontas ficaram soltas, sem regulamentação, Brasil afora. Por isso, é preciso estimular que a lei se torne realidade em cada estado e cidade. A CACB defende que cada município implemente a lei de forma completa para desburocratizar e revogar regras que atrapalham o bom desenvolvimento da economia local. É importante que os estados divulguem as mudanças que tanto beneficiam o desenvolvimento”, reforçou.

Além disso, a Confederação destaca casos de sucesso de cidades que adotaram a LLE, como Esteio (RS), Joinville (SC), Campinas (SP), Maringá (PR) e Uberlândia (MG), que viram um crescimento significativo na abertura de novos negócios e na geração de empregos após a implementação da lei.

Cotait Neto ressaltou que a burocracia ainda é um entrave para o crescimento econômico do Brasil e a criação de empregos. O presidente da CACB fez um apelo aos agentes públicos para refletirem sobre o impacto da burocracia na economia e destacou a importância do crescimento econômico para diminuir as desigualdades sociais no país.

“Quantos empregos deixam de ser criados por conta disso? Quantos brasileiros deixam de colocar em prática suas ideias por falta de ânimo para encarar o trâmite burocrático da abertura de um negócio? Quanto de imposto os municípios deixam de arrecadar por não terem esse ciclo econômico implementado em sua capacidade? Todas essas perguntas devem servir de reflexão para os agentes públicos. A CACB acredita que somente por meio do crescimento econômico iremos diminuir as desigualdades sociais que tanto afligem todas as regiões do nosso país”, pontuou.

Além da celebração dos cinco anos da Lei de Liberdade Econômica, a CACB lança ainda uma campanha pela reconstrução das associações comerciais do estado do Rio Grande do Sul, visando apoiar os empresários e comerciantes locais e garantir condições de trabalho para todos. Por meio da Federa Sul, a confederação pretende fortalecer a rede de associações comerciais e contribuir para a retomada da prosperidade no estado.

A CACB reúne mais de 2 milhões de empresários em todo o Brasil e representa 2.300 associações comerciais e empresariais de diversos setores da economia. A entidade busca promover o crescimento econômico do país e é um dos principais pilares do empreendedorismo brasileiro, atuando de forma inovadora e conectando mercados e empreendedores em todo o território nacional.

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Fonte: Nacional

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PT aciona TSE contra post do PL que associa Lula a escândalos

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Reprodução/Instagram
Vídeo PL contra Lula

A federação formada por PT, PV e PCdoB entrou com uma representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra um vídeo publicado pelo Partido Liberal (PL) que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos escândalos do Banco Master e das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A publicação faz uso de inteligência artificial (IA) para ligar parentes do presidente e nomes do governo a figuras envolvidas em esquemas de corrupção, como Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

O vídeo foi publicado no Instagram da legenda nessa segunda-feira (9/3) e acumula 3,4 milhões de visualizações, 9,5 mil comentários e 49,8 mil compartilhamentos.

Na avaliação da defesa, o conteúdo configura propaganda eleitoral antecipada, irregular e negativa. Os advogados pedem a remoção do vídeo, além da aplicação de uma multa no valor de R$ 30 mil.

“O vídeo foi arquitetado unicamente com o objetivo de divulgar à população, de forma equivocada e leviana, suposto envolvimento ou chancela, principalmente do presidente da República, de fatos reprováveis da sociedade”, diz um trecho da representação.

Ela cita “o desvio de valores oriundos de aposentadoria e benefícios sociais, o apoio a desvios financeiros e até a concordância com suposto envolvimento de familiares a ilícitos — o que não ocorreu e não é aprovado pelo chefe do Executivo Nacional”, acrescenta.

Os advogados alegam, ainda, que a publicação “deprecia a imagem e honra” do chefe do Planalto.

“O teor da mensagem propagandeada representa uma série de violações aos direitos de personalidade do presidente Lula, eis que retrata a sua imagem e a de sua família como de integrantes de uma quadrilha criminosa; associa indevidamente o presidente a ilícitos criminais e incute, no ouvinte, que este seria conivente com suposto direcionamento de valores ao seu filho, insinuações sabidamente inverídicas”, argumenta a defesa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Brasil

Vieira diz que irá à Justiça se CPI sobre Toffoli e Moraes não avançar

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senador alessandro vieira

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou, nesta terça-feira (10/3), que se não for instaurada uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do Banco Master, ele vai recorrer à Corte. A declaração foi dada ao programa Contexto, Metrópoles.

De acordo com o senador, os fatos são “muito graves” e não podem ser empurrados para “debaixo do tapete”.“Você tem reconhecido, praticamente confessado, a relação entre familiares do ministro Toffoli e familiares do ministro Alexandre com o grupo criminoso que comandava o Banco Master”, alegou Vieira.

O parlamentar ainda espera uma conversa com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), sobre o tema. Segundo Vieira, ele e Alcolumbre ainda não conversaram sobre o assunto. O recurso na Justiça seria em caso de Alcolumbre não ler o requerimento para a abertura dos trabalhos da comissão.

Nos últimos meses, a condução do caso do Banco Master no STF gerou questionamentos sobre a imparcialidade de magistrados da Corte, sobretudo devido às suspeitas de envolvimento de Toffoli e Moraes com Daniel Vorcaro, o dono da instituição.

O parlamentar reforçou que não está sendo feita uma condenação prévia dos ministros e que é necessário ter cautela e muita responsabilidade. “Esses fatos demandam uma apuração”, afirmou.

Vieira foi questionado sobre a chance do recurso no STF ser negado pelo “corporativismo” entre ministros da Corte. O senador respondeu que os magistrados “responderão na história para cada ato que adotarem”.

Senado tem assinaturas para CPI

O senador informou nessa segunda-feira (9/3) que colheu as assinaturas necessárias para instaurar a CPI e que apresentou um requerimento na última sexta-feira (6/3) para abertura da comissão.

Depois da apresentação do pedido de CPI, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), precisa ler o requerimento em uma sessão da Casa. Assim, ele determina que os partidos indiquem os nomes que vão compor a comissão.

Além de ter a assinatura de ao menos 27 assinaturas, para uma CPI avançar ela precisa ter um fato determinado, com objeto claro e específico. Não existe prazo para o presidente do Senado ler o requerimento de abertura.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Oposição aciona STF para que Alcolumbre crie CPMI do Banco Master

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A oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta terça-feira (10/3), que entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), crie uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o Banco Master.

O requerimento foi protocolado em fevereiro pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ), mas, para que a CPMI seja formalmente criada, Alcolumbre precisa convocar uma sessão conjunta do Congresso, com deputados e senadores, e ler o pedido em plenário. O senador, entretanto, tem postergado uma decisão sobre o tema.

“O que falta é que Alcolumbre faça a sessão do Congresso Nacional, porque é assim que define o regimento interno: na próxima sessão deve ser feita a leitura para a instalação automática, é esse o termo. E o que estamos vendo é uma blindagem ocorrendo, que já ocorria no Supremo Tribunal Federal”, declarou Jordy a jornalistas na Câmara.

Outros pedidos, entretanto, também estão pendentes de análise por Alcolumbre. Nessa segunda-feira (9/3), o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) protocolou um requerimento para que uma CPI do Senado investigue a relação dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli com o banqueiro Daniel Vorcaro, que foi dono do Master.

A oposição também pressiona pelo impeachment de Alexandre de Moraes, que acumula dezenas de pedidos parados no Senado. Os parlamentares, entretanto, dizem descartar que Alcolumbre paute um pedido de destituição de um ministro do STF, algo inédito no país. Avaliam que eventuais descobertas em uma CPI seriam o caminho.

“São inúmeros crimes que recaem sobre Alexandre de Moraes (…) O impeachment é pouco, mas tenho certeza de que é o caminho para que ele saia do STF e, logo depois, possa ser preso. E vá para a lata de lixo da história”, declarou Jordy.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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