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Mulher de deputado federal que fez parto de emergência no AC por causa da Covid-19 começa a se comunicar: ‘Está lúcida’

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Deputado Alan Rick e a esposa Michele Miranda que segue internada — Foto: Arquivo pessoal

O deputado federal Alan Rick voltou a usar as redes sociais para atualizar o estado de saúde da esposa e do filho recém-nascido nesse sábado (20). Michele de Araújo Miranda, de 37 anos, está internada na UTI com Covid-19 desde o dia 10 após ser submetida a um parto de emergência. Ela está em um hospital de Brasília desde a terça-feira (16), quando foi transferida do Acre.

Conforme o boletim divulgado pelo deputado, Michele começou a se comunicar aos poucos, está lúcida, já iniciou a fisioterapia para começar a ficar de pé e se alimenta com papinha (comida batida no liquidificador). Dois dias após a transferência para o hospital de Brasília, ela foi extubada e segue em observação.

“Estou com Michele no hospital. Hoje é um dia de muita alegria e fé, pois ela está bem melhor. Gasometria boa, batimentos cardíacos e pressão normais. Já está lúcida e faz uso da ventilação não invasiva (VNI) para fisioterapia pulmonar”, relatou Alan Rick.

Deputado atualizou estado de saúde da mulher nas redes socias — Foto: Reprodução

Sobre o filho recém-nascido, o pequeno Pedro, que completou 11 dias de nascido e é acompanhado por uma equipe pediátrica, o parlamentar explicou que o bebê segue estável, sem intercorrências, que tem aceitado bem a dieta e ganhou 50 gramas de peso nas últimas 24 horas.

“Queremos agradecer imensamente a Deus, aos médicos, enfermeiros, auxiliares e profissionais que ajudaram e estão ajudando na recuperação da Michele e do Pedro. E todos vocês, amigos, pelas orações e carinho por minha esposa e meu filho.”

No último dia 15, Alan Rick iniciou uma campanha nas redes sociais por doações de leite materno para o filho. Após o anúncio, pelo menos 25 novos cadastros foram feitos junto ao Banco de Leite Humano (BLH) da Maternidade Bárbara Heliodora, referência do estado, em Rio Branco, até essa quinta (18).

Deputado Alan Rick segura o filho Pedro que nasceu prematuro — Foto: Arquivo pessoal

Deputado Alan Rick segura o filho Pedro que nasceu prematuro — Foto: Arquivo pessoal

Parto de emergência

Michele estava no oitavo mês de gestação quando teve que ser submetida a um parto de emergência. Diagnosticada com Covid-19, o estado de saúde dela se agravou devido a uma pneumonia e, por isso, os médicos preferiram retirar o bebê, que é o primeiro filho do casal. Ela chegou a ser retirada da intubação na manhã do dia 11, mas, na tarde do mesmo dia, foi intubada novamente após piora na oxigenação.

O procedimento também foi necessário porque Michele estava com 80% dos pulmões comprometidos devido à doença.

Alan Rick também testou positivo para a Covid-19, mas conseguiu se recuperar e está curado. Dois funcionários dele também pegaram a doença, sendo um deles o motorista, que também já recebeu alta médica. O segundo servidor do deputado segue internado em recuperação pela doença.

No dia 14, o deputado postou um vídeo após visitar o filho na UTI Neonatal. Ele agradeceu o carinho e mensagens de apoio que tem recebido e pediu orações para a mulher.

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Justiça do Trabalho determina medidas para coibir assédio eleitoral na Prefeitura

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Foto: Luan Diaz

O Ministério Público do Trabalho (MPT) obteve decisão liminar que obriga o Município de Rio Branco a adotar uma série de medidas para prevenir e combater a prática de assédio eleitoral contra trabalhadoras e trabalhadores que prestam serviços direta ou indiretamente à administração municipal. A decisão foi proferida pela Vara do Trabalho de Cruzeiro do Sul, vinculada ao Tribunal Regional do Trabalho da 14ª Região (TRT-14), que acolheu os argumentos apresentados pelo MPT.

Na ação, o órgão ministerial destacou a necessidade de assegurar a liberdade de orientação política dos trabalhadores e evitar qualquer tipo de coação, perseguição ou retaliação em razão de posicionamentos político-partidários. Segundo o MPT, a repetição de condutas observadas durante as eleições de 2024 pode gerar danos irreparáveis aos direitos fundamentais dos servidores e empregados terceirizados.

Na decisão, o juiz do Trabalho Felipe Taborda determinou que o Município de Rio Branco se abstenha de praticar quaisquer atos que caracterizem assédio eleitoral, além de adotar medidas preventivas e de orientação para impedir esse tipo de conduta no ambiente de trabalho.

Para o procurador do Trabalho Roberto D’Alessandro Vignoli, autor da ação, a decisão representa uma vitória com caráter pedagógico e protetivo. “Ao estabelecer limites claros para que o ambiente de trabalho público não seja instrumentalizado como espaço de coerção política e ao determinar a criação de canais de denúncia sigilosos, bem como a capacitação de gestores, a Justiça do Trabalho garante que a liberdade de consciência e o direito ao voto livre não sejam comprometidos pela hierarquia funcional”, afirmou.

Entre as obrigações impostas, a Justiça do Trabalho determinou que o município assegure aos trabalhadores o direito à livre orientação política e à liberdade de filiação partidária, incluindo o direito de votar e ser votado. A administração municipal também deve se abster de qualquer conduta que configure discriminação, perseguição, promessa de benefícios, assédio moral, violação da intimidade, abuso de poder diretivo ou político, bem como de atos que tenham a intenção de obrigar, pressionar, influenciar, manipular ou induzir trabalhadores em suas escolhas políticas.

A decisão ainda proíbe a gravação e o uso de imagens de trabalhadores, para fins eleitorais ou de intimidação, observando os limites do direito de imagem. Também fica vedado o uso de canais institucionais, como e-mails, grupos de WhatsApp, intranet e sistemas corporativos, para propaganda, mobilização ou logística eleitoral.

A sentença determina que, no prazo de 30 dias, a administração municipal faça ampla divulgação, em linguagem clara, de comunicado institucional informando sobre a proibição do assédio eleitoral, o direito à liberdade política e a existência de mecanismos de proteção. Além disso, deverão ser criados, em até 60 dias, canais de denúncia independentes, com garantia de sigilo e de não retaliação, cujas informações deverão ser encaminhadas ao MPT trimestralmente.

O município também terá o prazo de 90 dias para capacitar toda a cadeia de gestão — incluindo secretários, chefias e coordenadores — por meio de treinamento obrigatório, com carga mínima de quatro horas, sobre assédio eleitoral e direitos fundamentais no trabalho. No mesmo prazo, deverá ser aprovada uma Política Interna de Prevenção e Combate ao Assédio Eleitoral, com normas objetivas, fluxos de apuração, sanções administrativas, proteção às vítimas, vedação do uso de canais institucionais e mecanismos mínimos de compliance.

O descumprimento da decisão ou dos prazos estabelecidos poderá resultar em multa de R$ 10 mil por infração, acrescida de R$ 1 mil por trabalhador prejudicado.

 

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Apex/Futura: Lula tem desaprovação de 53,5%; aprovação é de 43,0%

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – REUTERS/Adriano Machado


Pesquisa Apex/Futura divulgada nesta quinta-feira (22) aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 53,5% dos brasileiros. Ao mesmo tempo, 43,0% dizem aprovar o petista.

O levantamento ouviu 2.000 pessoas em 849 cidades entre os dias 15 e 19 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Em relação à rodada anterior da pesquisa, divulgada em dezembro de 2025, o índice de desaprovação do chefe do Planalto oscilou 0,2 ponto percentual para cima. Já o índice de aprovação avançou 1,3 ponto percentual no mesmo período (veja os detalhes no gráfico abaixo).

Avaliação

A pesquisa desta quinta-feira também apresenta os índices de avaliação do presidente Lula. Para 48,7%, o mandatário é ruim ou péssimo. Simultaneamente, 16,4% o consideram regular, e 33,5% o enxergam como ótimo ou bom. Outro 1,4% não soube responder.

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Prefeito Jerry Correia e equipe da Secretaria de Agricultura visitam sede da Cooperacre em Rio Branco

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Nesta quarta-feira(21), em Rio Branco, o prefeito de Assis Brasil, Jerry Correia, acompanhado pela equipe da Secretaria Municipal de Agricultura, realizou uma visita institucional à sede da Cooperacre.

A agenda ocorreu a convite do diretor da Cooperacre e da Coopaeb, José de Araújo, além do superintendente Manoel, e contou também com a presença de investidores da cidade vizinha de Inapari, entre eles o professor Abraão.

Durante a visita, o prefeito e sua equipe conheceram a estrutura da cooperativa e o projeto de implantação de uma moderna indústria de polpa de frutas, que está sendo construída em Rio Branco e terá capacidade para absorver a produção de frutas de todo o Acre.

O prefeito Jerry Correia destacou que a Prefeitura de Assis Brasil está diretamente envolvida nas discussões e já mantém diálogo com a Cooperacre e a Coopaeb, com o objetivo de incentivar e fortalecer a produção de frutas no município, criando novas oportunidades para os produtores rurais e impulsionando a agricultura familiar.

A visita reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento econômico, a geração de renda no campo e a integração de Assis Brasil a grandes projetos estratégicos para o crescimento do Acre.

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