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Município que homenageia herói da Revolução Acreana completa 48 anos de emancipação política

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Na passagem deste aniversário de 48 anos, a data é marcada por obras do governo do Acre que mudaram significativamente a infraestrutura da cidade

Plácido de Castro possui pouco mais de 16 mil habitantes e fica na fronteira com a Bolívia. Foto: Samuel Moura/Secom

Nomeado Plácido de Castro, em homenagem ao herói da Revolução Acreana, o município fundado em 1976 completa mais um aniversário de emancipação política e administrativa neste domingo, 30. E, na passagem deste aniversário de 48 anos, a data é marcada por obras do governo do Acre que mudaram significativamente a infraestrutura da cidade, entre outros investimentos em ações e projetos que impulsionam a inclusão social e o desenvolvimento regional.

Terra de gente hospitaleira, aguerrida e trabalhadora, que há tempos sonha com progresso e prosperidade, Plácido de Castro ganhou, recentemente, importante obra de modernização do trecho da rodovia AC-40, na entrada da cidade, que tem transformado, para melhor, a vida da população placidiana.

Localizada da regional do Baixo Acre, distante 99,8 quilômetros da capital acreana, Rio Branco, a cidade hoje conhecida como Plácido de Castro. Foto: internet 

Inaugurada pelo governador Gladson Camelí, a vice-governadora Mailza Assis e o prefeito Camilo Silva, no dia 27 de dezembro de 2024, a obra foi realizada com investimento de mais de R$ 6 milhões de reais de emenda parlamentar do senador Márcio Bittar e contrapartida do Estado, em mais uma demonstração de comprometimento do governo em proporcionar tempos melhores em todos os municípios do Acre, valorizando a história e a identidade cultural com vistas a um futuro promissor para todos os acreanos.

Executados pelo Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), os serviços contemplaram a restauração de 2,5 km da rodovia com pavimentação, sinalização, construção de calçadas, meios-fios e bueiros, além de um portal de boas-vindas e uma rotatória na entrada da cidade, onde a via urbana principal também recebeu melhorias.

Obra que mudou a entrada da cidade foi entregue pelo governo em dezembro de 2024. Foto: Felipe Freire/Secom

Fruto de parceria entre o governo estadual, governo federal, bancada federal e a Prefeitura de Plácido de Castro, o novo cartão postal da cidade, marca avanço significativo na infraestrutura e mobilidade local, garantindo melhores condições de trafegabilidade e mais segurança aos moradores e visitantes do município que fica localizado em região de fronteira com a Bolívia, possibilitando o escoamento da produção rural e as atividades comerciais, fortalecendo a economia local.

“Ações como essa, geram emprego, renda e aumentam a autoestima das pessoas, porque temos que cuidar dos municípios. E é como eu sempre falo, ninguém faz nada sozinho. Essa obra representa o nosso compromisso com o desenvolvimento do Acre e a melhoria da infraestrutura nos municípios. É mais uma entrega para Plácido de Castro”, afirmou o governador Gladson Camelí.

Além do trecho da rodovia AC-40, a via urbana de entrada da cidade também recebeu melhorias. Foto: Felipe Freire/Secom

“Nós só temos a agradecer ao governo pela parceria”, diz prefeito

Na ocasião, o prefeito de Plácido de Castro, Camilo Silva, agradeceu ao governo do Estado por este e por todos os investimentos e parcerias realizados em benefício do município, como a pavimentação do Ramal Novo Horizonte que, somado à modernização viária da AC-40, no acesso à cidade, totalizam R$ 14,1 milhões.

Para o asfaltamento de cerca de 9,7 quilômetros de ramal, foram destinados R$ 8,4 milhões de emenda parlamentar. Aguardada pelos produtores rurais, visto que a estrada vicinal é um dos mais importantes polos agrícolas da região, por onde escoa a produção local, a obra também melhora interligação viária entre as rodovias BR-364 e AC-475.

Ramal Novo Horizonte, beneficiado com investimentos do governo do Estado. Foto: Luy Andriel/Deracre

O prefeito lembra também que nos últimos anos, o governo construiu 109 pontes, 7 quilômetros de rede de esgoto, pavimentou mais de 11 quilômetros de ruas e ajudou a recuperar mais de 650 quilômetros de ramais, no total.

“Para nós é motivo de alegria e satisfação, a boa parceria com o governo do Estado. É um ganho muito bom para nosso município. Então só temos gratidão. Somos muito gratos ao governador”, expressou.

Prefeito Camilo da Silva agradeceu os investimentos do governo do Estado no desenvolvimento de Plácido de Castro. Foto: Felipe Freire/Secom

O governador Gladson Camelí, por sua vez, voltou a reafirmar o compromisso de seu governo com o desenvolvimento e o cuidado com as pessoas nos 22 municípios do Acre

“Aqui está mais uma prova da nossa união em prol de que o nosso estado seja uma terra de boas oportunidades para todos. Vamos continuar trabalhando e quero reafirmar o meu compromisso e agradecer a todos, pois sei que há um conjunto de esforços para que a gente possa cuidar das pessoas. E é isso que eu sempre quero é não perder tempo, pois 2025 é o ano do executar e é isso que estamos fazendo!”, ressaltou o governador.

Plácido recebe, do governo, ambulância nova do Samu

Também no último mês de dezembro, o município de Plácido de Castro recebeu, do governo do Estado, uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), destinada ao atendimento de emergências no Distrito de Campinas, onde até então, os moradores enfrentavam dificuldades para ter o serviço.

Ambulância do Samu, entregue a Plácido de Castro para atender Distrito de Campinas. Foto: Arquivo

A entrega do veículo, equipado com toda a infraestrutura necessária para proporcionar atendimento de saúde eficiente e rápido em urgências e emergências, foi realizada na sede da unidade, em Rio Branco, em ato solene com as presenças do prefeito Camilo da Silva e do governador Gladson Camelí.

Considerada um passo importante no fortalecimento da saúde pública no Acre, especialmente nas áreas rurais e mais afastadas dos centros urbanos, a ação reafirmou o compromisso do governo do Estado com a saúde e o bem-estar da população.

Na oportunidade, o governador anunciou que mais investimentos estão sendo feitos na área da saúde, com a ampliação de unidades de atendimento dos municípios e treinamentos para as equipes de emergência, visando proporcionar um atendimento cada vez mais eficaz.

Um pouco da história e geografia

Localizada da regional do Baixo Acre, distante 99,8 quilômetros da capital acreana, Rio Branco, a cidade hoje conhecida como Plácido de Castro, antes de se tornar município era uma colocação de seringueiros que, por sua localização estratégica, à margem esquerda do rio Abunã, era um posto avançado e depósito de seringais, conhecido como Vila Pacatuba.

Localização estratégica à margem esquerda do rio Abunã, que define a fronteira entre o Brasil e a Bolívia. Foto: Samuel Moura/Secom

O surgimento da cidade, que se autodefine como símbolo de otimismo e progresso, deu-se em razão da posição comercial favorável para compra de borracha, castanha e fornecimento de mercadorias, funcionando como entreposto que concentrava toda produção da rica e vasta região boliviana, na outra margem do rio Abunã, que define a fronteira entre o Brasil e a Bolívia, naquela região.

Com uma população estimada em 16.560 habitantes, de acordo com o censo de 2022 e ocupando uma área de aproximadamente 1.952,555 km², Plácido está localizada a cerca de 98 quilômetros da capital estadual, Rio Branco, e limita-se ao norte com o município de Senador Guiomard, ao sul com a Bolívia, a leste com o município de Acrelândia, a oeste com o município de Capixaba e a noroeste com o município de Rio Branco.

Cidade delimitada e banhada pelos rios Abunã e Rapirrã. Foto: Samuel Moura/Secom

Sobre Plácido de Castro

Coronel José Plácido de Castro, militar e líder da Revolução Acreana, nasceu em 9 de setembro de 1873, em São Gabriel, Rio Grande do Sul, e morreu em 11 de agosto de 1908, após ser baleado em uma emboscada no Seringal Benfica, em Rio Branco.

Coronel José Plácido de Castro, líder da Revolução Acreana. Foto: Patrimônio Histórico

Plácido de Castro teve papel importante na luta armada entre seringueiros brasileiros e soldados bolivianos, no início do Século XX, na disputa pelo território e pelo direito de exploração da borracha,  que culminou com a assinatura do Tratado de Petrópolis entre Brasil e Bolívia, passando a posse das terras do Acre para o Brasil.

Segundo registros históricos, foi ele que formou e liderou o exército estimado em 2 mil homens que ocupavam as terras acreanas para as tomarem da Bolívia, na sequência de eventos conhecida como Revolução Acreana, ocorrida no período entre 6 de agosto de 1902 e 24 de janeiro de 1903.

Instruídos e comandados por Plácido, ao utilizarem táticas de guerrilha e surgirem inesperadamente do meio da floresta, fazendo ataques relâmpagos contra as guarnições bolivianas, os seringueiros brasileiros conseguiram se apoderar do território localizado às margens do rio Acre e, ao final dos dias de combate, proclamarem o Estado Independente do Acre que foi governado por Castro de 7 de agosto de 1902 a 25 de fevereiro de 1904.

Atualmente, seu nome consta no Livro de Aço, também chamado de Livro dos Heróis da Pátria, em Brasília-DF.

Orgulho de ser placidiano e placidiana

Ex-seringueiro, Neguim da Sanfona destaca o orgulho de ser placidiano. Foto: Samuel Moura/Secom

“Me orgulho de ser placidiano e, graças a Deus, construir uma família com muito trabalho. Nossa cidade é muito boa pra se viver porque é calma ainda e é todo mundo tranquilo e vamos assim até quando Deus quiser, com união, porque união é que faz a força.”

Francisco Rodrigues, ex-seringueiro conhecido como “Neguim Sanfoneiro”

Anderson Nachipa atribui a Plácido lugar próspero e tranquilo para viver. Foto: Samuel Moura/Secom

“Morar em Plácido é uma sensação de paz e tranquilidade. É uma cidade que está crescendo, mas tem um conforto para os moradores, para os pescadores, para os ribeirinhos. Temos esse nosso rio, que é a nossa maravilha que Deus nos presenteou.”

Anderson Nachipa, pescador

“Eu sempre gostei daqui. Dei início aqui à minha trajetória na Educação nos anos 70 e não tinha o que tem hoje. Hoje tá muito bom e é um privilégio, pra mim, ver pessoas que foram alfabetizadas por mim, hoje trabalhando na gestão municipal.”

Maria do Carmo, professora aposentada

“Viver em Plácido de Castro é uma alegria muito grande e o significado de viver aqui é sobretudo trazer para este povo, que tem fé, simplicidade e amor no coração, uma palavra de acalento, de conforto e de esperança. E, para mim, este foi o território que Deus escolheu para que eu viesse anunciar o Evangelho.”

Pároco, Manoel Palmeira acredita que Plácido é território abençoado por Deus. Foto: Samuel Moura/Secom

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Supercopa Rei será decidida em Brasília em 1º de fevereiro

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou nesta quarta-feira (31), via rede social, que a Supercopa Rei de 2026 ocorrerá no dia 1° de fevereiro, em Brasília.

A entidade confirmou a cidade novamente como palco da primeira grande decisão da temporada de 2026. A disputa ocorre em jogo único na Arena BRB Mané Garrincha, no centro da capital federal.

A partida será entre Flamengo, campeão do Campeonato Brasileiro de 2025, e Corinthians, campeão da Copa do Brasil, neste ano. A partida abre a temporada de bola de 2026. Ainda segundo a CBF, o estádio estará dividido 50% para cada torcida.

Inicialmente, o confronto estava previsto para 24 de janeiro.

Geralmente, a Supercopa Rei é disputada em estádios de campo neutro na tentativa de garantir a imparcialidade.

Últimos campeões

O Rubro-Negro é o atual campeão da competição. No início de 2025, a equipe dirigida por Filipe Luís venceu o Botafogo por 3 a 1.

Os campeões anteriores foram São Paulo, em 2024; Palmeiras, 2023; e Atlético Mineiro (2022). O Flamengo ainda foi campeão em 2020 e 2021.

Supercopa Rei

Não disputada entre 1992 e 2019, a Supercopa do Brasil foi reativada pela CBF em 2020.

Em 2024, a CBF rebatizou a competição para Supercopa Rei em homenagem a Pelé, o Rei do Futebol, falecido em dezembro de 2022.

A ideia é que o troféu represente a coroa do futebol nacional, sendo disputado pelos dois clubes que dominaram o cenário futebolístico no ano anterior.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - ESPORTES

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Mailza Assis prepara-se para assumir o governo do Acre em 2026 e pode se tornar a 2ª mulher a comandar o estado

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Vice-governadora, que assumiria o cargo em abril com a saída de Gladson Cameli para o Senado, é apontada como candidata oficial à sucessão; perfil reservado e trajetória religiosa e política marcam sua ascensão

Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos nove meses à frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários. Foto: captadas 

Poucas horas separam o Acre de 2026, ano em que a vice-governadora Mailza Assis (PP) deve assumir o governo do estado em abril, com a saída de Gladson Cameli para disputar uma vaga no Senado. Com uma trajetória que começou na Assembleia de Deus, passou pela prefeitura de Senador Guiomard (Quinari) e chegou ao Senado antes da vice-governança, Mailza é apontada como candidata oficial do Palácio Rio Branco para as eleições do próximo ano, podendo se tornar a segunda mulher a governar o Acre — após Iolanda Lima, em 1986-87.

De perfil reservado, fala baixa e postura considerada exemplar por aliados, ela teria conquistado a confiança do governador para a sucessão ainda no início do mandato. Conhecida por sua religiosidade e citada por profecias que anteviam sua ascensão, Mailza enfrentará adversários “à altura” em 2026, mas chega fortalecida pela máquina e pela articulação política do grupo no poder. Se confirmada, sua gestão promete “suavizar” o tom do governo, sem abrir mão do rigor administrativo que lhe é atribuído por quem a conhece de perto.

Trajetória incomum:

Nascida no Amazonas, Mailza chegou ao Acre ainda jovem, trabalhou como auxiliar administrativa na Assembleia de Deus e iniciou na política como secretária municipal em Senador Guiomard. Sua ascensão acelerou com a suplência no Senado (2015), titularidade (2019-2022) e eleição como vice-governadora em 2022.

Estilo de gestão:

Descrita como “doce, de fala baixa”, ela promete “suavizar” o governo, mas aliados alertam: “O espaço para erro é quase zero”. Conhecida por rigor administrativo, Mailza terá nove meses à frente do estado para construir sua imagem antes da campanha eleitoral.

Contexto político:
  • Seria a segunda mulher a governar o Acre – após Iolanda Lima (1986-1987);

  • Tem o apoio aberto de Cameli, que a escolheu como sucessora;

  • Enfrentará adversários de peso em 2026, ainda indefinidos.

Fé e projeção:

Em entrevista recente, Mailza revelou ter recebido uma “profecia” sobre seu destino político. Sua trajetória é comparada à da cantora Damares – de origem humilde e ascensão ligada à fé.

Desafios:
  • Consolidar liderança em um estado tradicionalmente masculino;

  • Administrar a transição sem rupturas com a base de Cameli;

  • Equilibrar discurso religioso com políticas de estado.

A partir de janeiro, Mailza deve intensificar agendas públicas e articular alianças para 2026. Seu desempenho nos meses de 2026 frente do governo será decisivo para convencer eleitores além do núcleo duro de fiéis e correligionários.

A trajetória de Mailza Assis reflete uma nova via de ascensão política no Acre: longe dos partidos tradicionais, alicerçada em redes evangélicas, trabalho discreto e lealdade a um grupo político hegemônico. Seu maior teste será governar sem a sombra de Cameli.

A vice-governadora Mailza Assis (PP) em abril de 2026, deve assumir o Governo do Acre com a renúncia de Gladson Cameli, que concorrerá ao Senado, e será a candidata oficial do Palácio Rio Branco à sucessão para o mandato seguinte. Fot: captada 

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Cenário difícil no Senado e possível vaga no Ministério da Fazenda podem levar Jorge Viana a desistir da candidatura, avaliam articuladores

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Ex-governador estaria cotado para substituir Haddad e evitar derrota eleitoral que mancharia sua trajetória; bancada acreana no Congresso já se movimenta em outras frentes

Ex-governador do Acre, cotado para substituir Haddad, evitaria possível derrota eleitoral e realizaria antiga ambição de comandar uma pasta no governo Lula. Foto: captada 

As possibilidades de Jorge Viana (PT) desistir da disputa pelo Senado em 2026 são maiores do que se imagina, segundo análise de articuladores políticos. Além do cenário eleitoral desfavorável apontado por pesquisas e rodas de conversa, o ex-governador estaria cotado para assumir o Ministério da Fazenda no lugar de Fernando Haddad, movimento que evitaria uma segunda derrota consecutiva nas urnas e ofereceria uma saída honrosa para sua trajetória.

Viana, que já demonstrou interesse em integrar o primeiro escalão desde o primeiro governo Lula, tem sua vaidade destacada por críticos, que lembram suas declarações sobre o “fim do Acre” após sua gestão.

Contexto da especulação:
  • Viana insinuou publicamente estar cotado para a Fazenda, cargo que almeja desde o primeiro governo Lula;

  • Pesquisas internas e rodas políticas no estado apontam um cenário desfavorável para sua eleição ao Senado;

  • Uma nova derrota (após perder para Mara Rocha em 2022) poderia manchar sua trajetóriapolítica.

Análise dos motivos:
  1. Vaidade e legado: Viana é conhecido por seu perfil altivo – chegou a dizer que “o Acre não existe mais, depois dele” – e um ministério seria uma saída honrosa sem risco de vexame;

  2. Cálculo eleitoral: A força do grupo de Gladson Cameli no estado e a ascensão de novas lideranças tornam a disputa pelo Senado incerta e desgastante;

  3. Ambição nacional: Comandar a Fazenda realizaria um sonho antigo e o recolocaria no centro do poder federal.

Posicionamento oficial:

Até o momento, nem Viana nem o Planalto confirmaram a movimentação. Assessores do petista dizem que ele “mantém o foco no projeto para o Acre”, sem descartar “qualquer chamado para servir ao país”.

A decisão deve ser tomada nos primeiros meses de 2026, após o lançamento das pré-candidaturas. Se Haddad deixar a Fazenda, Lula terá de escolher entre atender um aliado histórico ou priorizar a continuidade da política econômica.

A possibilidade revela um Jorge Viana mais pragmático que romântico, disposto a trocar uma batalha arriscada no Acre por uma posição de destaque nacional – mesmo que isso signifique adiar, ou abandonar, seu retorno ao Senado.

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