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MPF e MPAC recomendam medidas de prevenção e tratamento para casos de Febre do Oropouche no Acre
O documento recomenda ainda que capacitem os profissionais da área da saúde para fazerem os devidos registros, encaminhamentos e acompanhamentos dos casos de Febre do Oropouche

A recomendação, assinada pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias e pelo promotor de Justiça Ocimar da Silva Sales Junior. Foto divulgação
O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Acre (MP/AC) encaminharam recomendação à Secretaria de Saúde do Estado do Acre (Sesacre) e à Secretaria de Saúde de Rio Branco para que estabeleçam protocolos e fluxos de prevenção e tratamento para os casos de Febre do Oropouche, com atenção especial ao pré-natal e ao neonatal, com atuações integradas entre as secretarias, ressaltando que a resposta a qualquer emergência sanitária com risco de transmissão vertical deve inserir as mulheres no centro das respostas de políticas de saúde.
O documento recomenda ainda que capacitem os profissionais da área da saúde para fazerem os devidos registros, encaminhamentos e acompanhamentos dos casos de Febre do Oropouche, inclusive para acolhimento das mulheres e familiares de pessoas contaminadas. As capacitações devem apresentar abertura para a pesquisa e produção livre de conhecimento em tempo real.
A recomendação, assinada pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias e pelo promotor de Justiça Ocimar da Silva Sales Junior, pede também que sejam apresentadas as medidas adotadas, em curso ou previstas, para observância das recomendações e orientações contidas na Nota Técnica Conjunta nº 135/2024 SVSA/SAPS/SAES/MS para notificação e investigação de casos suspeitos de Oropouche em pessoas grávidas, anomalias congênitas ou óbitos fetais.
Febre Oropouche no Acre
O estado registrou, apenas em 2023 e 2024, 436 casos da febre, conforme o boletim da Sesacre, inclusive com a morte de um recém-nascido. Trata-se de um número 620% superior ao registrado no ano passado.
A Secretaria de Saúde do Estado do Acre e a Secretaria de Saúde de Rio Branco têm 30 dias para informar se acatam a recomendação, devendo esclarecer quais serão as ações tomadas para o cumprimento de cada item recomendado, ou, por outro lado, justificar a recusa.
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Entidade de escolas privadas reage à morte de professora em faculdade

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) reagiu à morte da professora de direito e escrivã da Polícia Civil Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos. A mulher foi esfaqueada pelo aluno João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), em Porto Velho (RO), na noite de sexta-feira (6/2).
Em nota, a entidade manifestou “profundo pesar” pelo falecimento de Juliana e afirmou se solidarizar com a instituição de ensino e toda a comunidade acadêmica afetada pela tragédia, ressaltando o compromisso da universidade com a segurança e o bem-estar de alunos e colaboradores.
Ainda de acordo com a Fenep, o caso se trata de um episódio grave isolado, que não reflete a rotina das instituições de ensino, caracterizadas como “espaços de formação, diálogo e construção do conhecimento.”
À família da professora, a federação transmitiu seus “mais sinceros sentimentos”, reafirmando apoio, respeito e solidariedade neste momento de luto.
O caso
Segundo a polícia, o estudante João Cândido da Costa Junior, de 24 anos, estava sozinho com a vítima após o fim das aulas quando, tomado por um acesso de raiva, a atacou com uma faca que, dias antes, teria recebido da própria professora junto com um doce, dias antes.
Em relato à polícia, o aluno afirmou que ele e Juliana teriam mantido um relacionamento amoroso por cerca de três meses e que passou a se sentir “emocionalmente abalado” após perceber um distanciamento da vítima. Segundo ele, a situação teria se agravado ao descobrir que Juliana pretendia retomar o relacionamento com o ex-marido.
Juliana foi atingida por golpes na região do tórax, com perfurações na altura dos seios, além de um corte profundo no braço direito. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
O agressor tentou fugir, mas foi contido por outro aluno, que é policial militar, até a chegada da polícia. João foi preso em flagrante, e a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, investigado como feminicídio.
O corpo de Juliana foi transferido para Salvador (BA) por familiares, após liberação pelo Instituto Médico Legal (IML) de Porto Velho (RO).
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Colisão entre carro e motocicleta deixa homem ferido no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco
Uma colisão envolvendo um carro e uma motocicleta deixou Johnn Wesley da Silva Rocha, de 33 anos, ferido na noite deste sábado (7), na Rua Minas Gerais, no bairro Dom Giocondo, em Rio Branco.
De acordo com informações de testemunhas, o motorista de um Volkswagen Gol, de cor vermelha, seguia no sentido bairro–centro quando tentou realizar um retorno na via. No mesmo momento, Johnn Wesley, que conduzia uma motocicleta Honda, de cor preta, tentou ultrapassar o veículo e acabou colidindo contra a porta do automóvel.
Com o impacto, o motociclista foi arremessado ao solo e sofreu trauma torácico, dores na coluna e escoriações pelo corpo. O condutor do carro permaneceu no local e prestou auxílio à vítima.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico, que realizou os primeiros atendimentos e encaminhou Johnn Wesley ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde deu entrada em estado de saúde estável, embora haja possibilidade de agravamento do quadro clínico.
O Batalhão de Policiamento de Trânsito não foi acionado para atender a ocorrência. Um acordo verbal foi firmado entre o motorista do carro e a esposa da vítima, e ambos os veículos foram retirados do local.
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Dependente químico é esfaqueado durante discussão em casa abandonada no Centro de Rio Branco
Vítima foi socorrida pelo Samu, mas causou confusão na UPA e fugiu antes de receber atendimento completo
O dependente químico Luiz Carlos Pereira, de 45 anos, foi ferido com um golpe de faca na noite deste sábado (7), dentro de uma residência abandonada localizada na Avenida Getúlio Vargas, no bairro Centro, em Rio Branco.
Segundo informações de testemunhas, Luiz Carlos fazia uso de entorpecentes no imóvel abandonado na companhia de outro homem, não identificado. Durante o consumo de drogas, os dois teriam iniciado uma discussão. Em meio ao desentendimento, o agressor sacou uma faca e desferiu um golpe que atingiu a axila esquerda da vítima.
Mesmo ferido, Luiz Carlos conseguiu sair correndo do local, mas acabou caindo ao lado de uma borracharia 24 horas, na Rua Rio Grande do Sul. Agentes de Trânsito que passavam pela região encontraram o homem ferido e bastante alterado, acionando imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
Uma ambulância de suporte avançado foi enviada para atender a ocorrência. Durante o atendimento, Luiz apresentou comportamento agressivo e chegou a tentar agredir profissionais da imprensa que acompanhavam o caso.
Após os primeiros socorros, a vítima foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Franco Silva, na Baixada da Sobral. No entanto, ao dar entrada na unidade, Luiz Carlos passou a causar tumulto, quebrando e arremessando objetos no chão. Em seguida, retirou o acesso venoso do soro e deixou a unidade por conta própria.
Do lado de fora da UPA, ele ainda tentou agredir um segurança utilizando um tijolo e, logo depois, fugiu em direção à Rua Campo Grande.
A Polícia Militar foi acionada e esteve na unidade de saúde para os procedimentos cabíveis. O autor da agressão não foi localizado, e o caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes.



























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