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Mulher é executada com 3 tiros e adolescente baleada dentro de casa, na Vila Pia, em Senador Guiomard

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Uma mulher de 30 anos foi morta de forma violenta, três homens armados invadiram a casa onde morava e efetuaram dois disparos contra ela. O crime ocorreu na Vila Pia, em Senador Guiomard, interior do Acre.

Ecos da Notícia e G1 Acre

Francisca Andrade de Barros, 30 anos, morreu e uma menor de 14 anos ficou gravemente ferida por disparo de arma de fogo na noite desta segunda-feira (16), na BR-317, no KM 52, na Estrada de Boca do Acre, na Vila Pia, no município de Acrelândia.

Segundo informações de familiares, 4 homens chegaram em um carro de cor branca, pularam a cerca e começaram a chamar pelos nomes dos moradores da residência, quando uma das 8 pessoas que moram no local abriu a porta, momento este, que um dos homens colou pé e não deixou mais a porta ser fechada, em seguida deram um tiro na porta, e os criminosos invadiram a casa e começaram a tirar nas vítimas.

A adolescente que estava dormindo na sala e tentou correr para os fundo da residência, pegou um tiro nas costas. Já a dona de casa, Francisca Andrade de Barros, foi morta dentro do seu quarto com 3 tiros, sendo um na cabeça, um no peito e outro na mão direita.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e levaram duas ambulâncias para faz o socorro das vítimas, mas quando chegaram ao local apenas conseguiram atestar a morte de Francisca, e socorreram a adolescente que foi levada para o Pronto-Socorro de Rio Branco em estado gravíssimo.

A Polícia Militar também esteve no local e isolou a área para os trabalhos da perícia. Os militares ainda colheram informações e tentaram procurar pela autora do crime na região, mas não encontraram ela até o momento.

O caso será investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Segundo membros da família, há cerca de um mês alguns homens também tentaram arrombar a portas, mas não conseguiram, apenas fizeram disparos nas paredes da residência e foram embora. É mais um capítulo da guerra de facção no interior do estado.

Francisca de Andrade Barros morava na casa da ex-sogra há pelo menos quatro meses para conseguir trabalhar.

Muito abalada, a mãe da vítima, a empregada doméstica Maria de Fátima, 58 anos, disse que um dos tiros atingiu o peito e o outro a cabeça de Francisca. Ela afirmou que a filha foi morta dentro de casa, após três homens forçarem a porta e invadirem a casa.

“A ex-cunhada dela contou que chegaram chamando por ela. Quando minha filha abriu a porta, não sei se ela reconheceu, mas já fechou a porta. Aí eles [bandidos] forçaram para entrar e elas três tentando segurar a porta. Quando conseguiram entrar atiraram nela”, disse a mãe.

Segundo Maria de Fátima, a filha morava com a ex-sogra há pelo menos quatro meses porque não conseguia trabalho em Rio Branco e se mudou porque sempre conseguia diárias na Vila Pia.

Maria de Fátima diz que não sabe o motivo da morte da filha. A única informação que teve nos últimos dias é que Francisca teria se desentendido com duas primas.

“Minha filha estava sem emprego aqui e foi pra lá porque sempre conseguia diárias lá. Ela sempre enfrentou todo tipo de serviço”, lamentou a mãe.

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Assembleia aprova Projeto de Lei e Estado vai investir R$ 2 milhões no futebol

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Os deputados estaduais aprovaram nesta quarta, 4, um Projeto de Lei onde autoriza o governo do Estado investir R$ 2 milhões no futebol. O repasse será feito para os clubes por intermédio da Federação de Futebol do Acre(FFAC). “Priorizamos esse projetos porque acreditamos no esporte como uma ferramenta transformadora principalmente para a nossa juventude”, afirmou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Júnior(PP). Proposta encaminhada …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Justiça nega ação de Vini Jr. contra empresa de energia no Rio

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Franco Arland/Getty Images
Vini Jr. Brasil x Tunísia

A Justiça do Rio de Janeiro negou uma ação movida pelo jogador Vinícius Júnior que questionava uma cobrança de quase R$ 275 mil da empresa de energia Light.

Vini Jr. foi cobrado em R$ 274.552,23 por obras de adequação elétrica em um imóvel no Rio. O atacante do Real Madrid afirmou ter quitado o valor integralmente, mas alegou que um erro no sistema da Light impediu o reconhecimento do pagamento, gerando novas cobranças indevidas e risco de corte de energia.

O jogador sustentou ainda que funcionários da empresa teriam falado que o cálculo da obra foi superior ao devido, o que geraria um crédito de R$ 162.531,00 ou estorno do valor. No último dia 20 de fevereiro, no entanto, a 7ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca negou o pedido da defesa do jogador sobre a produção antecipada de provas.

Pedido de Vini Jr.

Vini Jr. solicitou à Justiça que a Light exibisse uma série de documentos, incluindo gravações de chamadas, protocolos de atendimento e registros sistêmicos, para comprovar a existência de um suposto crédito de R$ 162.531,00 que teria sido informado verbalmente por funcionários da empresa após o pagamento da obra de adequação elétrica.

No entanto, a Justiça recusou o pedido por entender que o atleta não demonstrou a “utilidade concreta” ou a necessidade urgente da medida, uma vez que não comprovou o risco de os documentos desaparecerem, nem apresentou indícios mínimos de que o crédito realmente existia antes de exigir que a empresa produzisse tal prova.

O magistrado ressaltou que a ação de produção antecipada de provas não deve ser utilizada para “diligências investigativas genéricas” ou como substituto de procedimentos administrativos quando a empresa já havia negado a existência de valores a serem devolvidos.

Versão da Light

A Light negou a existência de qualquer crédito disponível para ressarcimento de Vini Jr. A empresa afirmou que a fatura de outubro de 2023 foi refaturada em novembro daquele ano para cobrar apenas o consumo real de energia, inexistindo saldo remanescente ou valores a serem devolvidos ao autor.

Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que o pedido de produção antecipada de provas não preenchia os requisitos legais.

“Verifica-se que o pedido formulado se volta à tentativa de obtenção de elementos para eventual futura demanda, sem que tenha sido demonstrado, contudo, o requisito da utilidade concreta e da necessidade da medida”, registrou a sentença. “Os pedidos foram julgados improcedentes, e, por se tratar de um procedimento preparatório, não houve condenação ao pagamento de honorários de sucumbência”, determinou o juiz.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE

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Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida 

O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.

A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.

“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.

 

Auxílio financeiro e dados estaduais

Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.

De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.

As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada 

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