Acre
MS destina seis profissionais cubanos para atuar no Acre
O Ministério da Saúde divulgou hoje (3) os estados que irão receber os 400 médicos cubanos que vieram para o Brasil na primeira etapa do acordo entre o governo brasileiro com a Organização Panmericana de Saúde (Opas), visando trazer de Cuba profissionais para atuar em áreas de difícil acesso no Brasil.
Seis cubanos irão atuar no Acre. Os municípios contemplados nessa fase são: Marechal Thaumaturgo (1), Manoel Urbano (1), Porto Walter (1). Outros três profissionais irão trabalhar em distritos indígenas de Rio Branco (1) e Cruzeiro do Sul (2).
Como não farão revalidação do diploma, os estrangeiros só poderão atender dentro do programa, no local designado, e por três anos.
O estado que mais receberá médicos cubanos é o Pará, com 56 profissionais alocados em municípios e seis em distritos indígenas, totalizando 62. Em seguida, vem o Amazonas, com 61 médicos, e a Bahia, com 45. A Região Sudeste vai receber 30 médicos e a Região Sul vai ficar com seis.
O acordo com a Opas prevê, até o final do ano, a chegada de 4 mil médicos cubanos. Eles vão atuar nos 701 municípios que não foram escolhidos por nenhum dos profissionais brasileiros ou estrangeiros aprovados na primeira fase do programa Mais Médicos.
Com informações do Ministério da Saúde
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Acre
Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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